The collaboration of educational speech therapy in favor of an egalitarian education system

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i1.11432

Keywords:

Speech therapy; Special educational needs; Inclusion.

Abstract

The present research has as main objective to analyze the contribution of speech therapy through its professionals regarding the inclusion of children with special educational needs in regular schools. Among the specific objectives, the following stand out: Analyze how speech therapy professionals work in regular school education; Identify the main instruments of speech therapy for school inclusion; to verify the main actorsinvolved in speech therapy. To support the research, there was a need to carry out a bibliographic review, analyzing several theories about the ways that speech therapy can contribute to the better development in the regular education of students with special needs. The research sources were scientific articles, monographs, dissertations, books and consultations on electronic sites (internet). It was concluded by the present research that Speech Therapy is extremely important in the contribution of an education characterized by inclusion, together with multidisciplinary teams, such as pedagogues, for example, always aiming at a healthier life. It was also found in the research, after the study of theoretical frameworks, that all research describes the inclusion in a more grounded way in theory, demonstrating how the performance of the speech therapist in the educational inclusion process should run, demonstrating necessary rules for its effectiveness , which professionals should be part of a multidisciplinary team, however, do not portray the reality of the practice of educational inclusion, not showing how the inclusion process has really occurred, showing that case reports are still very scarce on the subject. Thus, it considers it important that new research be developed demonstrating the practice in inclusive education.

References

Alves, L. M. (2013). A Fonoaudiologia na relação entre escolas regulares de ensino fundamental e escolas de educação especial no processo de inclusão. Revista Brasileira de Educação Especial, São Bernardo do Campo, 18(8), 233-239.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB. 9394/1996.

Ministério da Educação. (2009). Resolução CNE/CEB 4/2009. Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.

Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. (Resolução CNE/CEB nº 2/2001).

Ministério da Educação. (2010). Base Nacional Comum Curricular, 2ª versãorevista: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/relatorios-analiticos/bncc-2versao.revista.pdf.

Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961. Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.Diário Oficial da União: Brasília DF, 1961.

Lei nº 5.692, de 11 de agosto de 1971. Fixa Diretrizes e Bases para o ensino de 1º e 2º graus, e dá outras providências.Diário Oficial da União: Brasília DF, 1971.

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Diário Oficial da União: Brasília DF, 1988.

Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.Diário Oficial da União: Brasília DF, 1990.

Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.Diário Oficial da União: Brasília DF, 1996.

Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989. Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional pela Integração da Pessoa Portadora de Deficiência –Corde. Institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define crimes e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília DF, 1989.

Ministério da Educação. Resolução CNE/CEB nº 02, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação :Básica. http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf.

Lei nº10.172, de 9 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília DF, 2001.

Decreto nº 3.956, de 8 de outubro de 2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.Diário Oficial da União: Brasília DF, 2001.

Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução CNE/CP nº 01, de 18 de fevereiro de 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_02.pdf.

Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução nº 4, de 2 de outubro de 2009. Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf.

Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista,e altera o §3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 2012.

Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação–PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília, DF.

Calheta, P. P. (2005). Fonoaudiologia e educação: sentidos do trabalho de assessoria a escolas públicas. Assessoria e Fonoaudiologia: perspectivas de ação. Rio de Janeiro.

Conselho Federal de Fonoaudiologia. Áreas de competência do fonoaudiólogo no Brasil. (8a ed.), Brasília: Anais, 2012.

Ferreira, L. P. (2011). Fonoaudiologia Escolar: as origens de uma proposta. O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Plexus Editora.

Freire, P. (1997). Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Gertel, M. C. R. (2011). O fonoaudiólogo e a escola – reflexões acerca da inclusão escolar: estudo de caso. Rev. CEFAC: https://www.scielo.br/pdf/rcefac/v13n5/130-09.pdf.

Garcez, A. (2019). Psicologia e a Fonoaudiologia na Educação Inclusiva: Algumas Considerações Sobre as Interfaces no Processo Educacional. Artigo científico apresentado a Faculdade de Mauá. Universidade Federal de São Paulo – EPM.

Maia, S. M. (2011). Acolhimento e inclusão: da clínica ao acompanhamento escolar de um sujeito com Síndrome de Down. Revista Distúrbios da Comunicação, São Paulo, 26(8), 305-311.

Martons, G. A. H. (2012). Refletindo sobre a atuação do fonoaudiólogo junto à educação especial. Rev. Perspectivas atuais da Fonoaudiologia na escola. 4, (3a ed.), São Paulo: Plexus Editora.

Monteiro, A. P. H. (2014). Mudanças nas concepções do professor do ensino fundamental em relação à inclusão após a entrada de alunos com deficiência em sua classe. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília,23(4), São Paulo.

Reis, K. A. (2012). A importância da Fonoaudiologia na Educação Especial. Revista Fono Atual, 34, 45.

Ribas, A. (2015). Atuação fonoaudiológica nas escolas. Fonoaudiologia e Educação: uma parceria necessária. Curitiba.

Rios, F. M. (2011). A contribuição da fonoaudiologia na educação inclusiva em escolas de educação infantil no municípiode Betim, MG. Rev. Brasileira de Educação. Especial. 49, 24.

Siqueira, I. B. (2012). O brincar na escola: a relação entre o lúdico e a mídia no universo infantil. Rev. Bras. Ciênc. Esporte, Florianópolis. 34(2), 313-326.

Published

02/01/2021

How to Cite

SANTOS, P. C.; NASCIMENTO , M. F. S. . The collaboration of educational speech therapy in favor of an egalitarian education system. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 1, p. e3810111432, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i1.11432. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/11432. Acesso em: 18 jan. 2021.

Issue

Section

Review Article