Factors associated with early neonatal debt in a northeast brazilian state

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i1.11483

Keywords:

Early neonatal mortality; Information systems; Risk factors.

Abstract

We aimed to carry out an analysis of the factors related to early neonatal deaths that occurred in the State of Ceará. Cross-sectional, analytical study, with a sample of 724 records of early neonatal deaths. We use as bases of information: Information System on Live Birthsand Information System on Mortality. We found a correlation between early neonatal death and the variables: anomaly; number of prenatal consultations; Apgar in the fifth minute. The presence of anamaly in newborns presented twice the risk when related to early neonatal death. The same was observed with regard to the number of consultations, indicating an increased risk for early neonatal mortality of approximately twice that related to pregnant women who had less than seven prenatal consultations. Another significant parameter was Apgar in the fifth minute, which showed a six-fold increase in the risk of early neonatal death. It was found that difficulties in relation to prenatal, childbirth and posrpartum were more importante for the origino f deaths. All of these issues are reflected in the attention to gestacional health, as well as during the growth and Evolution related to the newborn.

References

Brasil. (2012). Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Resolução n. 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília: Ministério da Saúde. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html

Brasil. (2018a). Ministério da Saúde. Nascidos Vivos. Rede Interagencial de Informação para a Saúde RIPSA. http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinasc/cnv/nvCE.def

Brasil. (2018b). Ministério da Saúde. Indicadores de Mortalidade. Rede Interagencial de Informações para a Saúde. http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2000/fqc01.htm

Brasil. (2018). Ministério da Saúde. Número de Óbitos na idade de 0 a 6 dias por 1.000 nascidos vivos Brasil, 2000-2011. Rede Interagencial de Informação para a Saúde RIPSA. http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2012/c0101b.htm

Brasil. (2012). Ministério da Saúde. Secretária de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Atenção à Saúde do Recém-nascido: guia para os profissionais de saúde/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (2a ed.), Brasília: Ministério da Saúde http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_saude_recem_nascido_v1.pdf

Brasil. (2013). Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise da Situação em Saúde. Mortalidade infantil no Brasil: tendências, componentes e causas de morte no período de 2000 a 2010. In: Brasil. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Síntese de evidências para políticas de saúde: reduzindo a mortalidade perinatal. Brasília: Ministério da Saúde/EVIPNet Brasil.http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/sintese_evidencias_reduzindo_mortalidade_infantil.pdf

Ceará. (2015). Secretaria de Saúde do Estado (SESA). Informe epidemiológico: mortalidade infantil. https://www.saude.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/9/2018/06/informe_mortalidade_materna_junho_2015.pdf

Daripa, M. et al. (2013). Asfixia perinatal associada à mortalidade neonatal precoce: estudo populacional dos óbitos evitáveis. Rev. Paul Pediatria. 31(1), 37-45. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-05822013000100007

Datasus. (2015). Departamento de Informática do SUS. Sistema de Informação de Mortalidade. http://datasus.saude.gov.br/sistemas-e-aplicativos/eventos-v/sim-sistema-de-informacoes-de-mortalidade

Demitto, M. O. et al. (2017). Gestação de alto risco e fatores associados ao óbito neonatal [internet]. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 51(3), e03208. https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S00802342017000100409&script=sci_abstract&tlng=pt

Dias, V. M. O. (2013). Infecção relacionada à assistência à saúde precoce em unidade neonatal de alto risco [dissertação]. Fortaleza: Universidade Estadual do Ceará. http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/4818/1/2013_dis_vmodias.pdf

Fernandes, M. C. & Rudek, M. & Souto, A.S. (2015). Recém-nascidos banhados em líquido amniótico meconial: atendimento em sala de parto e ocorrência de síndrome da aspiração meconial. Arq. Catarin Med. [internet], 44(4), 48-56. http://www.acm.org.br/acm/seer/index.php/arquivos/article/view/47

Ferrari, R. A. P. & Bertolozzi, M.R. & Dalmas, J. C. & Girotto, E. (2013). Determining factors for neonatal mortality in a city in the Southern Region of Brazil. Revista da Escola de Enfermagem da USP [Internet], 47(3), 531-538. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S008062342013000300531&script=sci_arttext&tlng=en

França, E. & Lansky, S. (2016). Mortalidade Infantil Neonatal no Brasil: Situação, Tendências e Perspectivas [internet]. Anais do XVI Encontro Nacional de Estudos Populacionais –França. http://www.abep.org.br/publicacoes/index.php/anais/article/download/1763/1723

França, E.B. et al. (2017). Principais causas da mortalidade na infância no Brasil, em 1990 e 2015: estimativas do estudo de Carga Global de Doença. Rev. bras. epidemiol., [internet], 20(1), 46-60. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-790X2017000500046&lng=en&nrm=iso

Gaíva, M. A. M. & Bittencourt, R. M. & Fujimori, E. (2013). Óbito neonatal precoce e tardio: perfil das mães e dos recém-nascidos. Rev. Gaúcha Enferm., [internet], 34(4), 91-97. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-1447201300040001

Gaíva, M. A. M. & Fujimori, E. & Sato, A. P. S. (2015). Mortalidade neonatal: análise das causas evitáveis [Neonatal mortality: analysis of preventable causes]. Revista Enfermagem UERJ [internet], 23(2), 247-253. https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/rt/captureCite/5794/0

Gomes, F. E. S. et al. (2020). Impacto da implantação dos centros de parto normal na qualidade de assistência obstétrica. Research, Society and Development, 9(11), e3249119509. 10.33448/rsd-v9i11.9509. https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/9509.

Guilherme, M. (2017). Sistema Ceará Agora de Comunicação. Lista dos municípios do Ceará por população [internet]. http://www.cearaagora.com.br/site/lista-de-municipios-do-ceara-por-populacao/

Hentges, C. R. et al. (2014). Associação de sepse neonatal tardia com atraso do neurodesenvolvimento nos primeiros dois anos de vida de recém-nascidos pré-termos de muito baixo peso. J. Pediatr. (Rio J.), 90(1), 50-57. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0021-75572014000100050&script=sci_abstract&tlng=pt

Jacinto, E. & Aquino, E. M. L. & Mota, E. L. A. (2013). Mortalidade perinatal no município de Salvador, Bahia: evolução de 2000 a 2009. Rev. Saúde Pública [internet], 47(5), 846-853. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102013000500846&lng=en&nrm=iso

Jodas, D. A. & ScochiII, M. J. & Vicente, J. B. & Colucci, A.G. (2013). Análise dos óbitos evitáveis de menores de cinco anos no município de Maringá-PR. Esc. Anna Nery [internet], 17(2), 263-270. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-81452013000200009&lng=en&nrm=iso

Kassar, S. B. & Melo, A. M. C. & Coutinho, S. B. & Lima, M. C. & Lira, P. I. C. (2013). Fatores de risco para mortalidade neonatal, com especial atenção aos fatores assistenciais relacionados com os cuidados durante o período pré-natal, parto e história reprodutiva materna. Jornal de Pediatria (Rio J) [internet], 89(3), 269−277. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0021-75572013000300009&script=sci_abstract&tlng=pt

Lansky, S. et al. (2014). Pesquisa Nascer no Brasil: perfil da mortalidade neonatal e avaliação da assistência à gestante e ao recém-nascido. Cad Saude Publica [internet]. 39(1), S192-207. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2014001300024

Morais, S. S. F. (2015). Perfil do óbito neonatal precoce em um estado do nordeste brasileiro [dissertação]. Fortaleza: Universidade Estadual do Ceará. http://www.uece.br/cmasp/dmdocuments/S%C3%94NIA_SAMARA_FONSECA_DE_MORAIS.pdf

Moreira, K. F. A. & Bicalho, B. O. & Santos, L. C. S. & Amaral, F. M. G. S. & Orfão, N.H. & Cunha, M. P. L. (2017). Perfil e evitabilidade de óbito neonatal em um município da amazônia legal [internet], 2(2), e48950. https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/48950/pdf

Nascimento Júnior, F. J. M. & Silva, J. V. F. & Ferreira, A. L. C. & Rodrigues, A. P. R. A. (2014). A síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido: fisiopatologia e desafios assistenciais. Ciências Biológicas e da Saúde [Internet], 2(2), 189-198. https://periodicos.set.edu.br/index.php/fitsbiosaude/article/view/1836/1054

ONU - Organização das Nações Unidas. (2015). ONU: 16 MIL crianças morrem diariamente, revela novo relatório sobre mortalidade infantil [internet]. https://nacoesunidas.org/onu-16-mil-criancas-morrem-diariamente-revela-novo-relatorio-sobre-mortalidade-infantil1/

Ribeiro A. (2018) "O que é mortalidade infantil?"; Brasil Escola [internet]. https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-mortalidade-infantil.htm

Ribeiro, F. D. & Ferrari, R. A. P. & Sant'Anna, F. L. & Dalmas, J. C. & Girotto, E. (2014). Extremos de idade materna e mortalidade infantil: análise entre 2000 e 2009. Rev. Paul Pediatria [internet], 32(4), 381–388. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-05822014000400381&script=sci_arttext&tlng=pt

Rodrigues, A.V. (2018). Ceará lança programa para reduzir mortes maternas e neonatais. Portal do Governo. Governo do Estado do Ceará [internet]. https://www.ceara.gov.br/2018/03/26/ceara-lanca-programa-para-reduzir-mortes-maternas-e-neonatais/

Rosa, N. P. da; Oliveira, D. C. de; Jantsch, L. B.; Neves, E. T. (2020). Agravos agudos de saúde de bebês prematuros moderados e tardios no período neonatal. Research, Society and Development, 9(7), e251974156. https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/4156.

Santos, H. G. & Andrade, S. M. & Silva, A. M. R. & Mathias, T. A. F. & Ferrari, L. L. & Mesas, A. E. (2014). Mortes infantis evitáveis por intervenções do Sistema Único de Saúde: comparação de duas cortes de nascimentos. Ciênc. Saúde Coletiva [Internet], 19(03):907-16. https://www.redalyc.org/pdf/630/63030163025.pdf

Silva, A. L. & Mathias, T. A. F. (2014). Fatores de risco independentes associados a óbitos infantis. Acta Paul Enferm., [internet], 27(1), 48-55. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-21002014000100011&script=sci_arttext&tlng=pt

Silva, C. F. & Leite, A. J. M. & Almeida, N. M. G. S. & Leon, A. C. M. P. & Olofin, I. & Perinatal, R. N. N. S. (2014). Fatores associados ao óbito neonatal em recém-nascidos de alto risco. Cad. Saúde Pública [internet], 30(2), 355-368. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-311X2014000200355&script=sci_abstract&tlng=pt

UN. (2015). United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division (2015). World Population Prospects: The 2015 Revision, DVD Edition [internet]. https://esa.un.org/unpd/wpp/publications/files/key_findings_wpp_2015.pdf

Published

15/01/2021

How to Cite

MORAIS , S. S. F. de .; LINARD, C. F. B. M. .; SILVA, F. R. da .; CÂNDIDO, J. A. B. .; SILVA, S. R. da .; VASCONCELOS, A. Ávila .; PINTO, F. J. M. . Factors associated with early neonatal debt in a northeast brazilian state. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 1, p. e30310111483, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i1.11483. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/11483. Acesso em: 8 mar. 2021.

Issue

Section

Health Sciences