Maternal evasion: what policies do companies have been adopting in order to not lose their employees for maternity? A multicle study

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i1.11737

Keywords:

Maternity; Business Policies; Evasion.

Abstract

This paper searches to identify the policies that are being adopted by companies to retain employees that are mothers, since the leaving of those professionals would result in several issues for the companies, once there are only few studies about this subject in the academic scenario. To do so, it was used the multiple case study method, through two interviews and two documents analysis, all of them in large companies. The data obtained was submitted to analysis by means of the categorization in an emergent manner, or else, the categories of analysis are derived from the results. Through this, three categories of analysis were created, however, the one category that concentrated the biggest highlight of these categories was the “types of benefits”. The results indicate that companies end up concentrating their benefits on specific points, very close to the legislation in force in each country, and do not use a business policies framework that could attend and retain their mother employees.

References

Andrade, T. (2016). Mulheres no mercado de trabalho: onde nasce a desigualdade? Estudo Técnico Câmara dos Deputados, Consultoria Legislativa. Recuperado de: https://bityli.com/pbhdH.

Ansiliero, G. & Rodrigues, E. B. O. (2007). Histórico e Evolução Recente da Concessão de Salários-Maternidade no Brasil. Informe de Previdência Social. 19(02).

Basilio, A. (2014). Mulheres melhoram o desempenho no trabalho após ser mãe. Revista Crescer. https://bityli.com/5z84X.

Baylão, A. L. S. & Schettino, E. M. O. (2014). A inserção da mulher no mercado de trabalho brasileiro. XI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia. 3(02).

Botello, H. A., & Alba, A. L. (2014). O efeito da maternidade sobre os salários femininos na américa latina. Semestre Económico, 17(36), 13-38.

Brasil, A. (2017, março 10). Maternidade e carreira profissional: as boas práticas empresariais sustentáveis e produtivas. https://bityli.com/Jtevs.

Brasil. (2018). Senado Federal. Projeto de Lei do Senado, n. 72, de 2017. https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/128502.

Carmo, J. (2019). Mesmo com maior grau de escolaridade, mulheres ganham menos que homens. https://bityli.com/Ag2fQ.

Carvalho Neto, A. M. de, Tanure, B., & Andrade, J. (2010). Executivas: carreira, maternidade, amores e preconceitos. RAE eléctron., 9(1).

Dalpino, C. (2018). As dificuldades da volta ao trabalho depois da licença-maternidade. https://bityli.com/3IpJn.

Fernandes, V. M. B., et. al. (2018). Condutas de gestores relacionadas ao apoio ao aleitamento materno nos locais de trabalho. Texto & Contexto – Enfermagem, 27(3).

Fiorin, P. C., Oliveira, C. T., & Dias A. C. G. (2014). Percepções de mulheres sobre a relação entre trabalho e maternidade. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 15(1), 25-35.

Fonseca, A. L. B. (2011). Gravidez, maternidade e análise comportamental da cultura: crenças e atitudes de agentes comunitárias de saúde e adolescentes grávidas do sertão do brasil. (Tese de doutorado). Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES, Brasil. Recuperado de: https://bityli.com/kfcnv.

Grant, W. H. A. (2001). Maternidade, o Trabalho e a Mulher. LEPSI IP/FE. Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.

Guimarães, R. P.F., & Martinez, L. (2017). Desafios da Reforma Trabalhista. Revista dos Tribunais.

IBGE. (2012). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mulher no mercado de trabalho: perguntas e respostas. Pesquisa mensal de emprego - pme. https://bityli.com/bnz2c.

IBGE. (2017). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira: 2017. http://renastonline.ensp.fiocruz.br/sites/default/files/arquivos/recursos/liv101459.pdf.

Lauschner, M. C. X. G. da S., Cavalcante, M. S., & Torres, I. C. (2012). Mulher e mercado de trabalho: conquistas, drama e sofrimento. IV Seminário de Trabalho e Gênero - protagonismo, ativismo, questões de gênero revisitadas.

Lessa, D. (2007). Especial Licença-Maternidade 2 - Evolução das leis e costumes sobre licença-maternidade no Brasil. Câmara dos Deputados. Reportagem especial. https://bityli.com/2Ulne.

Maes, J. (2017). Essas empresas souberam acolher suas profissionais mães. E todo mundo saiu ganhando. Recuperado de: https://bityli.com/bOnXD.

Mamona, K. S. (2013). Maioria das brasileiras não volta ao trabalho após a licença-maternidade. Recuperado de: https://bityli.com/AGQX2.

Moraes, R., & Galiazzi, M. do C. (2006). Análise textual discursiva: processo reconstrutivo de múltiplas faces. Ciência. & educação, 12(1), 117-128.

Olivieri, M. (2019). Como as empresas podem reter mais mães no mercado de trabalho? https://bityli.com/yarJu.

Pasinato, L., & Mosmann, C. P. (2016). Transição para a parentalidade e a coparentalidade: casais que os filhos ingressaram na escola ao término da licença-maternidade. Avances en Psicología Latinoamericana, 34(1), 129-142.

Pinheiro, J. L., & Gois, J. B. H. (2013). Amplitude da gestão da(s) diversidade(s) - implicações organizacionais e sociais. ReCaPe Revista de Carreiras e Pessoas, 3(2).

Saraiva, L. A.S., & Irigaray, H.A.R. (2009). Políticas de diversidade nas organizações: uma questão de discurso? Revista Administração Empresarial, 49(3), 337-348.

Spricigo, C. (2017). Gestão empresarial e ascensão feminina: estudo de caso numa empresa da região sul do Brasil. II Seminário Nacional de Serviço Social, Trabalho e Políticas Sociais Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis.

Trevisan, R. (2015). Como não sofrer na volta ao trabalho depois da licença maternidade. Revista cláudia. https://bityli.com/mrbbi.

Trevizan, K. (2019). Pesquisa mostra que 30% das mulheres deixam trabalho por causa dos filhos, homens são 7%. https://bityli.com/7d7ak.

Uchôa, M. R. (2016). Mulher e mercado de trabalho no brasil: um estudo sobre igualdade efetiva: baseado no modelo normativo espanhol. ltr.

Umeda, G. & Trindade, C. (2004). Possíveis Definições Para As Políticas Empresariais: Um Estudo Bibliográfico. Política dos negócios e economia de empresas.

Vasconcelos, I. S. (2013). Mulher e Mercado de Trabalho no Brasil: Notas de uma História Em Andamento. Revista Examãpaku. 3(2).

Vergara, S. C. (2009). Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração (11a ed.). Atlas.

Yin, R. K. (1984). Case study research: design and methods. Sage.

Yin, R. K. (2001). Estudo de caso: Planejamento e Métodos (2a ed.). Bookman.

Published

10/01/2021

How to Cite

MOREIRA, L. M.; OLIVEIRA JUNIOR, M. .; SADOCCO, R. R. S. .; FARIA, D. W. de .; BASSOTTO, L. C. .; PEREIRA, A. L. C. .; FERREIRA, P. A. .; TEODORO, A. J. da S. .; DINIZ, I. R. .; PUTTI, F. F. . Maternal evasion: what policies do companies have been adopting in order to not lose their employees for maternity? A multicle study. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 1, p. e24010111737, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i1.11737. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/11737. Acesso em: 25 jan. 2021.

Issue

Section

Human and Social Sciences