Teaching competencies for Teaching and Research from the perspective of professional sustainability

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i1.12007

Keywords:

Sustainable skills; Teacher competences; Job market.

Abstract

Demands of society impose challenges to the Higher Education teacher, facing the internationalization, cultural diversity, new educational conceptions and the demand for academic production. Faced with this reality, the idea arises that the teaching competences need to be sustainable, that is, flexible, adaptable and strategic. With this argument, it is questioned what dimensions define the competences of the Higher Education teacher in the context of their professional sustainability. In order to do so, the objective is to dimension teacher competences for teaching and research and to understand them in the light of current professional demands. The research presents a quantitative step, in which it carried out Exploratory Factor Analysis and Confirmatory Factor Analysis, based on the answers (213 teachers) to the (adapted) questionnaire of the Pereira instrument (2007); and qualitative, based on three semi-structured interviews (managers of the area of Teaching, Research and Extension), identifying dimensions in the quantitative phase to the contents, when, through co-occurrences, it was discussed about sustainable teacher competences. Sustainability is associated with the grouping of the six dimensions, which were: flexibility, which unfolds in empathy, proactivity and adaptation; to the ability with management, in the sense of know-how in front of the daily activities; to the didactic-pedagogical potential, which combines knowledge in harmony with an interactive and communicative environment; to ethical commitment, to social and political responsibility; to Innovation and Cooperation, in search of innovative formulations.

Author Biography

Carla Maria Holanda de Lima Façanha, Faculdade Gestão & Negócios

Mestrado em Administração de Empresas pela Universidade de Fortaleza ? UNIFOR, tendo como linha de pesquisa estudos Sócio Ambientais com área de concentração voltada para Fundamentos e Processos Estratégicos para a Sustentabilidade; Especialização em Gestão de Pessoas pela Universidade Federal do Ceará- UFC; Graduação em psicólogia pela Universidade de Fortaleza - UNIFOR

References

Addor, F (Org.) (2015). Extensão e Políticas Públicas – o agir integrado para o desenvolvimento social. Editora UFRJ.

Addor, F. & Henriques, F. C. (Org.) (2015) Tecnologia, participação e território – reflexões a partir da prática extensionista. Editora UFRJ.

Addor, F. & Lianza, S. (Org.) (2015) Percursos na extensão universitária – saindo da torre de marfim. Editora UFRJ.

Almeida, F. (2008). Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. Campus Elsevier.

Arocena, R. & Sutz, J. (2005). Latin American Universities: from an original revolution to an uncertain transition. Higher Education, 50, 573-592.

Bardin, L. (2011). Análise de Conteúdo. Edições 70.

Barney, J. B. & Hesterly, W. S. (2007). Administração Estratégica e Vantagem Competitiva: casos brasileiros. Pearson.

Beshara, G. (2016). Educação e política externa: a experiência brasileira no Mercosul Educacional. http://www.users.rdc.puc-rio.br/agendas_de_politi- ca_externa_iri /pdfs /ec /rel_ic _/rel-ac-gregory.pdf.

Bezerra, F. A. (2012). Análise Fatorial. In: Corrar, L. J, et al. (Org.). Análise Multivariada: para os Cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia. 1 ed, 4. Reimpr, São Paulo: Atlas.

Bonfim, R. M. (2012). Competência profissional: uma revisão bibliográfica. Revista Organização Sistêmica, 1 (1).

Boog, G. G. (1991). O desafio da competência: Como enfrentar as dificuldades do presente e preparar sua empresa para o future. Best Seller.

Brackmann, M. M. (2013) A Internacionalização da Educação Superior e Política externa brasileira: A contribuição da UNILA. Competências, Porto Alegre, RS, 6 (1), 11-29.

Brasil. Decreto-lei nº 205 (2009). Diário da República, 1º série, nº 168, 31 de agosto de 2009. (Revisão dos estatutos das carreiras docente do ensino universitário, de investigação, e docente do ensino superior politécnico).

Campos, V. T. B., Silva, F. A. & Cicillini, G. A. (2015) Os sentidos dos silêncios na educação: representações sociais de professores formadores da Universidade Federal de Uberlândia. MG. ETD: Educação Temática Digital, 17, 442-462.

Duarte, M. E. (2004). O indivíduo e a organização: Perspectivas de desenvolvimento. Psychologica, Special issue, 549-557.

Dudziak, E. A. (2003). Análise das competências essenciais nos grupos de pesquisa: estudo do caso em três laboratórios na escola politécnica da USP. In: Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica, 23, 2003, Anais... São Paulo, 2863-2877.

Dutra, J. S. (2004). Competências conceitos e instrumentos para a gestão de pessoas na empresa moderna. Atlas.

Ferreira, L. R. (2015). O trabalho do Professor Jovem-Doutor na Pós-Graduação: produção de conhecimento e discurso do professor, Tese de Doutorado em Educação, Universidade Federal de São Carlos.

Fleury, M. T. L. & Fleury, A. (2001). Construindo o Conceito de Competência. Revista de Administração Contemporânea, 183-196.

Fleury, M. T. L & Fleury, A. (2004). Estratégias empresariais e formação de competências: um quebra-cabeça caleidoscópio da indústria brasileira. (3a ed.), Atlas.

Fornell, C. & Larcker, D. F. (1981). Evaluating structural equation models with unobservable variables and measurement error. Journal of Marketing Research. 18 (1), 39-50.

Freire, P. (1997). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz na Terra.

Guitel, V. (2006). Intercultural or Cross Cultural Management? The confirmation of the research field and the issue concerning the definition and the development of an intercultural competency for expatriates and international managers. Revista Economia e Gestão (E&G), 6 (12).

Hamel, G. & Prahalad, C. K. (1995). Competindo pelo futuro: estratégias inovadoras para obter o controle do seu setor e criar os mercados de amanhã. Campus.

Healey, M. (2005). Linking research and teaching: exploring disciplinary spaces and the role of inquiry-based learning. In: Barnett, R (Ed.). Reshaping the University: New Relationships between Research, Scholarship and Teaching. McGraw Hill: Open University Press.

Joly, M. C. R., Silva, B. D. & Almeida, L. S. (2012). Avaliações das competências docentes para utilização das tecnologias digitais. Currículo sem Fronteiras, 12 (3), 83-96, set./ dez.

Hair, Jr. et al. (2009). Análise Multivariada de Dados. Tradução Adonai Schlup Sant Ánna e Alselmo Chaves Neto. (6a ed.) Bookman.

Hair Jr., J., Gabriel, M. & Patel, V. (2014). Modelagem de Equações Estruturais baseada em Covariância (CB-SEM) com o AMOS: orientações sobre a sua aplicação como uma ferramenta de pesquisa de Marketing. Revista Brasileira de Marketing, 13 (2), 43-53.

Hair, J. F., Hult, T. M., Ringle, C. M. & Sarstedt, M. (2014). A Primer on Partial Least Squares Structural Equation Modeling (PLS-SEM). Los Angeles: SAGE.

Knowles, M. (1980). The modern practice of adult education, revised and updated. Englewood Cliffs: Prentice Hall Regents.

Le Boterf, G. (2003). Desenvolvendo a competência dos profissionais. Artmed.

Leite Filho, G. A. R. & Martins, G. A. (2006). Relação orientador orientado e suas influências no processo de elaboração de e dissertações. Revista de Administração Eletrônica-RAE, Ed. especial.

Lima, G. C. (2003). O Discurso da sustentabilidade e suas implicações para a educação. Ambiente & Sociedade, 6 (2), 99-119.

Marli, A. (2010). Formação de professor: A constituição de um campo de estudos. Educação. 33 (3), 174-181.

Masetto, M. T. (2003). Competência pedagógica do professor universitário. Summus.

Malhotra, N. K. (2012). Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. (6a ed.), Bookman.

Marôco, J. (2014). Análise de equações estruturais: fundamentos teóricos, software & aplicações. (2a ed.), Pêro Pinheiro: ReportNumber.

McClelland, D. C. (1973). Testing for competence rather than for “intelligence”. American Psychologist, 1-14.

Medeiros, A. C. P. (2007). Análise da relevância das competências individuais para o ensino: Um estudo de caso no curso de Administração da Faculdade de Ciências humanas e Sociais da Igarassu – PE. Dissertação (Mestrado em Administração) – Centro de Pesquisa em Administração, Faculdade de Boa Viagem, Cidade.

Michaux, V. (2011). Articular as competências individual, coletiva, organizacional e estratégica: esclarecendo a teoria dos recursos e do capital social. In.: Retour, D. et al. Competências coletivas: no limiar da estratégia. Bookman.

Minayo, M. C. S. (2014). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. (14a ed.), Hucitec.

Moura, M. A. M. & Soares, F. (2009). A Sustentabilidade da Carreira dos Profissionais no Século XXI: Reflexões sobre as Competências Baseadas no Comportamento de Entrega e o Mito Proteu. Revista Gestão & Tecnologia, Pedro Leopoldo, 9 (2), 1-16.

Nassif, V. M. J. & Hanashiro, D. M. M. (2005). Competências de Professores: Um Fator Competitivo. Revista Brasileira de Gestão de Negócios-RBGN, São Paulo, 8 (20), 45-56.

Nassif, V. M. J., Hanashiro, D. M. M. & Torres, R. R. (2010). Fatores que influenciam na percepção das competências para o exercício da docência. Revista Brasileira de Educação, 15, (44), 364-379.

Nivala, M. (2009) Simple answers for complex problems: education and ICT in Finnish information society strategies. Media, Culture & Society, SAGE Publications, Los Angeles, London, New Delhi and Singapore, 31 (3), 433-448.

Pereira, M. A. C. (2007). Competências para o ensino e a pesquisa: Um Survey com docentes de engenharia química. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Perrenoud, P. (2000). Dez novas competências para ensinar. Artes Médicas Sul.

Prahalad, C. K. & Hamel, G. (1990). The core competence of the corporation. Harvard Business Review, Boston, 68 (3), 79-91.

Rebelo, P. V., Pessoa, T. & Barreira, C. (2010). Ser Professor Universitário: estudo exploratório em torno de concepções e de práticas. Revista Portuguesa de Pedagogia, 44 (1), 63-82.

Ruas, R. (2005). Gestão por competências: uma contribuição à estratégia das organizações. In: Ruas, R. L., Antonello, C. S. & Boff, L. H. (Org.). Aprendizagem organizacional e competências. Porto Alegre: Bookman.

Severino A. J. (2013). Da docência no ensino superior: condições e exigências, Comunicações, Piracicaba, 20 (1) 43-52.

Sguissardi, V. & Silva Júnior, J. R. (2009) Trabalho intensificado nas federais: Pós-graduação e produtivismo acadêmico. Xamã Editora.

Souza, J. J. M. (2010). A internacionalização e a mobilidade na educação Superior: O debate na America latina. 10 (2)

Teichler, U. (2004). The Changing debate on Internationalization of higher education. Higher Education, 48, 5-46.

Ubeda, C. L. (2003). A gestão de competências em uma empresa de pesquisa e desenvolvimento. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos.

Vasconcelos, F. C. & Cyrino, A. B. (2000). Vantagem competitiva: os modelos teóricos atuais e a convergência entre estratégia e teoria organizacional. Revista de Administração de Empresas, 40 (4), 20-37.

Veiga, I. P. A. (2011). A docência na Educação Superior e as didáticas especiais: campos em construção, Educação, Santa Maria, 36 (3), 455-464.

Zarifian, P. (2001). Objetivo competência: por uma nova lógica. Atlas, 2001.

Published

25/01/2021

How to Cite

FAÇANHA, C. M. H. de L. . .; BIZARRIA, F. P. de A. . Teaching competencies for Teaching and Research from the perspective of professional sustainability. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 1, p. e47810112007, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i1.12007. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/12007. Acesso em: 21 apr. 2021.

Issue

Section

Human and Social Sciences