Acute effects of different heating strategies on benchmark Fran performance in Crossfit practitioners

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i9.18019

Keywords:

High intensity interval training; Warm up exercise; Muscle stretching exercises.

Abstract

Warming up is an important preparatory strategy for good physical performance during training, however its methodological application in CrossFit is still little discussed. This study aims to verify the acute effect of different warm-up strategies on benchmark Fran performance in CrossFit practitioners. This is a cross-sectional study with a quantitative approach, composed of an intentional non-probabilistic sampling of CrossFit practitioners. Initially, weight, height, body mass index and fat percentage will be evaluated for sample characterization purposes. Following will be performed the 1-RM test to determine the load and intensity of individual training. After obtaining diagnostic data, active static stretching (SS) and specific warm-up (SW) will be applied on different days, followed by the benchmarking performance “Fran”, through the assessment of heart rate, systolic blood pressure (SBP) and diastolic (DBP) and Borg scale. The results characterized a sampling with anthropometric and body composition parameters homogeneous. Specific warming showed a lower response of heart rate (168.65 ± 16.9 bpm) and subjective perception of exertion (6.65 ± 1.26) compared to static stretching (178.8 ± 13.50 and 7 75 ± 1.11, respectively), however the pressure responses were not statistically different (SBP: 151.5 ± 27.39 mmHg vs. 154.5 ± 10.99 mmHg; DBP: 116 ± 5.98 mmHg vs. 117.5 ± 10.69 mmHg. In conclusion, specific warm-up promoted less cardiovascular work after benchmarking compared to static stretching.

References

Abbud, N., Tabet, J., & Dias, M. (2013). Efeito do aquecimento específico em um teste de repetições máximas no exercício de supino reto. Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery, 14, 1-16.

Aissa, J. C., de Andrade Perez, S. E., Baldissera, V., & de Souza Lino, A. D. (2018). Relação entre frequência cardíaca e percepção subjetiva de esforço em indivíduos entre 10 e 15 anos na natação. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 12(76), 597-604.

Bastos, C. L. B., do Rosário, A. C. S., Portal, M. D. N. D., Neto, G. R., Silva, A. J., & da Silva Novaes, J. (2014). Influência aguda do alongamento estático no comportamento da força muscular máxima. Motricidade, 10(2), 90-99.

Bradley, P. S., Olsen, P. D., & Portas, M. D. (2007). The effect of static, ballistic, and proprioceptive neuromuscular facilitation stretching on vertical jump performance. The Journal of Strength & Conditioning Research, 21(1), 223-226.

Butcher, S. J., Neyedly, T. J., Horvey, K. J., & Benko, C. R. (2015). Do physiological measures predict selected CrossFit® benchmark performance?. Open access journal of sports medicine, 6, 241.

Cramer, J. T., Housh, T. J., Johnson, G. O., Miller, J. M., Coburn, J. W., & Beck, T. W. (2004). Acute effects of static stretching on peak torque in women. The Journal of Strength & Conditioning Research, 18(2), 236-241.

D'Assunção, W., Daltro, M., Simão, R., Polito, M., & Monteiro, W. (2007). Respostas cardiovasculares agudas no treinamento de força conduzido em exercícios para grandes e pequenos grupamentos musculares. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 13, 118-122.

Endlich, P. W., Farina, G. R., Dambroz, C., Gonçalves, W. L. S., Moysés, M. R., Mill, J. G., & Abreu, G. R. D. (2009). Efeitos agudos do alongamento estático no desempenho da força dinâmica em homens jovens. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 15, 200-203.

Enoka, R. M. (2000). Bases neuromecânicas da cinesiologia. São Paulo: Manole.

Fermino, R. C., Winiarski, Z. H., Rosa, R. J. D., Lorenci, L. G., Buso, S., & Simão, R. (2005). Influência do aquecimento específico e de alongamento no desempenho da força muscular em 10 repetições máximas. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 13(4), 25-32.

Foster, C., Florhaug, J. A., Franklin, J., Gottschall, L., Hrovatin, L. A., Parker, S., ... & Dodge, C. (2001). A new approach to monitoring exercise training. The Journal of Strength & Conditioning Research, 15(1), 109-115.

Gerhart, H. D. (2013). A comparison of CrossFit training to traditional anaerobic resistance training in terms of selected fitness domains representative of overall athletic performance. Thesis (Master of Science). Indiana University of Pennsylvania, School of Graduate Studies and Research. Pennsylvania,

Glassman, G. (2021). O guia de treinamento CrossFit. Disponível em <http://library.CrossFit.com/free/pdf/CFJ_L1_TG_Portuguese.pdf> Acesso em: 07 jul. 2021.

Gomes, A. C. (2009). Treinamento Desportivo: Estruturação e Periodização. 2. ed. Porto Alegre: Artmed.

Lopes, C. R., Soares, E. G., Santos, A. L. R., Aoki, M. S., & Marchetti, P. H. (2015). Efeitos do alongamento passivo no desempenho de séries múltiplas no treinamento de força. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 21, 224-229.

Machado, A. F. & Abad, C. C. C. (2012). Manual de Avaliação Física. 2. ed. São Paulo: Ícone.

Marek, S. M., Cramer, J. T., Fincher, A. L., Massey, L. L., Dangelmaier, S. M., Purkayastha, S., ... & Culbertson, J. Y. (2005). Acute effects of static and proprioceptive neuromuscular facilitation stretching on muscle strength and power output. Journal of athletic training, 40(2), 94.

Mcardle, W. D., Katch, F. I. & Katch, V. L. (2016). Fisiologia do exercício: nutrição, energia e desempenho humano. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Menezes, R. D. C. (2013). O forte do mercado: Uma análise do mercado de Fitness não convencional. Dissertação (Mestrado em Gestão Empresarial) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro.

Nakamura, F. Y., Moreira, A., & Aoki, M. S. (2010). Monitoramento da carga de treinamento: a percepção subjetiva do esforço da sessão é um método confiável. Journal of Physical Education, 21(1), 1-11.

Paine, J., Uptgraft, J., & Wylie, R. (2010). CrossFit study. Command and General Staff College, 1-69. Disponível em: <http://library.crossfit.com/free/pdf/CFJ_USArmy_Study.pdf> Acesso em: 07 jul. 2021.

Pereira, A. S., Shitsuka, D. M., Parreira, F. J. & Shitsuka, R. (2018). Metodologia da pesquisa científica. [e-book]. Santa Maria. Ed. UAB/NTE/UFSM. Disponível em: <https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=1> Acesso em 06 jul 2021.

Reis, MGR, Leão, APN, Carvalho, LMF de, & Landim, LA dos SR (2020). Perfil alimentar de praticantes de Crossfit: uma revisão da literatura. Research, Society and Development , 9 (11), e1439119579. https://doi.org/10.33448/rsd-v9i11.9579

Ribeiro, F. M., Oliveira, F., Jacinto, L., Santoro, T., Lemos, A., & Simão, R. (2007). Influência aguda do alongamento passivo e do aquecimento específico na capacidade de desenvolver carga máxima no teste de 10RM. Fitness & Performance Journal, 6(1), 5-9.

Simão, R., Giacomini, M. B., Dornelles, T. D. S., Marramom, M. G. F., & Viveiros, L. E. (2003). Influência do aquecimento específico e da flexibilidade no teste de 1RM. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, 2(2), 134-140.

Silveira, R. D. N. D., Farias, J. M. D., Alvarez, B. R., Bif, R., & Vieira, J. (2011). Efeito agudo do alongamento estático em músculo agonista nos níveis de ativação e no desempenho da força de homens treinados. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 17, 26-30.

Tibana, R. A., Almeida, L. A., & Prestes, J. (2015). Crossfit® risks or benefits? What do we know so far. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 23(1), 182-185.

Uchida, M. C., Charro, M. A., Bacurau, R. F. P., Navarro, F. & Pontes, F. L. (2006). Manual de musculação: uma abordagem teórico-prática do treinamento de força. 4. ed. São Paulo: Phorte.

Vieira, L. P., & Rosa, C. G. S. (2014). Influência do aquecimento e alongamento na redução da força e potência muscular ao exercício resistido: Revisão bibliográfica. Amazônia: Science & Health, 2(3), 38-43.

Weineck J. (2003). Treinamento Ideal. 9. ed. Barueri: Manole.

Published

26/07/2021

How to Cite

FREITAS, A. K. R. .; PINTO, N. V. Acute effects of different heating strategies on benchmark Fran performance in Crossfit practitioners. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 9, p. e30910918019, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i9.18019. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/18019. Acesso em: 23 sep. 2021.

Issue

Section

Education Sciences