The humanization of birth as a tool in the fight against obstetric violence: A reflective theoretical study

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i9.18092

Keywords:

Violence against women; Misuse of health services; Humanized birth; Sexual and reproductive rights.

Abstract

The objective was to contribute to the expansion of knowledge of the general population, especially women and the academic community, about the humanization of childbirth and obstetric violence. Reflective theoretical study, descriptive with a qualitative approach, the following databases were used for its execution: SCIELO, BVS, which is integrated with other databases such as LILACS, PAHO, WHOLIS and PUBMED. A total of 33 articles were selected, 3 of which were international and 30 of national origin. Mostly cross-sectional and descriptive studies with a qualitative approach. As inclusion criteria, original articles in Portuguese and English were used, respecting the publication time limit between 2011 and 2021. The themes that guided the research were: obstetric violence; prenatal care: preparation for childbirth, education of the pregnant woman and insertion of the partner/father; humanization in the pregnancy-puerperal period; role of the nurse and awareness of the team for humanization; knowledge of women about their rights during pregnancy and puerperal period. The importance of sensitizing the team, carrying out more research on these themes by professionals and by academics was perceived, so that the knowledge of the entire population could be expanded.

Author Biographies

Lidiane Barbosa Britto, Centro Universitário Estácio de Sergipe

Graduanda em Enfermagem

Wesley Mateus dos Santos Gonçalves, Centro Universitário Estácio de Sergipe

Graduando em enfermagem

Ana Fátima Souza Melo de Andrade, Centro Universitário Estácio de Sergipe

Mestre em saúde e ambiente

Weber de Santana Teles, Centro de Hemoterapia de Sergipe

Doutor em saúde e ambiente

Max Cruz da Silva, Faculdade Pio Décimo

Graduando em enfermagem

Ruth Cristini Torres, Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Sergipe

Doutora em saúde e ambiente

Ângela Maria Melo Sá Barros, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestrado/doutoranda em enfermagem

Paulo Celso Curvelo Santos Junior, Universidade Tiradentes

Mestre em saúde e ambiente

Marcel Vinícius Cunha Azevedo, Centro Universitário Estácio de Sergipe

Mestre 

Alejandra Debbo, Universidade Tiradentes

Médica reumatologista

References

Brasil, (2019). Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Balanço anual: Ligue 180 recebe mais de 92 mil denúncias de violações contra mulheres.

Brasil, Ministério da Saúde. (2013). Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde. 1, 16.

Brasil, Ministério da Saúde. (2013). Secretaria de Atenção à Saúde. Além da Sobrevivência: Práticas integradas de atenção ao parto, benéficas para a nutrição e a saúde de mães e crianças. Brasília: Ministério da Saúde, 11.

Brasil, Ministério da Saúde. (2002). Secretaria Executiva. Programa de Humanização no pré-natal e nascimento. 28.

Braz, I. M. A. et al. (2019). Interdisciplinaridade na assistência ao parto: percepção dos enfermeiros obstetras. Revista de Enfermagem UFPE on-line.13.

Carvalho, S. S. et al. (2019). Inserção do acompanhante no processo gravídico-puerperal. Rev Enferm. Online.

Cordeiro, E. L. et al. (2018). A humanização na assistência ao parto e ao nascimento. Revista de Enfermagem UFPE on-line, 12(8).

Cortés, M. S. et al. (2015). Uso e influência dos planos de parto e nascimento no processo de parto humanizado. Murcia: Rev. Latino-Am. Enfermagem. 23(3), 520-6.

Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ. (2012). Pesquisa Nascer no Brasil: inquérito nacional sobre parto e nascimento.

Fundação Perseu Abramo - FPA. (2010). Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado.

Gebremichael, M. W., et al. (2018). Women suffer more from disrespectful and abusive care than from the labour pain itself: a qualitative study from Women’s perspective. BMC Pregnancy Childbirth.

Gonçalves, M. F. et al. (2017). Pré-natal: preparo para o parto na atenção primária à saúde no sul do Brasil. Revista Gaúcha Enfermagem. 38(3).

Lansky, S. et al. (2019). Violência obstétrica: influência da exposição sentidos do nascer na vivência das gestantes. Revista Ciência & Saúde Coletiva. 24(8).

Leal, N. P. et al. (2021). Práticas sociais do parto e do nascer no Brasil: a fala das puérperas. Ciênc. Saúde Colet. 26(3).

Malta, R. B. & Santos, B. S. A. (2020). A encenação da violência obstétrica: (dis)junções entre a ficção e a realidade. Aracaju: Rev. Eletron. Comum. Inf. Inov. Saúde.

Mascarenhas, V. H. A. et al. (2019). Evidências científicas sobre métodos não farmacológicos para alívio da dor do parto. Teresina: Acta Paul Enferm. 32(3).

Mpembeni, R. N. M. et al. (2019). Realizing women’s right to maternal health: a study of awareness of rights and utilization of maternal health services among reproductive age women in two rural districts in Tanzania. PLoS One. 14(5).

Oliveira, M. S. S. et al. (2019). Vivências de violência obstétrica experimentadas por parturientes. Revista ABCS Health Sciences. 44(2).

Organização Mundial Da Saúde – OMS. (2018). Recomendations: intrapartum care for a positive childbirth experience. Geneva.

Pasche, D. F. et al. (2021). Transição do modelo de ambiência em hospitais que realizam partos na Rede Cegonha: Ciênc. Saúde Coletiva. 26(3).

Paula, E. et al. (2020). Violência obstétrica e o atual modelo obstétrico, na percepção das gestoras em saúde. Texto Contexto Enferm. 29(4).

Perkins, J. E. et al. (2019). Awareness and perceptions of women regarding human rights related to maternal health in rural Bangladesh. J Glob Health. 9(1).

Piler, A. A. et al. (2019). Fatores determinantes dos cuidados de enfermagem no processo de parturição. Revista de Enfermagem UFPE on-line. 13(1).

Rocha, N. F. F. & Ferreira, J. (2020). A escolha da via de parto e a autonomia das mulheres no Brasil: uma revisão integrativa. Saúde e sociedade. 44(125).

Sanches, M. E. T. L. et al. (2019). Atuação do enfermeiro obstétrica na assistência ao trabalho de parto e parto. Revista de Enfermagem UERJ. 27(2).

Silva, F. C. et al. (2019). O saber das puérperas sobre a violência obstétrica. Revista de Enfermagem UFPE on-line. 13(1).

Silva, M. S. & Aguiar, R. S. (2020). Conhecimento de enfermeiros da atenção primaria acerca da violência obstétrica. Revista Nursing.

Spigolon, D. N. et al. (2020). Percepções das gestantes quanto à escolha da via de parto. Saúde e pesquisa. 13(4).

Souza, V. B., Roecker, S. & Marcon, S. S. (2011). Ações educativas durante a assistência pré-natal: percepção de gestantes atendidas na rede básica de Maringá-PR. Maringá: Revista Eletrônica de Enfermagem. 13(2).

Tesser, C. D. et al. (2015). Violência obstétrica e prevenção quaternária: o que é e o que fazer. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. 10(35).

Viellas, E. F. et al. (2014). Assistência pré-natal no Brasil. Cad. Saúde Pública. 30.

Volpato, F. et al. (2020). Parto domiciliar planejado no contexto da covid-19: informações para a tomada de decisão. Scielo preprints.

Published

26/07/2021

How to Cite

BRITTO, L. B. .; GONÇALVES, W. M. dos S. .; ANDRADE, A. F. S. M. de .; TELES, W. de S. .; SILVA, M. C. da .; TORRES, R. C. .; BARROS, Ângela M. M. S. .; SANTOS JUNIOR, P. C. C. .; AZEVEDO, M. V. C. .; DEBBO, A. The humanization of birth as a tool in the fight against obstetric violence: A reflective theoretical study. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 9, p. e31510918092, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i9.18092. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/18092. Acesso em: 23 sep. 2021.

Issue

Section

Health Sciences