Early stimulation in premature children during home visit

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i10.18494

Keywords:

Early Intervention, Educational; Growth and Development; Infant, Premature; House calls.

Abstract

Objective: To evaluate the results of early global stimulation in preterm children during home visits. Method: Qualitative research, action-research type, carried out during home visits and in partnership with the Family Health Strategy in a neighborhood on the outskirts of the city of Maceió, Alagoas. The evaluation and monitoring of two children linked to the ESF was carried out. Data were collected through semi-structured interviews and physical examination, using as a basis the charts and graphs provided by the Ministry of Health and in the light of Vigotski's theoretical framework. Based on the findings, activities were planned and applied in partnership with the parents, over a period of four weeks, being carried out with the researcher once a week during this period, and with reassessment of the children in the last meeting. Results: It was evidenced that factors such as maternal age and income are factors that negatively influence child development. Likewise, the follow-up to the DC of premature infants in primary care does not occur satisfactorily, with consultations in the hospital environment being prioritized. Early global stimulation contributed positively to the children in the study, but when performed in the family's daily life. Conclusion: The importance of a professional nurse is highlighted, not only in the surveillance of the DC, but also as an agent in carrying out early stimulation. As a limitation, the study brought a small number of children evaluated, and therefore, it is suggested to carry out research with an increased number for a more reliable evaluation.

Author Biographies

Rita de Cássia Ramires da Silva, Universidade Federal de Alagoas

Graduanda de Enfermagem pela Escola de Enfermagem, UFAL

Camila Thayná Oliveira dos Santos, Universidade Federal de Alagoas

Graduanda de Enfermagem pela Escola de Enfermagem, UFAL

Milena Alicia da Silva Santos, Universidade Federal de Alagoas

Graduanda de Enfermagem pela Escola de Enfermagem, UFAL.

Lays da Silva Fidelis Freire, Universidade Federal de Alagoas

Graduanda de Enfermagem pela Escola de Enfermagem, UFAL.

Ana Carla de Oliveira Soares, Centro Universitário Tiradentes

Enfermeira. Mestre em Cuidados Intensivos, IMIP. Professora, Centro Universitário Tiradentes. Maceió, Alagoas, Brasil.

Ana Carolina Santana Vieira, Universidade Federal de Alagoas

Enfermeira. Doutora em Ciências da Saúde, UFAL. Universidade Federal de Alagoas. Professora. Maceió, Alagoas, Brasil.

Ingrid Martins Leite Lúcio, Universidade Federal de Alagoas

Enfermeira. Doutora em Enfermagem, UFAL. Universidade Federal de Alagoas. Professora. Maceió, Alagoas, Brasil.

Rossana Teotônio de Farias Moreira, Universidade Federal de Alagoas

Enfermeira. Doutora em Patologia Ambiental e Experimental, UNIP. Universidade Federal de Alagoas. Professora. Maceió, Alagoas, Brasil. 

Anne Laura Costa Ferreira, Universidade Federal de Alagoas

Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Professora. Maceió, Alagoas, Brasil.

References

Aires, L. C. D. P., Santos, E. K. A. D., Bruggemann, O. M., Backes, M. T. S., & Costa, R. (2017). Referência e contrarreferência do bebê egresso da unidade neonatal no sistema de saúde: percepção de profissionais de saúde da Atenção Primária. Escola Anna Nery, 21(2). https://doi.org/10.5935/1414-8145.20170028

Alagoas (2020). Decreto n°69.529, de 18 de março de 2020. Institui medidas temporárias de enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do covid-19 (coronavírus), no âmbito dos órgãos e entidades da administração direta e indireta do poder executivo estadual, e dá outras providências. Maceió, AL: Governo do Estado. https://www.imprensaoficial.al.gov.br/storage/files/diary/2020/03/DOEAL-2020-03-19-COMPLETO-40jawbo0vU3JyW-5iMtOkefb4QOhiXIOh0DClbNC8XOM4F9yiqQcu.pdf

Almeida, F. G. B. D. A. (2016). Crescimento físico e desenvolvimento motor em bebês prematuros menores que 1500 gramas acompanhados até os 2 anos. http://tede.upf.br/jspui/handle/tede/1336

Andrade, R. D., Hilário, J. S. M., Santos, J. S., Silva, J. D. P., Fonseca, L. M. M., & Mello, D. F. D. (2020). Cuidado de enfermagem materno-infantil para mães adolescentes: educação em saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, 73 (4). https://doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0769

Anunciação, L. L., de Lima Souza, S., de Carvalho, R. C., Aguiar, M. G. G., & Alves, A. B. L. (2018). A pesquisa-ação como caminho promissor para intervir frente à violência escolar. CIAIQ2018, 2. https://www.proceedings.ciaiq.org/index.php/ciaiq2018/article/view/1776

Balam, G. N. (2018). Desenvolvimento sociocognitivo e psicomotor em bebês prematuros: avaliações comportamentais e de rastreamento visual aos 12 meses de idade. http://tede.mackenzie.br/jspui/handle/tede/3527

Braga, M. S. (2020). Os benefícios do aleitamento materno para o desenvolvimento infantil. Brazilian Journal of Development, 6(9), 70250-70261. https://doi.org/10.34117/bjdv6n9-468

Brasil (2015). Portaria n°1.130, de 5 de agosto de 2015. Institui a Política de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde. Brasília, DF: Presidência da República. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2015/prt1130_05_08_2015.html.

Camilo, L. D. S. (2018). Avaliação do desenvolvimento infantil de crianças moradoras de comunidades em vulnerabilidade social de Maceió-AL. http://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/3418

Campos, D. (2011). Intervenção precoce em lactentes prematuros. Fisioterapia Brasil, 12(5), 374-378. https://doi.org/10.33233/fb.v12i5.942

Carniel, C. Z., Furtado, M. C. D. C., Vicente, J. B., Abreu, R. Z. D., Tarozzo, R. M., Cardia, S. E. T. R., ... & Cerveira, R. C. G. F. (2017). Influência de fatores de risco sobre o desenvolvimento da linguagem e contribuições da estimulação precoce: revisão integrativa da literatura. Revista Cefac, 19(1), 109-118. https://doi.org/10.1590/1982-0216201719115616

De La Taille, Y., De Oliveira, M. K., & Dantas, H. (2019). PIAGET, VIGOTSKI, WALLON: Teorias psicogenéticas em discussão. Summus editorial.

Dos Santos Teixeira, C. C. (2017). A importância da brincadeira no desenvolvimento cognitivo infantil. ID on line Revista de psicologia, 10(33), 94-102.

Fernandes, P. T. S., Santana, T. C., Nogueira, A. L., Santos, F. C., & Bertoncello, D. (2017). Desenvolvimento neuropsicomotor de recém-nascidos prematuros: uma revisão sistemática. ConScientiae Saúde, 16(4), 463-470. https://doi.org/10.5585/conssaude.v16n4.7835

Fattore, I. D. M., Uhde, R. M., Oliveira, L. D., Roth, A. M., & Souza, A. P. R. D. (2017). Análise comparativa das vocalizações iniciais de bebês prematuros e a termo, com e sem risco ao desenvolvimento. In CoDAS (Vol. 29, No. 4). Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. https://doi.org/10.1590/2317-1782/20172016075

Gaiva, M. A. M., Monteschio, C. C., Moreira, M. S., & Salge, A. M. (2018). Avaliação do crescimento e desenvolvimento infantil na consulta de enfermagem. Avances en Enfermería, 36(1), 9-21. doi: 10.15446/av.enferm.v36n1.62150

Gesteira, E. C. R., Braga, P. P., Nagata, M., Santos, L. F. C. D., Hobl, C., & Ribeiro, B. G. (2016). Método canguru: benefícios e desafios experienciados por profissionais de saúde. Rev. enferm. UFSM, 518-528. https://doi.org/10.5902/2179769220524

Granemann, J. L., & Anache, A. A. (2017). Processos de aprendizagem e desenvolvimento de crianças prematuras: uma temática essencial e salutar às áreas de educação e saúde. Interfaces da Educação, 8(22), 388-415. https://doi.org/10.26514/inter.v8i22.1646

Horta, K. C., & Soares, . M. (2020). O desenvolvimento de crianças nascidas pré-termo ou prematuras. Brazilian Journal of Development, 6(8), 58467-58475. https://doi.org/10.34117/bjdv6n8-308

Matos, L. A., Cavalcante, L. I. C., & Costa, E. F. Características do ambiente sociofamiliar e desenvolvimento neuropsicomotor de crianças: associações e implicações. Rev Subjetividades. 2017; 16 (3): 97-108. http://dx.doi.org/10.5020/23590777.16.3.97-108

Mello, D. F., Wernet, M., Veríssimo, M. D. L. Ó. R., & Tonete, V. L. P. (2017). Cuidar em enfermagem na primeira infância: contribuições do reconhecimento intersubjetivo. Revista Brasileira de Enfermagem, 70(2), 465-469. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0319

Ministério da Saúde. (2012). Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento. Cadernos de Atenção Básica, 33. http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/caderno_33.pdf

Ministério da Saúde (BR). (2016). Diretrizes de estimulação precoce: crianças de zero a 3 anos com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor decorrente de microcefalia. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_estimulacao_criancas_0a3anos_neuropsicomotor.pdf

Ministério da Saúde (BR). (2019). Método canguru: diretrizes do cuidado. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/metodo_canguru_diretrizes_cuidado_revi sada.pdf.

Monteiro, S. P. (2018). O serviço de estimulação precoce no Brasil após a política de inclusão. Pesquisa e Prática em Educação Inclusiva, 1(1), 90-100. https://periodicos.ufam.edu.br/educacaoinclusiva/article/view/4142

Monteiro, P. V. O., Cardoso, A. B. R., da Costa, L. L., Caldas, I. F. R., da Costa Cunha, K., & Chermont, A. G. (2020). Associações entre desenvolvimento motor e sociocomunicativo de prematuros e interação mãe-bebê. Revista Brasileira de Educação e Saúde, 10(3), 177-183. https://doi.org/10.18378/rebes.v10i3.7976

Moreira¹, K. C., & Sodré, C. L. (2018) A importância dos programas de estimulação precoce para o desenvolvimento infantil. Pontos de Vista em Diversidade e Inclusão volume 4, 86.

Neves, K. D. R., Morais, R. L. D. S., Teixeira, R. A., & Pinto, P. A. F. (2016). Crescimento e desenvolvimento e seus determinantes ambientais e biológicos. Jornal de Pediatria, 92(3), 241-250. https://doi.org/10.1016/j.jped.2015.08.007

Oliveira Machado, J. V., & Cavalcante, J. R. V. (2018). Reflexões sobre o desenvolvimento infantil e as aulas de educação física na perspectiva de Vygotsky. JOrnada brasileira de educação e linguagem/encontro do profeduc e profletras/Jornada de educação de Mato Grosso do Sul, 1(1). https://anaisonline.uems.br/index.php/jornadaeducacao/article/viewFile/4975/5001

Oliveira Severiano, A. A., de Sousa Dantas, D., de Oliveira, V. L. C., Mikael Lopes, J., de Souza, D. E., & Gomes Magalhães, A. (2017). Associação entre amamentação, fatores obstétricos e o desenvolvimento infantil de crianças do interior do nordeste brasileiro. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 27(2). http://dx.doi.org/10.7322/jhgd.114483

Pontes, E. D. S., de Araújo, M. G. G., da Silva, C. P., de Sousa, J. T. A., Dantas, E. N. D. A., da Silva, E. B., ... & Viera, V. B. (2018). A Importância do Aleitamento Materno nos Primeiros Seis Meses de Vida. International Journal of Nutrology, 11(S 01), Trab22. DOI: 10.1055/s-0038-1674319

Ribeiro, G. L. (2018). Intervenções precoces no desenvolvimento motor do prematuro–revisão sistemática. http://repositorio.ufu.br/handle/123456789/24333

Ribeiro, C. D. C., Pachelli, M. R. D. O., Amaral, N. C. D. O., & Lamônica, D. A. C. (2017). Habilidades do desenvolvimento de crianças prematuras de baixo peso e muito baixo peso. In CoDAS (Vol. 29, No. 1). Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. https://doi.org/10.1590/2317-1782/20162016058

Rodrigues, M. M. (2017). As contribuições de Vygotsky para o desenvolvimento das crianças com deficiência. Id on Line Revista de Psicologia, 10(33), 320-328.

Rosa, M. I. Z. D., Oliveira, R. P. D., Gerzson, L. R., Sbruzzi, G., & Almeida, C. S. D. (2019). Intervenção motora precoce em bebês prematuros: uma revisão sistemática. Acta fisiátrica, 164-170. https://doi.org/10.11606/issn.2317-0190.v26i3a168767

Saccani, R., Martins, A. G., & de Oliveira, P. (2017). Desenvolvimento motor no primeiro ano de vida de crianças prematuras conforme o peso de nascimento. Scientia Medica, 27(3), 1. https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=6137839

Silva, D. I., de LaÓ Ramallo Veríssimo, M., & de Azevedo Mazza, V. (2015). Vulnerabilidade no desenvolvimento infantil: influência das políticas públicas e programas de saúde. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 25(1). http://dx.doi.org/10.7322/jhgd.96760

Silva, R. M. M. D., Zilly, A., Nonose, E. R. D. S., Fonseca, L. M. M., & Mello, D. F. D. (2020). Oportunidades de cuidados à criança prematura: visita domiciliar e suporte telefônico. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 28. https://doi.org/10.1590/1518-8345.3520.3308

Soares, A. D. D. A. S., Rocha, S. S., Araújo Filho, A. C. A. (2016). O cuidado com o crescimento e desenvolvimento infantil: o discurso de pais e mães adolescentes. Enfermagem em foco, 7(3/4), 17-21. http://revista.cofen.gov.br/index.php/enfermagem/article/view/943/353

Teixeira, A. N., Lôbo, K. R. G., & Duarte, A. T. C. (2016). A Criança e o ambiente social: aspectos intervenientes no processo de desenvolvimento na primeira infância. ID on line REVISTA DE PSICOLOGIA, 10(31), 114-134. https://doi.org/10.14295/idonline.v10i31.530

Thiollent, M. (1988). Metodologia da pesquisa-ação. In Metodologia da pesquisa-ação (pp. 108-108).

Vieira, A.C.S. Cartilha de estimulação precoce na primeira infância.. Editora Inovar, 2019

Yakuwa, M. S., Neill, S., & Mello, D. F. D. (2018). Estratégias de enfermeiros para a vigilância à saúde da criança. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 26. https://doi.org/10.1590/1518-8345.2434.3007

Published

08/08/2021

How to Cite

RAIMUNDO, A. C. de L. .; SILVA, R. de C. R. da .; SANTOS, C. T. . O. dos .; SANTOS, M. A. da S. .; FREIRE, L. da S. F. .; SOARES, A. C. de O. .; VIEIRA, A. C. S. .; LÚCIO, I. M. L. .; MOREIRA, R. T. de F. .; FERREIRA, A. L. C. . Early stimulation in premature children during home visit. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 10, p. e171101018494, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i10.18494. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/18494. Acesso em: 25 oct. 2021.

Issue

Section

Health Sciences