Factors that cause false-negative results in oncotic cytology exams: an integrative review

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i10.19079

Keywords:

Pap smear test; Cervical neoplasms; Quality control; Analytical quality control.

Abstract

Cervical cancer (CCU) is considered a serious public health problem in the world, being the third malignancy with the highest mortality rate among Brazilian women. The Pap smear test, known as the Papanicolaou test, is a valuable strategy for the early diagnosis of CC, since it is a method with high precision and low cost. The research aims to review the literature regarding possible factors that can lead to false-negative results in the Pap smear. An integrative review was carried out in the online databases: Latin American and Caribbean Literature on Health Sciences (LILACS); Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDILINE) and Scientific Electronic Library Online (SciELO). 15 articles were selected and published between the years 2015 to 2020, in English and Portuguese. The main factors responsible for false results – negative refers to errors that occurred in the pre-analytical, analytical and post-analytical phases, the execution of the collection with an inadequate sample, is a phase that impacts the analysis of the smear when the professional misinterprets the tests, usually due to an inadequate color and improper preparation of the slides or even by practice and insufficient training. The quality of the Pap smear depends on the quality control of cytopathological tests, as this is based on measures to detect, correct and reduce errors caused in the phases: pre-analytical; analytical and post-analytical, thus avoiding false-negative results.In addition, the continuous training of professionals working in the health area directly reflects on the good quality and reliability of exams in general, with emphasis here on the Pap smear.

References

Amaral, A. F., Araújo, E. S., Magalhães, J. C., Silveira, E. A., Tavares, S. B. N., & Amaral, R. G. (2014). Impacto da capacitação dos profissionais de saúde sobre o rastreamento do câncer do colo do útero em unidades básicas de saúde. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 36, 182-187, FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s0100-7203201400040004.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. (2015). Resolução-RDC nº 302, de 13 de outubro de 2005. Dispõe sobre Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 14 out. 2005. Seção 1, p. 33 Apud ABNT NBR ISO 9000: 2015. Sistemas de gestão da qualidade - Fundamentos e vocabulário. ABNT. 2015. https://pncq.org.br/.

Brasil. Ministério da Saúde. (2013). Portaria nº 3.388, de 23 de julho de 2013: redefine a qualificação nacional em citopatologia na prevenção do câncer do colo do útero (QualiCito), no âmbito da rede de atenção à saúde das pessoas com doenças crônicas. Diário Oficial da União, 11 p. https://bvsms.saude.gov.br/.

Branca, M., & Longatto-Filho, A., (2015). Recommendations on Quality Control and Quality Assurance in Cervical Cytology. Acta Cytologica, 59, 361-369, S. Karger AG. http://dx.doi.org/10.1159/000441515.

Clarke, M. A., Fetterman, B., Cheung, L. C., Wentzensen, N., Gage, J. C., Katki, H. A., Befano, B., Demarco, M., Schussler, J., & Kinney, W. K. (2018). Epidemiologic Evidence That Excess Body Weight Increases Risk of Cervical Cancer by Decreased Detection of Precancer. Journal Of Clinical Oncology, 36, 1184-1191, 20. American Society of Clinical Oncology (ASCO). http://dx.doi.org/10.1200/jco.2017.75.3442.

Galvão, E. F. B., Silva, M. J. M., Esteves, F. A. M., & Peres, A. L. (2015). Frequência de amostras insatisfatórias dos exames preventivos do câncer de colo uterino na rede pública de saúde, em município do agreste pernambucano: frequency of unsatisfactory samples of preventive exams of cervical cancer in the public health system in a city located in pernambuco, brazil. Revista Paraense de Medicina, 29, 51-56. https://bvsalud.org/.

Instituto Nacional Do Câncer - INCA (Brasil). (2016). Manual de Gestão da Qualidade Laboratório de Citopatologia. (2a ed.), INCA, 160p ISBN 978-85-7318-281-1. https://www.inca.gov.br/.

International Agency for Cancer Research (IARC). (2019). Estimativa 2020: incidência de câncer. https://gco.iarc.fr/tomorrow/home.

Jakobczynski, J. (2018). Capacitação dos profissionais de saúde e seu impacto no rastreamento de lesões precursoras do câncer de colo uterino. Revista Brasileira de Análises Clínicas, 1, 80-95. 10.21877/2448-3877.201800662

Ministério da Saúde. (2012). Instituto Nacional de Câncer - INCA Manual de gestão da qualidade para laboratórios de Citopatologia. https://www.inca.gov.br/publicacoes/manuais/manual-de-gestao-da-qualidade-para-laboratorio-de-citopatologia.

Machado, E. P., Alves, M. B. M., Irie, M. M. T., Zrzebiela, F. F., Reche, P. M., & Borato, D. C. K. (2018). Controle interno da qualidade em citopatologia: o dilema da subjetividade. Rev. Brasileira de Análises Clínicas, 50, 244-249. http://dx.doi.org/10.21877/2448-3877.201800662.

Magalhães, J. C. (2020). Avaliação dos indicadores de qualidade dos exames citopatológicos do colo do útero realizados em um município do Paraná, Brasil: evaluation of quality indicators of cervical cytopathology tests carried out in a municipality of paraná, brazil. J Bras Patol Med Lab, 2, 1-7. https://doi.org/10.5935/1676-2444.20200041.

Mori, M. A., & Ribeiro C. N. M. (2015). Falhas no diagnóstico do câncer de colo uterino. Rev. Eletrônica Biociências, Biotecnologia e Saúde, 2, 37-50. https://interin.utp.br/.

Paula, A. C., Souza, N. G., Prado, T. C., & Ribeiro, A. A. (2017). Indicadores do monitoramento interno da qualidade dos exames citopatológicos do Laboratório Clínico da Pontifícia Universidade Católica de Goias (PUC-GO). RBAC.49(2):200-5. https://doi.org/10.21877/2448-3877.201700534.

Roever, L. (2017). Compreendendo os estudos de revisão sistemática. Rev Soc Bras Clin Med., 5, 127-130. https://pesquisa.bvsalud.org/.

Rocha, V., Malfacini, S., Gomes, A., & Rocha, C. (2018). External Quality Monitoring of the Cervical Cytopathological Exams in the Rio de Janeiro City. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia / Rbgo Gynecology And Obstetrics, 40, 338-346, Georg Thieme Verlag KG. http://dx.doi.org/10.1055/s-0038-1657755.

Silva, I. C., & Assis, I. B., (2019). Os efeitos das incorreções pré-analíticas para o exame de papanicolaou. Revista Saúde em Foco, São Lourenço, 11, 876-890. https://portal.unisepe.com.br/.

Silva, G. P. F., Cristovam, P. C., & Vidotti, D. B. (2017). O impacto da fase pré-analítica na qualidade dos esfregaços: cervicovaginais: the impact of the pre-analytical phase on the cervical smears quality. Revista Brasileira de Análises Clínicas, 49, 134-139. http://dx.doi.org/10.21877/2448-3877.201600470.

Santos, M. J. S., & Ribeiro, A. A., (2020). Estratégias Utilizadas para Melhorar a Qualidade dos Exames Citopatológicos. Revista Brasileira de Cancerologia, 66, 1-7. Revista Brasileira De Cancerologia (RBC). http://dx.doi.org/10.32635/2176-9745.rbc.2020v66n1.104.

Ughini, S. F. O. (2016). Importância da qualidade da coleta do exame preventivo para o diagnóstico das neoplasias glandulares endocervicais e endometriais. Revista Brasileira de Analise Clinica, 5, 1-7. http://www.rbac.org.br/.

Wilson, A. (2015). The role of Cytotechnologists in quality assurance and audit in non-gynaecological cytology. Cytopathology, 26, 75-78. Wiley. http://dx.doi.org/10.1111/cyt.12246.

Published

14/08/2021

How to Cite

COSTA, M. C. O.; MELO, C. M. S. de; LIMA, E. dos S. .; CUNHA, J. C. R. da; SEREJO, A. P. M.; MORAIS, H. de A. . Factors that cause false-negative results in oncotic cytology exams: an integrative review. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 10, p. e361101019079, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i10.19079. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/19079. Acesso em: 27 oct. 2021.

Issue

Section

Review Article