Prostitution, stigma and health: health promoting practices for sex professionals – an experience report

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v11i6.28940

Keywords:

Sex workers; Health promotion; Health assistance; Health teaching.

Abstract

Experience report on the development of an operative group carried out in a brothel existing in a territory of a municipality in the interior of Ceará. The intervention aimed to provide spaces for health promotion for sex workers, boosting their access to Primary Health Care (PHC) actions and services, raising awareness of the importance of active participation in their health care process. The distance of this population from the health services is noticed, with this, the importance of the development of actions that will promote processes of reflection and autonomy of sex professionals with regard to prevention and health care, to the functioning of the services, as well as their rights and duties to health and citizenship, promoting an improvement in the assistance offered.

References

Andrade, S.S.C. et al. (2015). Conhecimento, atitude e prática de mulheres de um aglomerado subnormal sobre preservativos. Rev. esc. enferm. USP, 49, (3), 364-371. http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v49n3/pt_0080-6234-reeusp-49-03-0364.pdf

Aquino, P. S., Ximenes, L. B. & Pinheiro, A. K. B. (2010). Políticas Públicas de saúde voltadas à atenção à prostituta: breve resgate histórico. Enfermagem em foco, 1, (1), 18-22.

Araújo, M. J. O. (2005). Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: antigas necessidades e novas perspectivas. J Rede Fem Saúde, 5, (27), 28-30.

Barreto, L. C. & Prado, M. A. M. (2010). Identidade das Prostitutas de Belo Horizonte: as Representações, as Regras e os Espaços. Psicol. Estud., 15, (3), 547-556.

CEARÁ. (2002). Secretaria de Saúde. Saúde reprodutiva e sexual: um manual para a atenção primária e secundária (nível ambulatorial). Fortaleza: SESA-CE.

Correa, N. A. B.; Matumoto, F. H.; Lonardoni, M. V. C. (2018) Doenças sexualmente transmissíveis em mulheres profissionais do sexo, Umuarama, Estado do Paraná. Rev. bras. anal. Clin. (40) 3, 209-213

Dejours, C. A. (1992). A Loucura do Trabalho: estudo de Psicopatologia do Trabalho.Cortez- Oboré, Ed. 5.

Figueiredo, R. & Peixoto, M. (2010). Profissionais do sexo e vulnerabilidade. Desigualdades e Iniquidades em Saúde, 12, (2), 196-201. saude.sp.gov.br/resources/instituto-de-saude/homepage/bis/pdfs/bis_v12_n2.pdf

Formiga filho, J. F. N. (1999). Políticas de Saúde Reprodutiva no Brasil: uma análise do PAISM. In: GALVÃO, L.; DIAZ, J. (Ed), Saúde sexual e reprodutiva no Brasil: dilemas e desafios (pp. 151-162). São Paulo: Hucitec Population Council.

Guimarães, R. X. (2016). Intervenção educativa para melhoria do conhecimento, atitude e prática de mulheres em situação de prostituição em relação às DST/HIV. Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, Sobral, CE, Brasil. https://repositorio.renasf.fiocruz.br/wp-content/uploads/tainacan-items/7/4358/2016_UVA_Raquel-Xavier-Guimaraes.pdf

Martins, T. A. et al. (2018) Incentivos e barreiras ao teste de HIV entre mulheres profissionais do sexo no Ceará. Rev Saude Publica. 52-64. https://doi.org/10.11606/S1518-8787.2018052000300

Olivar, J. M. N. (2013). Devir puta: políticas da prostituição nas experiências de quatro mulheres militantes. Ed. UERJ., 23, (23), 343-346. https://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/84364

Oliveira, F. (2005). Saúde integral para as mulheres: ontem, hoje e perspectivas. J Rede Fem Saúde, 5, (27), 6-9.

Passos, A. D. C. & Figueredo, J. F. C. (2004). Fatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis entre prostitutas e travestis de Ribeirão Preto (SP), Brasil. Revista Panam de Salud Publica, 16, (2), 95–101.

Pereira, A. S. et al. (2018). Metodologia da pesquisa científica. (1), Santa Maria/RS. Ed. UAB/NTE/UFSM. https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/358/2019/02/Metodologia-da-Pesquisa-Cientifica_final.pdf

Rodrigues, A. (2018). Sem máscara: prostituta quer profissão regulamentada. http://www.carb.ufba.br/artigos/semmascara-anai.html

Silva, A. P. & Blanchette, T. (2011). Amor um real por minuto: a prostituição como atividade econômica no Brasil urbano. In: CORREA, S.; PARKER, R. (Orgs.) Sexualidade e política na America Latina: histórias, intersecções, paradoxos (1) 192-233, ABIA. Disponível em: https://www.sxpolitics.org/ptbr/wp-content/uploads/2011/07/dialogo-la_total_final.pdf

Silva, L. B. (2014). Implicações psicossociais da violência nos modos de vida de prostitutas pobres. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Ceará – UFC, Fortaleza, CE, Brasil. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9555

Sucupira, A. C. & Mendes, R. (2003). Promoção da saúde: conceitos e definições. Sanare, (1), 07-10.

Villela, W. V. & Monteiro, S. 2015). Gênero, estigma e saúde: reflexões a partir da prostituição, do aborto e do HIV/AIDS entre mulheres. Epidemiologia, Serv. Saúde, (24), 3, 531-540.

Vincha, Santos & Cervato-mancuso. (2017). Planejamento de grupos operativos no cuidado de usuários de serviços de saúde: integrando experiências. Saúde Debate, (41), 114, 949-962.

Published

26/04/2022

How to Cite

MONTE, F. T. P. .; AGUIAR, L. C. de; SOUSA, B. da S.; MORAIS, C. de A. .; FELIX, S. C. .; CARNEIRO, Y. K. P. . Prostitution, stigma and health: health promoting practices for sex professionals – an experience report. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 6, p. e23611628940, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i6.28940. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/28940. Acesso em: 22 may. 2022.

Issue

Section

Health Sciences