Risk factors associated with persistence of gestational syphilis: an integrative review

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v11i6.29203

Keywords:

Treponema pallidum; Sexually Transmitted Infection; Prenatal; Teaching.

Abstract

Objective: to highlight the findings in the literature regarding the risk factors associated with the persistence of gestational syphilis. Methodology: this is an integrative review, based on the following guiding question: what are the risk factors associated with gestational syphilis and how do they interrelate for its persistence? For this, PubMed, MedLine and Scielo databases were consulted. Results: the main risk factors found for the persistence of gestational syphilis were: schooling, socioeconomic status, inadequate prenatal care, reduced number of consultations, young age, brown skin, non-use of contraceptive methods, inadequacy of treatment in general and of the sexual partner. Final Considerations: the importance and need for public policies aimed at the most affected public is perceived, to reduce the number of cases of gestational syphilis. Therefore, the Basic Health Unit, as a gateway for the maternal population, must, through the Health Agents, intensify the search for pregnant women and their sexual partners, in order to provide them with quality treatment.

References

Araújo, C. L. D., Shimizu, H. E., Sousa, A. I. A. D., & Hamann, E. M. (2012). Incidência da sífilis congênita no Brasil e sua relação com a Estratégia Saúde da Família. Revista de Saúde Pública, 46, 479-486.

Benito, L. A. O., & de Souza, W. N. (2016). Perfil epidemiológico da sífilis congênita no Brasil no período de 2008 a 2014. Universitas: Ciências da Saúde, 14(2), 97-104.

Bottura, B. R., Matuda, L., Rodrigues, P. S. S., do Amaral, C. M. C. A., & Barbosa, L. G. (2019). Perfil epidemiológico da sífilis gestacional e congênita no Brasil–período de 2007 a 2016/Epidemiological profile of gestational and congenital syphilis in Brazil–from 2007 to 2016. Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, 64(2), 69-75.

Brasil. Ministério da Saúde. Boletim epidemiológico sífilis. Secretária de Vigilância em Saúde. Brasil. (2017). Disponível em: http://www.aids.gov.br/system/tdf/pub/2016/65020/boletim_sifilis_11_2017.pdf?file=1&type=node&id=65020&force=1. Acesso: 12 jan. 2022.

Brasil. Ministério da saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. (2019). GUIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Brasília. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_3ed.pdf. Acesso: 12 jan. 2022.

Brasil. Ministério da Saúde. SUS fornece teste e tratamento para sífilis. (2021). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/sus-fornece-teste-e-tratamento-para-sifilis. Acesso: 12 jan. 2022.

Brasil. Ministério da Saúde. Boletim epidemiológico sífilis. Secretária de Vigilância em Saúde. Brasil. (2021). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/boletins-epidemiologicos/especiais/2021/boletim_sifilis-2021_internet.pdf. Acesso: 12 jan. 2022.

Carvalho, F. P. A. D., & Mendonça, S. M. D. (2018). Incidência de sífilis congênita no Brasil. Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, 1-19.

Cavalcante, P. A. D. M., Pereira, R. B. D. L., & Castro, J. G. D. (2017). Sífilis gestacional e congênita em Palmas, Tocantins, 2007-2014. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 26, 255-264.

Cavalcante, ANM, Araújo, MAL, Nobre, MA, & Almeida, RLFD (2019). Fatores associados ao seguimento não adequado de crianças com sífilis congênita. Revista de Saúde Pública, 53, 95.

Cesar, J. A., Camerini, A. V., Paulitsch, R. G., & Terlan, R. J. (2020). Não realização de teste sorológico para sífilis durante o pré-natal: prevalência e fatores associados. Revista Brasileira de Epidemiologia, 23.

Chmiluk, B. R. (2020). Tendência temporal da taxa de incidência de sífilis gestacional no brasil de 2009 a 2017. Medicina-Pedra Branca.

Coelho, L. F., & Coelho, C. M. (2019). TRATAMENTO DE SÍFILIS COM CEFTRIAXONA E SUA EFICÁCIA NA PREVENÇÃO DA SÍFILIS CONGÊNITA. Revista da Faculdade de Medicina de Teresópolis, 3(2).

Colaça, B. A. (2021). Série histórica dos casos de sífilis gestacional em Altamira, sudoeste do Pará, Brasil. Pará Research Medical Journal, 5, 1-7.

Cunha, M. R., Leão, A. B., Santos, L. J. R. P., & Fachin, L. P. (2021). Perfil epidemiológico da sífilis gestacional em uma cidade do nordeste brasileiro: clínica e evolução de 2014 a 2019. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(3), e6086-e6086.

Guerra, H. S., da Costa, C. V., dos Santos, I. A. B., da Silva, J. M., & Barcelos, T. F. (2017). Sífilis congênita: repercussões e desafios. Arquivos catarinenses de medicina, 46(3), 194-202.

Damasceno, A. B., Monteiro, D. L., Rodrigues, L. B., Barmpas, D. B. S., Cerqueira, L. R., & Trajano, A. J. (2014). Sífilis na gravidez. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, 13(3).

Domingues, R. M. S. M., & Leal, M. D. C. (2016). Incidência de sífilis congênita e fatores associados à transmissão vertical da sífilis: dados do estudo Nascer no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 32(6).

Domingues, RMSM, Saracen, V., Hartz, ZMDA, & Leal, MDC (2013). Sífilis congênita: evento sentinela da qualidade do pré-natal. Jornal da Saúde Pública, 47 (1), 147-157.

Ercole, F. F., Melo, L. S. D., & Alcoforado, C. L. G. C. (2014). Revisão integrativa versus revisão sistemática. Revista Mineira de Enfermagem, 18(1), 9-12.

FILHO, I. D. S. (2020). Caracterização dos casos notificados de sífilis gestacional.1-49.

Guinsburg, R., & Santos, A. D. (2010). Critérios diagnósticos e tratamento da sífilis congênita. Documento Científico–Departamento de Neonatologia. Sociedade Brasileira de Pediatria, 20.

Lafetá, K. R. G., Martelli, H., Silveira, M. F., & Paranaíba, L. M. R. (2016). Sífilis materna e congênita, subnotificação e difícil controle. Revista Brasileira de Epidemiologia, 19, 63-74.

Liberati, A., Altman, D. G., Tetzlaff, J., Mulrow, C., Gøtzsche, P. C., Ioannidis, J. P., ... & Moher, D. (2009). The PRISMA statement for reporting systematic reviews and meta-analyses of studies that evaluate health care interventions: explanation and elaboration. Journal of clinical epidemiology, 62(10), e1-e34.

Lima, M. G., Santos, R. F. R. D., Barbosa, G. J. A., & Ribeiro, G. D. S. (2013). Incidência e fatores de risco para sífilis congênita em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2001-2008. Ciência & Saúde Coletiva, 18, 499-506.

Macêdo, V. C. D., Romaguera, L. M. D., Ramalho, M. O. D. A., Vanderlei, L. C. D. M., Frias, P. G. D., & Lira, P. I. C. D. (2020). Sífilis na gestação: barreiras na assistência pré-natal para o controle da transmissão vertical. Cadernos Saúde Coletiva, 28, 518-528.

Macêdo, V. C. D., Lira, P. I. C. D., Frias, P. G. D., Romaguera, L. M. D., Caires, S. D. F. F., & Ximenes, R. A. D. A. (2017). Fatores de risco para sífilis em mulheres: estudo caso-controle. Revista de Saúde Pública, 51.

Magalhães, D. M. D. S., Kawaguchi, I. A. L., Dias, A., & Calderon, I. D. M. P. (2013). Sífilis materna e congênita: ainda um desafio. Cadernos de Saúde Pública, 29, 1109-1120.

Marques, J. V. S., Alves, B. M., Marques, M. V. S., Arcanjo, F. P. N., Parente, C. C., & Vasconcelos, R. L. (2018). Perfil epidemiológico da sífilis gestacional: clínica e evolução de 2012 a 2017. SANARE-Revista de Políticas Públicas, 17(2).

Mascarenhas, L. E. F., Araújo, M. D. S. S., & Gramacho, R. D. C. C. V. (2016). Desafios no tratamento da sífilis gestacional. Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, 1-11.

Mendes, K. D. S., Silveira, R. C. D. C. P., & Galvão, C. M. (2008). Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto & contexto-enfermagem, 17, 758-764.

Moura, M. C. L. (2019). Sífilis congênita no Piauí: Um agravo sem controle. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research–BJSCR, 26(3), 29-35.

Nascimento, M. I. D., Cunha, A. D. A., Guimarães, E. V., Alvarez, F. S., Oliveira, S. R. D. S. M., & Villas Bôas, E. L. (2012). Gestações complicadas por sífilis materna e óbito fetal. Revista brasileira de ginecologia e obstetrícia, 34, 56-62.

Pires, C. D. C. M. R., De Jesus, M. S., Miranda, C. D. D. S., Nao, E. O., & Da Silva, I. L. C. (2021). USO DE CARTILHA INFORMATIVA SOBRE OS MÉTODOS CONTRACEPTIVOS: INSTRUMENTOS DE PREVENÇÃO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E ISTS. Revista Multidisciplinar em Saúde, 2(3), 100-100.

Rezende, E. M. A., & Barbosa, N. B. (2015). A sífilis congênita como indicador da assistência de pré-natal no estado de Goiás. Revista de APS, 18(2).

Rodrigues, AF, de Araújo Neto, CA, & da Silva, AG (2021). Comparativo em relação a sífilis relação e sífilis gestacional nos últimos 5 anos no estado do Piauí. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 10 (17), e48101724301-e48101724301.

Santana, M. V. S., Barbosa, P. N. G., & Santos, J. F. L. (2019). Sífilis gestacional na atenção básica. Diversitas Journal, 4(2), 403-419.

Santos, G. Z., & Terra, M. R. (2017). Sífilis e seus diferentes estágiosinfecciosos. Revista Eletrônica Saber, Londrina [Internet], 44(1).

Santos, M. S., & Pereira, L. L. V. (2018). A importância da informação sobre a sífilis. Revista Científica, 1(1).

Silva, J. G., Gomes, G. C., Ribeiro, J. P., Jung, B. C., Nörberg, P. K. O., & Mota, M. S. (2019). Sífilis gestacional: repercussões para a puérpera. Cogitare Enfermagem, 24.

Sousa, L. M. M., Marques-Vieira, C. M. A., Severino, S. S. P., & Antunes, A. V. (2017). A metodologia de revisão integrativa da literatura em enfermagem. Nº21 Série 2-Novembro 2017, 17.

Published

29/04/2022

How to Cite

SILVA, H. K. A. da; ROCHA, M. de A. .; REBOUÇAS , E. S. .; SANTOS, R. V. .; SOARES , S. C. R. .; MOREIRA, M. H.; FREITAS, E. J. P. de . Risk factors associated with persistence of gestational syphilis: an integrative review. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 6, p. e31111629203, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i6.29203. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/29203. Acesso em: 25 may. 2022.

Issue

Section

Health Sciences