Epidemiological Evolution of Congenital Syphilis in the State of Sergipe in a Decade

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v11i7.30179

Keywords:

Syphilis, congenital; Epidemiology; Prenatal care; Pregnancy; Comprehensive health care.

Abstract

Congenital syphilis results from the hematogenous spread of Treponema pallidum from an infected pregnant woman who is untreated or inadequately treated for her fetus, usually transplacentally, regardless of gestational age. Therefore, this study aims to analyze the temporal dynamics according to epidemiological data of congenital syphilis in primary health care between 2011 and 2020 in the State of Sergipe, as well as to evaluate maternal sociodemographic variables of children diagnosed with congenital syphilis in the last decade . Data were collected using databases from the Ministry of Health (DATASUS) and IBGE, being compiled into spreadsheets in the Microsoft Office Excel program and evaluated by calculating absolute and relative frequencies, in addition to the standard deviation of the variables addressed. The amount of data shows that there were a total of 3,675 reported cases of congenital syphilis in the State of Sergipe between 2011 and 2020, being more prevalent in children of mixed-race mothers, with incomplete elementary education and prenatal care during pregnancy. Furthermore, the notification rates of congenital syphilis are higher in the eastern region of the State of Sergipe. After analyzing this work, it is clear that the state of Sergipe, despite being the third-to-last state in the northeast on a decreasing scale in terms of the number of cases of congenital syphilis in the last decade, presents similarity in the maternal variables studied and the concept of the concept itself, according to the literature. It is necessary to train health professionals for the management of the disease and effective public policies on the social determinants of congenital syphilis.

References

Alves, P. I. C., Scatena, L. M., Haas, V. J., & Castro, S. D. S. (2020). Evolução temporal e caracterização dos casos de sífilis congênita em Minas Gerais, Brasil, 2007-2015. Ciência & Saúde Coletiva, 25, 2949-2960.

Amâncio, V. C., Graciano, A. R., Cozer, A. M., Assis, L. P. F., & Dias, D. C. D. S. (2016). Epidemiologia da sífilis congênita no estado de Goiás. Revista Educação e Saúde, 4(2), 58-63.

Amorim, E. K. R., Matozinhos, F. P., Araújo, L. A., & Silva, T. P. R. D. (2021). Tendência dos casos de sífilis gestacional e congênita em Minas Gerais, 2009-2019: um estudo ecológico. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 30, e2021128.

Andrade, A. L. M. B., Magalhães, P. V. V. S., Moraes, M. M., Tresoldi, A. T., & Pereira, R. M. (2018). Diagnóstico tardio de sífilis congênita: uma realidade na atenção à saúde da mulher e da criança no Brasil. Revista Paulista de Pediatria, 36, 376-381.

Araujo, E. D. C., Costa, K. D. S. G., Silva, R. D. S., Azevedo, V. N. D. G., & Lima, F. A. S. (2006). Importância do pré-natal na prevenção da sífilis congênita. Revista Paraense de Medicina, 20(1), 47-51.

Araújo Junior, D. G. (2019). Vulnerabilidade a transmissão vertical da sífilis: situações programáticas da atenção primária a saúde vivenciadas por gestante no pré-natal.

Araújo, M. A. L., Esteves, A. B. B., Rocha, A. F. B., Silva Junior, G. B. D., & Miranda, A. E. (2021). Fatores associados à prematuridade em casos notificados de sífilis congênita. Revista de Saúde Pública, 55.

Bezerra, F.J.A; Bernardo, T.R.R; Ximenes, L.J.F; Junior, A.S.V. (2015). Perfil socioeconômico de Sergipe. Banco do Nordeste do Brasil, 19-21 (2).

Bezerra, M. L. D. M. B., Fernandes, F. E. C. V., de Oliveira Nunes, J. P., & de Araújo, S. L. S. M. (2019). Congenital syphilis as a measure of maternal and child healthcare, Brazil. Emerging infectious diseases, 25(8), 1469.

Brasil. Diretrizes para o controle da sífilis congênita. Ministério da Saúde [online]. 2005.

Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de doenças de condições crônicas e infecções sexualmente transmissíveis. Nota informativa nº 02-SEI/2017 – DCCI/SVS/MS [online]. 2017.

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM n. 1.459, de 24 de junho de 2011. Institui, no âmbito do sistema único de saúde - SUS a rede cegonha [online]. 2011.

Brasil. Ministério da Saúde. Prevenção da transmissão vertical do HIV, Sífilis e Hepatites Virais. Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. CONITEC, 2020.

Brasil. IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Portal população do Brasil.[online]. 2017.

Cavalcante, P. A. D. M., Pereira, R. B. D. L., & Castro, J. G. D. (2017). Sífilis gestacional e congênita em Palmas, Tocantins, 2007-2014. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 26, 255-264.

Chimello, L. B., Umehara, H. M., & Bueno, A. G. (2022). SÍFILIS CONGÊNITA COM MANIFESTAÇÕES CUTÂNEAS INTENSAS E DIVERSAS-RELATO DE CASO. The Brazilian Journal of Infectious Diseases, 26, 101901.

Costa, C. C. D., Freitas, L. V., Sousa, D. M. D. N., Oliveira, L. L. D., Chagas, A. C. M. A., Lopes, M. V. D. O., & Damasceno, A. K. D. C. (2013). Sífilis congênita no Ceará: análise epidemiológica de uma década. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 47(1), 152-159.

da Silveira, K. B., Silva, J. R. S., Reis, F. P., de Melo, Í. F. L., de Mendonça Santos, T. C., de Jesus Souza, M., & Feitosa, V. L. C. (2021). Epidemiologia da Sífilis Congênita no estado de Sergipe. Research, Society and Development, 10(14), e562101422061-e562101422061.

de Sousa Ferreira, F. K., Rolim, A. C. A., & Bonfada, D. (2021). Perfil dos casos de sífilis congênita no rio grande do norte: estudo de série temporal. Revista Ciência Plural, 7(2), 33-46.

Domingues, C. S. B., Duarte, G., Passos, M. R. L., Sztajnbok, D. C. D. N., & Menezes, M. L. B. (2021). Protocolo Brasileiro para Infecções Sexualmente Transmissíveis 2020: sífilis congênita e criança exposta à sífilis. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 30.

Domingues, R. M. S. M., Saracen, V., Hartz, Z. M. D. A., & Leal, M. D. C. (2013). Sífilis congênita: evento sentinela da qualidade da assistência pré-natal. Revista de Saúde pública, 47(1), 147-157.

Ferreira, J. A. N., & Gomes, L. D. M. A. ADESÃO EFICIENTE NO TRATAMENTO DA SÍFILIS EM GESTANTES.

Guimarães, T. A., Alencar, L. C. R., Fonseca, L. M. B., Gonçalves, M. M. C., & Silva, M. P. D. (2018). Sífilis em gestantes e sífilis congênita no Maranhão. Arch. Health Sci.(Online), 24-30.

Heringer, A. L. D. S., Kawa, H., Fonseca, S. C., Brignol, S. M. S., Zarpellon, L. A., & Reis, A. C. (2020). Desigualdades na tendência da sífilis congênita no município de Niterói, Brasil, 2007 a 2016. Revista Panamericana de Salud Pública, 44, e8.

Lafetá, K. R. G., Martelli Júnior, H., Silveira, M. F., & Paranaíba, L. M. R. (2016). Sífilis materna e congênita, subnotificação e difícil controle. Revista Brasileira de Epidemiologia, 19, 63-74.

Loureiro, M. D. R. (2009). Infecção pelo Treponema pallidum em gestantes e sua transmissão vertical, Mato Grosso do Sul.

Magalhães, D. M. D. S., Kawaguchi, I. A. L., Dias, A., & Paranhos Calderon, I. D. M. (2011). A sífilis na gestação e sua influência na morbimortalidade materno-infantil. Comun. ciênc. saúde, 43-54.

Maronezzi da Silva, G., Pereira da Silva, M. D. A., Cristina Martins, D., Brichi Pesce, G., Rodrigues Mendonça, R., & Molena Fernandes, C. A. (2021). Sífilis gestacional e congênita: incidência e fatores associados à transmissão vertical. Saúde e Pesquisa, 14(2).

Mendes, R. B. (2018). Assistência pré-natal e fatores associados à peregrinação no anteparto e à preferência das mulheres pela cesariana em Sergipe, Brasil.

Mesquita, K. O., Lima, G. K., Filgueira, A. A., Flôr, S. M. C., Freitas, C. A. S., Linhares, M. S. C., & Gubert, F. A. (2012). Análise dos casos de sífilis congênita em Sobral, Ceará: contribuições para assistência pré-natal.

Reis, G. J. D., Barcellos, C., Pedroso, M. D. M., & Xavier, D. R. (2018). Diferenciais intraurbanos da sífilis congênita: análise preditiva por bairros do Município do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 34.

Resende, W. M. G., Silva, G. P. O., Ferreira, A. S., Santos, K. F. L., Cruz, Í. R. R., & Lopes, I. M. D. (2021). Sífilis congênita: análise do bonômio mãe/filho no estado de Sergipe na última década/Congenital syphilis: analysis of the mother-child bonomies in the state of Sergipe in the last decade. Brazilian Journal of Health Review, 4(6), 24484-24497.

Rodrigues, D. C., & Domingues, R. M. S. M. (2018). Management of syphilis in pregnancy: Knowledge and practices of health care providers and barriers to the control of disease in Teresina, Brazil. The International journal of health planning and management, 33(2), 329-344.

Rolim, C., de Lima Andrade, J. R., de Santana, J. R., & de Melo, R. O. L. (2006). Construção de indicadores de pobreza: aplicação do índice de pobreza humana municipal no estado de Sergipe. Revista Econômica do Nordeste, 37(4), 512-529.

Saraceni, V., Leal, M. D. C., & Hartz, Z. M. D. A. (2005). Avaliação de campanhas de saúde com ênfase na sífilis congênita: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 5, 263-273.

Saraceni, V., Pereira, G. F. M., da Silveira, M. F., Araujo, M. A. L., & Miranda, A. E. (2017). Vigilância epidemiológica da transmissão vertical da sífilis: dados de seis unidades federativas no Brasil. Revista panamericana de salud publica, 41, e44.

Soares, M. A. S., & Aquino, R. (2021). Associação entre as taxas de incidência de sífilis gestacional e sífilis congênita e a cobertura de pré-natal no Estado da Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 37, e00209520.

Published

26/05/2022

How to Cite

XAVIER, B. M. F. .; SILVA, R. R. de S. .; VIEIRA, C. C. .; XAVIER, L. F. F. .; FRANCO, M. R. .; RESENDE, M. S. de A. B. . Epidemiological Evolution of Congenital Syphilis in the State of Sergipe in a Decade. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 7, p. e30811730179, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i7.30179. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/30179. Acesso em: 6 jul. 2022.

Issue

Section

Health Sciences