Visceral Leishmaniose: epidemiological and temporal analysis in the state of Maranhão, Brazil

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i8.6537

Keywords:

Visceral leishmaniasis; Epidemiology; Public health.

Abstract

Visceral Leishmaniasis (VL) is a chronic evolutionary zoonosis, caused by a protozoan of the species Leishmaniachagasi, with systemic involvement and, if left untreated, can lead to death in up to 90% of cases. The State of Maranhão, since 1982, appears as one of the protagonists regarding the number of cases of this infection in Brazil. This study aimed to delineate the epidemiological profile of cases of Visceral Leishmaniasis, reported in Maranhão, retrospectively, from 2007 to 2017. A descriptive study was conducted from the database available at the Center for Information and Analysis in SUS (DATASUS), through the National System of Notification of Disorders (SINAN). A total of 6,112 reported cases were analyzed through exposure of quantitative variables. Where it was perceived that, as belonging to the group of diseases considered neglected, VL can have negative impacts on public health, mainly in endemic areas. Thus, it needs studies that stimulate and guide health actions, for the benefit of society.

Author Biography

Evaldo Hipólito de Oliveira, Universidade Federal do Piauí

Centro de Ciências da Saúde
Curso de Farmácia

Disciplinas de Microbiologia Clínica e Imunologia Clínica

References

Assis, M. S. T., Braga, C. S. A., Pedras, J. M., Siqueira, I. C., Costa, C. H. N. et al. (2008). Validação do teste imunocromatográfico rápido IT-LEISH® para o diagnóstico da leishmaniose visceral humana. Epidemiologia e Serviços de Saúde. 17(2): 107-116.

Barbosa, D. S. (2011). Distribuição espacial e definição de áreas prioritárias para vigilância da leishmaniose visceral no município de São Luís, Maranhão, Brasil [Dissertação]. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca.

Brasil. Ministério da Saúde. (2006). Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral. Brasília (DF): Ministério da Saúde.

Brasil. Ministério da Saúde. (2014). Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral. Brasília (DF): Ministério da Saúde. (Série A. Normas e manuais técnicos).

Brasil. Ministério da Saúde. (2016). Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde: Leishmaniose visceral – 1. ed. atual. – Brasília: Ministério da Saúde. 773 p.

Brasil. Ministério da Saúde. (2019). Departamento de informática do Sistema Único de saúde (DATASUS) – Informações de Saúde (TABNET) – Epidemiológicas e Morbidades: Leishmaniose Visceral - MA. [online]. Disponível em: < http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/leishvma.def >. [Acesso em: 8 fev. 2019].

Caldas, A. J. M., Silva, D. R. C., Pereira, C. C. R., Nunes, P. M. S., Silva, B. P., Silva, A. A. M., Barral, A., Costa, J. M. L. (2001). Infecção por Leishmania (Leishmania) chagasi em crianças de uma área endêmica de leishmaniose visceral americana na ilha de São Luís – MA. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 34:445-451.

Campos, R., Santos, M., Tunon, G., Cunha, L., Magalhães, L., Moraes, J., Ramalho, D., Lima, S., Pacheco, J. A., Lipscom, M., Jesus, A. R., Almeida, R. P. (2017). Visceral leishmaniasis in an endemic area in northeastern Brazil. Geospatial Health, 11;12 (1): 503.

Cavalcante, I. J. M., Vale, M. R. (2014). Aspectos epidemiológicos da leishmaniose visceral (calazar) no Ceará no período de 2007 a 2011. Rev Bras Epidemiol. 17(4):911-24.

Cavalcanti, A. T. A., et al. (2012). Diagnosing viscel leishimaniasis and HIV/AIDS coinfecction: a case series study in Pernambuco, Brazil. Rev. Inst. Med. Trop. S. Paulo, v. 54, n. 1. Feb.

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS – CONITEC. (2006). Proposta de Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas – Escopo: Leishmaniose Visceral. Julho/2016.[online]. http://conitec.gov.br/images/Protocolos/Escopo_PCDT_LeishmanioseVisceral_Enquete.pdf [Acesso em: 22 jul. 2019].

D'Andréa, L. A. Z. (2008). Leishmaniose visceral americana - Análise das estratégias de controle da doença na microrregião de Dracena, em Alta Paulista / SP-Brasil. [Dissertação]. [São Paulo]: Universidade do Oeste Paulista.

Dantas-Torres, F. (2006). Situação atual da epidemiologia da Leishmaniose Visceral em Pernambuco. Rev Saúde Públ;40(3):537-41.

Gama, M. E. A., Barbosa, J. S., Pires, B., Cunha, A. K. D., Freitas, A. L., Ribeiro, I. R., et al. (1998). Avaliação do nível de conhecimento que populações residentes em áreas endêmicas têm sobre leishmaniose visceral, Estado do Maranhão, Brasil. Cad Saúde Púb; 14: 381-90.

Gontijo, C. M. F., Melo, M. N. (2004). Leishmaniose visceral no Brasil: quadro atual, desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Epidemiologia, 7:338-349.

Guerra-Silveira, F., Abad-Franch, F. (2013). Viés sexual na epidemiologia de doenças infecciosas: padrões e processos. PLoS One.; 8 (4): e62390.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2010). População residente por sexo e população cedida, segundo o código e o município-Maranhão. [online]. Disponível em:< http://www.ibge.gov.br >. [Acesso em: 21 jul. 2019].

Marcondes M., Rossi C. N. (2013). Leishmaniose visceral no Brasil. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 50 (5): 341-352.

Margonari, C., Freitas C. R., Ribeiro R. C., Moura A. C. M., Timbo M., GRIPP A. H., Pessanha J. E., Dias E. S. (2006). Epidemiology of visceral leishmaniasis through spatial analysis, in Belo Horizonte 78 municipality, state of Minas Gerais, Brazil. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro. 101(1):31-38.

Moreira, Jr. E. D., Souza, V. M. M., Sreenivasan, M., Nascimento, E. G., Carvalho, L. C. P. (2004). Avaliação de um programa otimizado de seleção de cães na dinâmica da transmissão canina de Leishmania. Vet Parasitol; 122: 245-252.

Nascimento, M. D. S. B., Sousa, E. C., Silva, L. M., Leal, P. C., Cantanhede, K. L., Bezerra, G. F. B., Viana, G. M. C. (2005). Prevalência de infecção por Leishmania chagasi utilizando os métodos de ELISA (rK39 e CRUDE) e intradermorreação de Montenegro em área endêmica do Maranhão, Brasil. Cadernos de Saúde Pública. 21:1801-1807.

Neri, M. (2009). Tempo de permanência na escola. [Dissertação]. [Rio de Janeiro]: FGV/IBRE, CPS.

Neves, D. P. (2016). Parasitologia humana. 13. ed. São Paulo: Atheneu.

Okwor, I., Uzonna, J. E. (2013). The immunology of Leishmania/HIV co-infection. ImmunolRes. May; 56(1):163-71. Doi: 10.1007/S12026-013-8389-8.

Oliveira, E. N., Pimenta, A. M. (2014). Perfil epidemiológico da leishmaniose visceral no município de Paracatu, MG no período de 2007 a 2010. REME Rev Min Enferm [serial on the internet]. 18(2):365-75. Available from: file:///D:/ v18n2a09.pdf.

Organização Pan-Americana da Saúde - OPAS. (2019). Leishmanioses: Informe Epidemiológico nas Américas. Washington: Organização Pan-Americana da Saúde. [online]. Disponível em: < http://www.paho.org/leishmaniasis >. [Acesso em 21 jul. 2019].

Palmeira, G. (2000). Epidemiologia. In: Rozenfeld S., org. Fundamentos da Vigilância Sanitária. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ. pp. 135-194. ISBN 978-85-7541-325-8.

Rebêlo, J. M. M., Rocha, R. V., Moraes, J. L. P., Silva, C. R. M., Silva, L. F., Alves, G. A. (2010). The fauna of phlebotomines (Diptera, Psychodidae) in diferente phytogeographic regions of the state of Maranhão. Brazil. Rev Bras Entomol; 54(3):494-500.

Rouquayrol, M. Z., Goldbaum, M. (2003). Epidemiologia, história natural e prevenção de doenças. In: Rouquayrol M. Z., Almeida F. N., organizadores. Epidemiologia & saúde. Rio de Janeiro: Medsi.

Santos, M. R., Krignl, C. J., Nava, A., Reik, C. M. S., Silva, F. E. B., Roman S. S. (2008). Avaliação do efeito cumulativo do antimoniato de meglumina sobre a prole de camundongos swiss: ensaio biológico. Rev. Assoc. Med. Bras.54(1):13-6.

Scandar, S. A. S., Silva, R. A., Cardoso-Junior, R. P., Oliveira F. H. (2011). Ocorrência de leishmaniose visceral americana na região de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, Brasil. Bol. Epidemiol. Paul.; 8: 13-22.

Silva, A. R., Costa, J. M., Mochel, A., Carneiro, E. W. B., Brasil, R. (1983). Leishmaniose visceral na Ilha de São Luís, Estado do Maranhão. I. Aspectos clínicos e terapêuticos. In: Resumos do XIX Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, Rio de Janeiro. p.65.

Silva, A. R., Tauil, P. L., Cavalcante, M. N. S., et al. (2008). Situação epidemiológica da Leishmaniose Visceral, na Ilha de São Luís, Estado do Maranhão. Rev Soc Bras Med Trop;41(4):358-64. doi: 10.1590/S0037-86822008000400007.

Silva, A. V. M., Paula, A. A., Cabrera, M. A. A., Carreira, J. C. A. (2005). Leishmaniose em cães domésticos: aspectos epidemiológicos. Cadernos de Saúde Pública, 21(1): 324-328.

Silva, D. T., et al. (2014). Comparative evaluation of several methods for Canine Visceral Leishmaniasis diagnosis. Rev. Bras. Parasitol. Vet., v. 23, p. 179.

Souza, Y. C. P., et al. (2013). Testes diagnósticos para leishmaniose visceral - atualidade e perspectiva. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária. Ano XI. n. 21.

Sundar, S., Rai, M. (2002). Laboratory diagnosis of visceral Leishmaniasis. Clin Diagn Lab Immunol; 9: 951-8.

Vigilato, M. A. N. (2004). Distribuição espacial da leishmaniose visceral canina e humana no município de Birigui – SP. [Dissertação] – Universidade estadual paulista – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatu.

Werneck, G. L. (2010). Expansão geográfica da leishmaniose visceral no Brasil. Cad Saúde Pública. 26 (4): 644-5.

Werneck, G. L., Pereira, T. J. C. F., Farias, G. C., Silva, F. O., Chaves, F. C., Gouvêa, M. V. et al. (2008). Assessment of the Effectiveness of Control Strategies for Visceral Leishmaniasis in the City of Teresina, State of Piauí, Brazil: Baseline Survey Results – 2004. Epidemiol Serv Saúde; 17: 87-96.

World Health Organization (WHO). (2010). Leishmaniasis: Magnitude of the problem. [online]. Disponível em: < http://www.who.int/leishmaniasis/burden/magnitude/ >. [Acesso em 21: jul. 2019].

Published

31/07/2020

How to Cite

SILVEIRA, J. A. V. da .; OLIVEIRA, E. H. de. Visceral Leishmaniose: epidemiological and temporal analysis in the state of Maranhão, Brazil. Research, Society and Development, [S. l.], v. 9, n. 8, p. e838986537, 2020. DOI: 10.33448/rsd-v9i8.6537. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/6537. Acesso em: 14 jul. 2024.

Issue

Section

Health Sciences