Social Representations of Primary Health Care professionals about care practices in situations of domestic violence against women

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i9.6703

Keywords:

Domestic violence; Women's health; Family health strategy; Professional practice; Primary Health Care.

Abstract

Objective: we sought to apprehend the social representations of the Primary Health Care teams about the care practices for women in situations of domestic violence. Method: qualitative research based on the Theory of Social Representations. The data were collected through semi-structured interviews applied to 24 professionals of Primary Health Care who work in the Family Health Strategy of a city in the interior of Bahia. For data analysis, the software Interface de R pour les Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires was used from the perspective of Factor Analysis by Correspondence and thematic content analysis technique to contextualize the results. Results: care practices emerged related to listening, encouraging, empowering and reporting cases. It was also evident, the professionals' fear of possible reprisals caused by the aggressors and the lack of communication between the sectors of the network to confront domestic violence against women. The support of family members, neighbors, health professionals and public sectors is pointed out as an important care practice for women to get out of situations of violence. Conclusion: there is an urgent need to review the professional training process, promote the training and protection of health professionals for the best development of care practices for women in situations of domestic violence.

Author Biographies

Gilberto Alves Dias, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Graduando em Fisioterapia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequié, BA, Brasil.

Juliana Costa Machado, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Enfermeira. Doutora em Ciências da Saúde. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequié, BA, Brasil.

Aline Vieira Simões, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequié, BA, Brasil. 

Benedito Fernandes da Silva Filho, Prefeitura Municipal de Camaçari

Mestre em Ciências da Saúde - UESB 

Especialista em Gestão de Emergência em Saúde Pública

Enfermeiro Intervencionista do SAMU - Camaçari 

Vanda Palmarella Rodrigues, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Docente e Vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde e docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequié, BA, Brasil. 

References

Acosta, D. F., Gomes, V. L. O., Oliveira, D. C., Marques, S. C., & Fonseca, A. D. (2018). Representações sociais de enfermeiras acerca da violência doméstica contra a mulher: estudo com abordagem estrutural. Rev. Gaúcha Enfermagem, 39, e61308, 1-8. Recuperado de doi: 10.1590/1983-1447.2018.61308

Amarijo, C. L., Barlem, E. L. D., Acosta, D. F., Marques, S. C. (2018). Assimilação teórica e prática da violência doméstica: profissionais de enfermagem atendendo vítimas na atenção primária. Revista de Enfermagem da UERJ, 26, e33874, 1-7. Recuperado de doi: 10.12957/reuerj.2018.33874

Arboit, J., Silva, E. B., Coloméd, I. C. S., Pretese, M. (2018). Violência doméstica contra mulheres rurais: práticas de cuidado desenvolvidas por agentes comunitários de saúde. Saúde Soc, 27, 2, 506-17. Recuperado de doi: 10.1590/S0104-12902018169293

Azevedo, S. F. L. (2019). A ética da monogamia e o espírito do feminicídio: marxismo, patriarcado e adultério na Roma Antiga e no Brasil Atual. História, 38, e2019053, 1-19. . Recuperado de doi: 10.1590/1980-4369e2019053

Bardin, L. (2011). Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70.

Brasil (2006). Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Seção 1. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília (DF).

Brasil (2012). Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

Brasil (2017). Ministério da Saúde. Portaria n. 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, DF.

Brasil (2018). Mapa da violência doméstica contra a mulher 2018. Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Câmara dos Deputados. Brasília (DF).

Carneiro, J. B., Gomes, N. P., Estrela, F. M., Paixão, G. P. N., Romano, C. M. C., Mota, R. S. (2020). Desvelando as estratégias de enfrentamento da violência conjugal utilizadas por mulheres. Texto & Contexto Enfermagem, v.29, e20180396, 1-11. Recuperado de doi: /10.1590/1980-265X-TCE-2018-0396

Cerqueira, D., Lima, R. S., Bueno, S., Neme, C., Ferreira, H. & Alves, P. P. (2019). Atlas da violência 2019. Brasília: Rio de Janeiro: São Paulo: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Nascimento, L. C. N., Souza, T. V., Oliveira, I. C. S., Moraes, J. R. M. M., Aguiar, R. C. B., Silva, L. F (2018). Saturação teórica em pesquisa qualitativa: relato de experiência na entrevista com escolares. Rev Bras Enferm, 71, (1), 243-8. Recuperado de doi: https://doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0616

Kuhlmann, A. K. S., Foggia, J., Fu, Q., Sierra, M. (2017). Intimate partner violence as a predictor of antenatal care service utilization in Honduras. Rev. Panam. Saúde Pública, 41, 1-9. Recuperado de https://www.scielosp.org/article/rpsp/2017.v41/e104/en/

Lima, N. J. S. O., Pacheco, L. R. (2016). Violência doméstica contra a mulher na perspectiva de agentes comunitários de saúde. Rev enferm UFPE on line., 10, (Supl. 5), 4279-85. Recuperado de doi: 10.5205/reuol.9284-81146-1-SM.1005sup201615

Machado, D. F., Almeida, M. A. S., Dias, A., Bernardes, J. M., Castanheira, E. R. L. (2020). Violência contra a mulher: o que acontece quando a Delegacia de Defesa da Mulher está fechada?. Ciência & Saúde Coletiva, 25, (2), 483-494. Recuperado de doi: 10.1590/1413-81232020252.14092018

Moscovici S. (1981). Social Cognition: perspectives on everday understanding. London, Academic Press.

Oliveira, A. F. P. L., Pereira, S., Schraibe., L. B., Graglia, C. G. V., Aguiar, J. M., Sousa, P. C., Bonin, R. G. (2020). Obstáculos e facilitadores para o cuidado de mulheres em situação de violência doméstica na atenção primária em saúde: uma revisão sistemática. Interface, 24, e190164, 1-17. Recuperado de doi: 10.1590/Interface.190164

Rodrigues, R. A. P., Giacomini, S. B. L., Fhon, J. R. S., Silva, L. M., Almeida, V. C., Seredynskyj, F. L. (2019). Violência contra mulheres idosas segundo o modelo ecológico da violência. Av Enferm, 37, (3), 275-283. Recuperado de doi: doi.org/10.15446/av.enferm.v37n3.73702

Saletti-Cuesta, L., Ferioli, A., Martínez, F. V., Viel, E., Baudin, V., Romero, P., Funk, N., González, A. C., Rodríguez, A. (2020). El abordaje de la violencia de género desde la perspectiva de las comunidades del norte cordobés, Argentina. Cad. Saúde Pública, 36, (1), e00184418, 2-11. Recuperado de doi: 10.1590/0102-311X00184418

Santos, I. B., Leite, F. M. C., Amorim, M. H. C., Maciel, P. M. A., Gigante, D. P. (2020). Violência contra a mulher na vida: estudo entre usuárias da Atenção Primária. Ciência & Saúde Coletiva, 25, (5), 1935-1946. Recuperado de doi: 10.1590/1413-81232020255.19752018

Santos, J. P. B., Lima, R. R. T. (2019). Educação permanente em saúde para qualificar o acolhimento às mulheres vítimas de violência: debatendo uma proposta. Res., Soc. Dev, 9, (1), e173911859, 1-9. Recuperado de dói: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i1.1859

Santos, W. J., Oliveira, P. P., Viegas, S. M. F., Ramos, T. M., Policarpo, A. G., Silveira, E. A. A (2018). Violência doméstica contra a mulher perpetrada por parceiro íntimo: Representações Sociais de profissionais da Atenção Primária à Saúde. Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online, 10, (3), 770-7. Recuperado de doi: 10.9789/2175-5361.2018.v10i3.770-777

Souza, M. A. R., Wall, M. L., Thuler, A. C. M. C., Lowen, I. M. V., Peres, A. M. (2018). O uso do software IRAMUTEQ na análise de dados em pesquisas qualitativas. Rev Esc Enferm USP, 52, e03353, 1-7. Recuperado de doi: 10.1590/s1980-220x2017015003353

Trentin, D., Vargas, M. A. O., Brehmer, L. C. F., Vargas, P. C., Schneider, D. G., Leal, S. M. C. (2019). Olhar de profissionais no atendimento a mulheres em situação de violência sexual: perspectiva da declaração universal de bioética e direitos humanos. Texto & Contexto Enfermagem, 28, e20180083, 1-14. Recuperado de doi: 10.1590/1980-265X-TCE-2018-0083

Villa, L. B. N., Almeida, C. A. P. L., Santos, R. F., Lago, E. C., Tapety, F. I., Ribeiro, I. P. (2018). Assistência dos familiares da Estratégia Saúde da Família na atenção à mulher vítima de violência. Rev. Nursing. 21, 247, 2494-2497. Recuperado de https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-970885

Waiselfisz, J. J. (2015). Mapa da Violência 2015. Atualização: Homicídios de Mulheres no Brasil. Flacso. Brasil.

Published

14/08/2020

How to Cite

Dias, G. A., Machado, J. C., Simões, A. V., Silva Filho, B. F. da ., & Rodrigues, V. P. (2020). Social Representations of Primary Health Care professionals about care practices in situations of domestic violence against women. Research, Society and Development, 9(9), e139996703. https://doi.org/10.33448/rsd-v9i9.6703

Issue

Section

Health Sciences