Impact of urban violence on workers in Family Health Strategies in risk areas

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i9.7892

Keywords:

Violence; Primary health care; Delivery of health care; Public policy; Safety

Abstract

The objective was to reflect on the impact of urban violence on the experience of health professionals in the Family Health Strategy on the development of care in areas at risk. This is a study of critical reflection, with a qualitative, descriptive approach, anchored in the experience lived during the data collection of a transversal research carried out in the units of the Family Health Strategy, in the city of Rio de Janeiro, with 88 health professionals. The results point in these environments, health professionals who work in areas of risk, and feel afraid and try to react positively in the face of adversities in the development of health care. However, user service is impaired due to the high rates of urban violence, situations that include psychological, physical and social issues. It was concluded from the reflections made, that preventive measures of primary, secondary and tertiary order are necessary, with investments in the short, medium and long term, in addition to governmental, social, public policy and public health efforts, in order to minimize the problem of urban violence aimed at providing quality and safe assistance to users of the Family Health Strategy. This study seeks to contribute to nursing, the multidisciplinary team, public health and society as a whole.

Author Biographies

Cassia Gonçalves Santos da Silveira, Universidade Federal Fluminense, Brasil

Mestre em Enfermagem pelo Mestrado Profissional em Enfermagem Assistencial – MPEA/ Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa – EEAAC/Universidade Federal Fluminense – UFF/Brasil (MPEA/ EEAAC/UFF/Brasil).

Especialista em Administração Hospitalar pelo Serviço de Medicina Social/ Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ/ Rio de Janeiro, Brasil.

Especialista em Docência do Nível Superior pela Universidade Estácio de Sá – UNESA/ Rio de Janeiro, Brasil.

Enfermeira do Hospital Universitário Antônio Pedro/UFF. Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Enfermeira do Hospital Universitário Pedro Ernesto – HUPE/UERJ/Rio de Janeiro, Brasil.

Integrante dos grupos de Pesquisa da Universidade Federal Fluminense (CNPq): Núcleo de Estudos e Pesquisas em Cidadania em Gerência na Enfermagem – NECIGEN/UFF.

Barbara Pompeu Christovam, Universidade Federal Fluminense, Brasil

Enfermeira- Profª Associada do Departamento de Fundamentos e Administração da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa (EEAAC) da Universidade Federal Fluminense (UFF), PhD em Enfermagem, Pós Doutora em Políticas Sociais e Cidadania, Diretora do Centro de Atenção e Investigação em Tuberculose e Doenças Pulmonares Prof Mazzini Bueno/UFF, Representante do Brasil na Coordenação Geral da Rede Internacional de Gestão do Cuidado da OPAS/OMS, Líder do Grupo de Pesquisa LABGESTCUIDAR – Laboratório de Estudos e Pesquisas em Gestão do Cuidado em Saúde do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Cidadania e Gerência em Enfermagem (NECIGEN).

Joselia Braz dos Santos Ferreira, Universidade Federal Fluminense, Brasil

Doutoranda do Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde – PACCS /Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa – EEAAC/Universidade Federal Fluminense – UFF/Brasil (PACCS/ EEAAC/UFF/Brasil).

Enfermeira do Hospital Universitário Antônio Pedro/UFF. Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Enfermeira do Hospital Municipal Barata Ribeiro – HMBR/SMS/Rio de Janeiro, Brasil.

Mestre em Ciências do Cuidado em Saúde – MACCS/EEAAC/UFF/Brasil.

Integrante dos grupos de Pesquisa da Universidade Federal Fluminense (CNPq): Fundamentos de Enfermagem e Laboratório de Atenção à Saúde do Idoso e Cuidador – LASIC/UFF.

Voluntária do Centro de Atenção à Saúde do Idoso e Cuidador – CASIC do Departamento de Fundamentos de Enfermagem e Administração/Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa – EEAAC/Universidade Federal Fluminense – UFF/Brasil – (CASIC/EEAAC/UFF/Brasil).

Selma Petra Chaves Sá, Universidade Federal Fluminense, Brasil

Enfermeira- Profª Titular do Departamento de Fundamentos e Administração da Escola de Enfermagem aurora de Afonso Costa (EEAAC) da Universidade Federal Fluminense UFF, PhD em Enfermagem, Profª do Departamento de fundamentos e Administração de Enfermagem MFE/EEAAC/UFF, Diretora do Centro de Atenção à Saúde do Idoso do Departamento de Fundamentos de Enfermagem e administração da Escola de enfermagem aurora de Afonso Costa (EEAAC) da Universidade Federal Fluminense – CASIC-UFF.

Ana Maria Fernandes Pitta, Universidade Católica do Salvador, Brasil

Médica - Profª Titular do Programa de Pós Graduação em Políticas Sociais e Cidadania da Universidade Católica do Salvador (UCSAL), PhD Medicina Preventiva/Saúde Mental pelo Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo, Pós Doutora em  Epidemiologia e Psiquiatria Social no Instituto de Recherche Mario Negri, Milão - Itália, Avaliação em Saúde Mental na Division of Transcultural Psychiatry and Psychosocial Research Unit / Douglas Hospital, McGill University, Montreal, CA; Dèpartement de LAdministration et Santé /Université Montrèal, CA. Presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME).

References

Brasil. (1988, 05 outubro). Senado Federal. Constituição da República Federativa do Brasil:

texto promulgado em 05 de outubro de 1988. Brasília. Disponível em: http://www.senado.leg.br/atividade/const/con1988/CON1988_05.10.1988/CON1988.pdf.

Brasil. (2011). Ministério da Saúde. Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Brasília. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2488_21_10_2011.html.

Campos, W. L. M. (2004, 09 julho). Os números da violência urbana no Brasil no século XXI. DireitoNet. Disponível em: https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/1663/Os-numeros-da-violencia-urbana-no-Brasil-no-seculo-XXI.

Carmo, M. E., & Guizardi, F. L. (2018). O conceito de vulnerabilidade e seus sentidos para as políticas públicas de saúde e assistência social. Cadernos de Saúde Pública, 34(3), e00101417. doi: http://dx.doi.org/10.1590/0102-311x00101417.

Durkheim, E. (1999). Emile Durkheim: sociologia (9ª ed.). São Paulo: Ática.

Durkheim, E. (2005). As regras do método sociológico. São Paulo: Martin Claret.

Guillemin, M., & Gillam, L. (2004). Ethics, reflexivity and "ethically important moments" in research. Qualitative Inquiry, 10(2), 261-280. doi: https://doi.org/10.1177/1077800403262360.

Institute for Economics & Peace. (2018). Global Peace Index 2018: measuring peace in a complex world. Sydney: Institute for Economics & Peace. Disponível em: http://visionofhumanity.org/app/uploads/2018/06/Global-Peace-Index-2018-2.pdf.

Leite, I. C. M., & Lima, R. R. T. (2020). Educação permanente em saúde: uma possibilidade para aperfeiçoar o trabalho em uma Escola Técnica do Sistema Único de Saúde?. Research, Society and Development, 9(3), e11932291. doi: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i3.2291.

Machado, C. B., Daher, D. V., Teixeira, E. R., & Acioli, S. (2016). Violência urbana e repercussão nas práticas de cuidado no território da saúde da família. Revista Enfermagem UERJ, 24(5), e25458. doi: https://doi.org/10.12957/reuerj.2016.25458.

Minayo, M. C. S., & Souza, E. R. (1997). Violência e saúde como um campo interdisciplinar e de ação coletiva. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, 4(3), 513-531. doi: https://doi.org/10.1590/S0104-59701997000300006.

Monte, J. (2007, 10 outubro) A violência urbana e suas formas de prevenção. DireitoNet. Disponível em: https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/3762/A-violencia-urbana-e-suas-formas-de-prevencao.

Organização das Nações Unidas Brasil – ONUBR. (2017, 17 maio). Brasil tem nona maior taxa de homicídio das Américas, diz OMS. Disponível em: https://nacoesunidas.org/brasil-tem-nona-maior-taxa-de-homicidio-das-americas-diz-oms/.

Sampaio, R. A. (2012). Da noção de violência urbana à compreensão da violência do processo de urbanização: apontamentos para uma inversão analítica a partir da geografia urbana [dissertação de mestrado]. Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-29082012-103945/publico/2011_RenataAlvesSampaio.pdf.

Santos, M. S., Silva, J. G., & Branco, J. G. O. (2017). O enfrentamento à violência no âmbito da estratégia saúde da família: desafios para a atenção básica. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 30(2), 229-238. doi: https://doi.org/10.5020/18061230.2017.p229.

Zenaide, M. N. T. (2000, agosto). Fundamentos teóricos sobre a violência. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/direitos/militantes/nazarezenaide/nazare_violencia.html.

Published

07/09/2020

How to Cite

Silveira, C. G. S. da ., Christovam, B. P. ., Ferreira, J. B. dos S., Sá, S. P. C. ., & Pitta, A. M. F. (2020). Impact of urban violence on workers in Family Health Strategies in risk areas. Research, Society and Development, 9(9), e792997892. https://doi.org/10.33448/rsd-v9i9.7892

Issue

Section

Health Sciences