Nutritional repercussions of the use of maternized milks in infants 'health

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i11.8984

Keywords:

Breastfeeding; Infant Formulas; Infants; Child development.

Abstract

The present work aims to identify the nutritional repercussions of the use of maternal formulas on the health of infants, analyzing the composition of the most used milks, pointing out differences between infant formulas and human milk. This is a cross-sectional, qualitative and quantitative descriptive study on the topic, where information was obtained through the analysis of the labels of maternal milk and comparison with the nutritional composition of human milk, the parameters of the world health organization (WHO) and the literature on the subject in question. Regarding the total calories, it was observed that the formulas have a greater amount than in colostrum and less in the other phases of milk in brands A and B. As for macronutrients, the amount of proteins was lower in milk formulas when compared to colostrum and higher in milk formulas compared to transitional and mature milk. In relation to lipids and carbohydrates, the amounts in milk formulas were higher in the two brands converging to human milk, in its three phases. It is concluded that, the most suitable food for the infant is breastfeeding, since the formulas show risk factors for the babies' health, such as: diarrhea, possible losses in growth and development. Thus, the replacement of human milk should only be indicated when it cannot be administered, and this indication is performed by professionals.

References

Abreu, A. D., de Oliveira, E. F. B., Vasconcelos, É. L. P., Silva, S. D. B., & Granito, C. C. D. (2019). O aleitamento materno e seu impacto social. Revista Eletrônica da Jornada de Pesquisa e Iniciação Científica, 2(5).

Aviles, D. A. R. Rivera, M. K. B., Arreaga, L. D. P. T., & Villavicencio, A. F. M. (2020). Beneficios Inmunológicos de la leche materna. Revista de investigación actualización del mundo de las ciências, 04(1), 93–104. doi https://doi.org/10.26820/reciamuc/4.(1).enero.2020.93-104.

Brasil. Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - RDC nº 43, de 19 de setembro de 2011. (2011). Recuperado em 6 de Junho de 2020 de http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/394219/RDC%2B43%2Balterada%2Bpela%2B46_2014%2Bok.pdf/faef9da8-6701-414b-b74c-c3cb61a49371

Brasil. Ministério da saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. (2015). Saúde da criança: aleitamento materno e alimentação complementar. 2ª ed. – Brasília, (23). Recuperado em 6 de Junho de 2020, de https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_aleitamento_materno_cab23.pdf

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância Sanitária. PORTARIA Nº 977, DE 5 DE Dezembro de 1998. 1998. Recuperado em 7 de Junho de 2020, de Https://Bvsms.Saude.Gov.Br/Bvs/Saudelegis/Svs1/1998/Prt0977_05_12_1998_Rep.Html

Brasil. Organização Pan-Americana da Saúde. (2018). Aleitamento materno nos primeiros anos de vida salvaria mais de 820 mil crianças menores de cinco anos em todo o mundo. Recuperado em 6 de Junho de 2020, de https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5729:aleitamento-materno-nos-primeiros-anos-de-vida-salvaria-mais-de-820-mil-criancas-menores-de-cinco-anos-em-todo-o-mundo&itemid=820

Carvalho, C. A., Viola, P. C. A. F., Lamy, Z. C. (2020). Cartilha de orientações para aleitamento materno em tempos de COVID-19. Realização: Universidade Fedreal do Piauí; Universidade Federal do Maranhão.

da Costa Pereira, A., Boucinhas, M. S., de Matos Nasser, E., Silva, J. F., Peixoto, J. C. M. S., & Jandre, M. C. (2013). Avaliação microbiológica de fórmulas infantis manipuladas em Unidade Centralizada de Produção. Segurança Alimentar e Nutricional, 20(2), 260-274. doi https://doi.org/10.20396/san.v20i2.8634602.

de Melo, L. P. C. da Silva Dias, M. E., Santana, M. S., Diniz, P. R., Galvão, P. V. M., & Santana, P. D. M. S. (2020). Aleitamento materno em tempos de covid - 19: uma revisão integrativa. Rev. Research, Society and Development, 9(9). doi https://doi.org/10.33448/rsd-v9i9.7074.

Filho, W. R., Scalco, M. F., Pinto, J. A. (2014). Alergia à proteína da vaca. Rev. Med Minas Gerais, 24(3), 374–380. doi: 10.5935/2238-3182.20140105.

Garcia, A. R. (2013). Influência do Aleitamento Materno na Prevenção da Obesidade em Idade Pediátrica. Revista Nutrícias, (16), 26-29.

Kus, M. M. M., Silva, S. A. P., Aued-Pimentel, S., & Mancini-Filho, J. (2011). Informação nutricional de fórmulas infantis comercializadas no Estado de São Paulo: avaliação dos teores de lipídeos e ácidos graxos. Rev. Nutr. 24(2). doi https://doi.org/10.1590/s1415-52732011000200002.

Messias, A. M., Long, S. M., Ferreira, M. C. D., Josgrillberg, É., & Jóias, R. P. (2020). Amamentação natural, artificial e maloclusão: há correlação?. Odonto, 27(53), 9-18. doi https://doi.org/10.15603/2176-1000/odonto.v27n53p9-18.

Oliveira, B. L. C. T. (2019). Comparação de microbiota intestinal de crianças em aleitamento materno exclusivo e em uso de fórmulas infantis.

Sekita, S. R. (2015). A alergia a proteína do leite de vaca e seu impacto no ganho de peso de um lactente: relato de caso. Revista Eletrônica Parlatorium, 9(2).

Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento de Nutrologia. (2008). Manual de orientação para a alimentação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do adolescente e na escola. 2. ed. São Paulo: Sociedade Brasileira de Pediatria.

Vitolo, M. R. (2015). Nutrição da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Editora Rubio.

Published

31/10/2020

How to Cite

Hammes, M. C. C. de O., Meurer, V., Ibiapina, D. F. N., & Bezerra, K. C. B. (2020). Nutritional repercussions of the use of maternized milks in infants ’health. Research, Society and Development, 9(11), e029118984. https://doi.org/10.33448/rsd-v9i11.8984

Issue

Section

Review Article