Animal welfare of dogs during animal assisted interventions

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i1.9730

Keywords:

Animal behavior; Dogs therapists; Veterinary medicine; Pet therapy; Ethogram; Vital signs.

Abstract

This study demonstrates the physiological and behavioral effects of dogs that act as co-therapists in Animal Assisted Interventions (AAT). Most research focuses on those assisted during AAT, disregarding co-therapists. Thus, we sought to evaluate the effects of AAT on the physiological and behavioral parameters of the dog co-therapists. Assessments of systolic blood pressure, diastolic blood pressure, temperature, heart rate, respiratory rate and behavior of five co-therapist dogs from the Pet Terapia project at the Federal University of Pelotas were carried out in three different locations. Behavioral assessments were recorded by filming during visits to the institutions and later recorded on an ethogram. The results obtained during the evaluation of vital signs showed that there were no changes or when there was a relationship with the reduction of blood pressure in dogs, the dogs did not show behaviors related to stress, such as: vocalization, passive, active / repetitive behavior. It is concluded that assisted interventions in animals, developed with trained dogs and adapted to the residents and the assisted public during the period of 40 to 60 min, with trained staff do not cause changes in vital signs and behavior of co-therapist dogs, indicating stress, guaranteeing stress thus animal health and welfare.

Author Biography

Fernanda Dagmar Martins Krug, Universidade Federal de Pelotas

Médica Veterinária formada pela Universidade de Cruz Alta - UNICRUZ

Especialização em Cliníca e Cirurgia em Pequenos Animais pela UNICRUZ,

Mestrado em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Veterinária da Universidade Federal de Pelotas - UFPel,

Residência em Área Profissional da Saúde em Medicina Veterinária na área de Pet Terapia: Intervenções Assistida por animais pela UFPel.

Doutoranda em  Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas - UFPel

References

Bert, F., Gualano, R. G., Camussi, E., Pieve, G., Voglino, G., & Siliquini, R. Animal assisted intervention: A systematic review of benefits and risks.

European Journal of Integrative Medicine, v.8, ed. 5, October 2016, Pages 695-706, 2016. 10.106/j.eujim.2016.05.005.

Chelini, M. O, & Otta, E. O. (2016). Terapia assistida por animais. 370 p. Manole.

Clarck, S. D., Smidt, J. M., & Bauer, B. A. (2019). Welfare considerations: Salivary cortisol concentrations on frequency of therapy dog visits in an outpatient hospital setting: A pilot study. Journal of Veterinary Behavior, 30, 88-91. 10.1016 / j.jveb.2018.12.002

Clark, S. D., Martin , F., Mcgowan , R. G. T. S., Smidt, J. M., Anderson, R., Wang, L., Turpin, T., Langenfeld-Mccoy, N., Bauer, B. A., & Mohabbat, E. B. (2020). Physiological State of Therapy Dogs during Animal-Assisted Activities in an Outpatient Setting. Animals, 10(5), 819. 10.3390 / ani10050819.

Dotti J. (2014). Terapia e Animais. Noética.

Ferreira J. M. (2012). Cinoterapia na APAE/SG: um estudo orientado pela teoria bioecológica do desenvolvimento humano. Rev. Conhec. y Diver. 4(7). http://dx.doi.org/10.18316/626.

Fries, E., Dettenborn, L., & Kirschbaum, C. (2009). The cortisol awakening response (CAR): Facts and future directions Int. J. Psychophysiol. 72 (1), 63-73. 10.1016 / j.ijpsycho.2008.03.014

Glenk, L.M., Kothgassner, O. D., Stetina, B.U., Palme, R., Kepplinger, B., & Baran, H. (2013). Therapy dogs’ salivary cortisol levels vary during animal-assisted interventions. Anim. Welf., 22, 369-378. 10.7120 / 09627286.22.3.369.

Haubenhofer, D. K, & Kirchengast, S. (2006). Excitação fisiológica para cães de companhia que trabalham com seus proprietários em atividades assistidas por animais e terapia assistida por animais. J. Appl. Anim. Welf. Sci. 9, 165-172. 10.1207 / s15327604jaws0902_5.

Kruger, K. A., & Serpell, J. (2010). Animal-assisted interventions in mental health: definitions and theoretical foundations. Handbook on Animal-Assisted Therapy: Theoretical Foundations and Guidelines for Practice. 3, 33-48. 10.1016/B978-0-12-381453-1.10003-0.

Lima, C. M., Krug, F. D. M., Bender, D. B., Rodrigues, M. R. M., Mechereffe, B. M., Vieira, A. C. G., Capela, S. O., & Nobre, M. O. (2018). Intervenções assistidas por animais realizadas em ambiente hospitalar na promoção do cuidado com a vida. Revista Expressa Extensão. 23(2), 89-95. https://doi.org/10.15210/EE.V23I2.13189.

Mazzotti, G. A., & Boere, V. (2009). The right ear but not the left ear temperature is related to stress-induced cortisolaemia in the domestic cat (Felis catus). Laterality, 14, 196–204. https://doi.org/10.1080/13576500802344420.

Nobre, M. O., Krug, F. D. M., Capella, S. O., Ribeiro, V. P., Nogueira, M. T. D., Canielles, C., & Tilmann, M. T. (2017). Projeto Pet Terapia, Intervenções Assistidas por Animais: uma prática para o benefício da saúde e educação humana. Revista Expressa Extensão, 22(1), 78-89. https://doi.org/10.15210/ee.v22i1.10921.

Pereira G. G. (2015). Etograma de stresse cão e folha de registo, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, Portugual. Dados não publicados.

Reed R, Ferrer L, & Villegas N. (2012). Curadores Naturais: uma revisão da terapia e atividades assistidas por animais como tratamento complementar de doenças crônicas. Rev. Lat. Amer. de Enfer., 12(3). http://www.scielo.br/pdf/rlae/v20n3/pt_a25v20n3.pdf

Riemer, S., Assis, L., Pike, T. W., & Mills, D. S. (2016). Dynamic changes in ear temperature in relation to separation distress in dogs. Physiol. Behav. 10.1016 / j.physbeh.2016.09.002

Rocha, C. F. G., Muñoz, P. O. L., & Roma, R. P. S. (2016). História do relacionamento entre animais humanos e não humanos e da TAA. In: Terapia Assistida por Animais, 370p.

Rosa, P. D. E., Rainho, M. R. G., & Pereira, G. P. (2015). Revisão sobre Ética e Bem-estar Animal nas Intervenções Assistidas por Cães. Revista Clínica Veterinária. n. 16, ano XX.: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/vti-17461

Serpell, J, Coppinger, R., Fine, A. H., & Peralta, J. M. (2010). Welfare considerations in therapy and assistance animals. Handbook on Animal-Assisted Therapy: Theoretical Foundations and Guidelines for Practice. 3, 481-533. 10.1016 / B978-0-12-381453-1.10023-6

Vasconcelos, A. S. (2016). O bem-estar do animal coterapeuta. In: Terapia Assistida por Animais. 370p.

Yamamoto, K. C. M., Silva, E. Y. T., Costa, K. N., Souza, M. S., Silva, M. L. M., Albuquerque, V. B., Pinheiro, D. M., Bernabé, D. G., & Olivia, V. N. L. S. (2012). Avaliação fisiológica e comportamental de cães utilizados em terapia assistida por animais (TAA). Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. 64(3), 568-576. https://doi.org/10.1590/S0102-09352012000300007

Published

15/01/2021

How to Cite

KRUG, F. D. M. .; CAPELLA, S. de O. .; SCHMITT, C. I.; FREGUGLIA, B. L. A. .; SILVA, E. C. da .; LIMA , C. M. de .; NOBRE, M. de O. Animal welfare of dogs during animal assisted interventions. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 1, p. e3001019730, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i1.9730. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/9730. Acesso em: 1 mar. 2021.

Issue

Section

Health Sciences