Avaliação de substrato de macrófita aquática para o crescimento de mudas de Jucá (Libidibia ferrea)
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v9i8.5869Palavras-chave:
Crescimento de plantas; Aguapé; Caatinga; Libidibia férrea.Resumo
Sabe-se que a ação humana, nas últimas décadas, vem causando sérias consequências ao meio ambiente, possivelmente porque o sistema econômico vigente demanda uma produção em larga escala e, consequentemente, um maior uso dos recursos naturais. Nesse contexto, este estudo objetivou avaliar o crescimento inicial de Jucá (Libidibia ferrea) em função do composto orgânico de macrófita aquática (E. crassipes). Os tratamentos foram distribuídos em blocos casualizados com três repetições, sendo as unidades experimentais constituídas por vasos com 2 dm3 de solo e as diferentes combinações do composto orgânico e solo, foram compostos os seguintes tratamentos: T1 = solo; T2 = 95% de solo + 5% do composto; T3 = 90% de solo + 10% do composto; T4 = 80% de solo + 20% do composto e T5 = 70% de solo + 30% do composto. Dez dias após a emergência das plantas, foi realizado o transplantio, e durante o período de 60 dias foram realizadas seis leituras de altura de planta e diâmetro de caule para avaliação do crescimento, sendo a primeira dez dias após o transplantio e as seguintes, também, em intervalo de dez. A TCA e TCR, tanto para altura de planta como para diâmetro do caule foram semelhantes em todos os tratamentos, ressaltando que para T4 e T5 observou-se maiores alturas e em T3 a TCR do diâmetro apresentou crescimento mais uniforme.
Referências
Benincasa, M. M. P., Leite I. C. (2002). Fisiologia vegetal. Jaboticabal: FUNEP.
Bezerra Neto, F., Medeiros, J. F., Negreiros, M. Z., Gondim, A., & Porto, D. R. Q. (2005). Crescimento do melão "torreon" cultivado em diferentes coberturas de solo e laminas de irrigação. Revista Caatinga, 18(4), 232-237.
Costa, L. C., Morison, J., Dennett, M. (1997). Effects of the weather on growth and radiation intercepted by Faba bean. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 32(3), 277-281.
Fernandes, A. A., & Fernandes, A. A. A. (2012). Degradação ambiental no município de Condado-PB: uma discussão necessária. Revista Brasileira de Educação e Saúde, 2(1), 22-26.
Gerhardt, T. E., & Silveira, D. T. (2009). Métodos de pesquisa. Porto Alegre, Brasil: Editora da UFRGS. Acesso em http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf.
Gomes, J. M., & Paiva, H. N. (2011). Viveiros Florestais: propagação sexuada. Viçosa: UFV.
Instituto Nacional de Meteorologia. (2018). Estações Automáticas – Mossoró. Acesso em http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=home/page&page=rede_estacoes_auto_graf.
Morais, E. R. C., & Maia, C. E. (2013). Crescimento da parte aérea e raiz do meloeiro adubado com fertilizante orgânico. Revista Ciência Agronômica, 44(3), 505-511. Acesso em http://ccarevista.ufc.br/seer/index.php/ccarevista/article/view/2033.
Oliveira, M. K. T., Dombroski, J. L. D., Medeiros, R. C. A., Tomczak, V. E., & Farias, R. M. (2016). Crescimento inicial de Erythrina velutina em diferentes substratos com adubação orgânica. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. 11(5), 30-38. DOI: https://doi.org/10.18378/rvads.v11i5.3594
Pace, P. F., Cralle, H. T., El-Halawany, S. H. M., Cothren, J. T., & Senseman, S. A. (1999). Drought-induced Changes in Shoot and Root Growth of Young Cotton Plants. The Journal of Cotton Science. 3(4), 183-187. Acesso em https://www.cotton.org/journal/1999-03/4/upload/jcs03-183.pdf
Pereira, A. S., Shitsuka, D. M., Parreira, F. J., & Shitsuka, R. (2018). Metodologia da pesquisa científica. [e-book]. Santa Maria. Ed. UAB/NTE/UFSM. Acesso em https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=1.
Scremin-Dias, E., Kalife, C., Menegucci, Z. R. H. & Souza, P. R. (2006). Produção de mudas de espécies florestais nativas: manual. Campo Grande, MS: UFMS.
Sousa, F. Q., Araújo, J. L., Silva, A. P., Pereira, F. F., Santos, R. V. & Lima, G. S. (2012). Crescimento e respostas fisiológicas de espécies arbóreas em solo salinizado tratado com corretivos. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, 16(2), 173-181. DOI: 10.1590/S1415-43662012000200007.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
2) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.