Population aging and changes in family structure: Declining fertility, smaller families, and intergenerational support
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v15i5.51062Keywords:
Aging, Family, Fertility, Intergenerational support.Abstract
This article aimed to analyze recent changes in the composition of Brazilian family structure in the context of population aging. To this end, a qualitative narrative literature review was conducted, investigating how the demographic transition, marked by a sharp decline in fertility and increased longevity, reconfigures the household unit and redefines contemporary family relationships. The discussion unfolds around three points: the reduction in the number of children, the formation of smaller families, and the centrality of intergenerational support. The results indicate that aging not only implies new care demands but also highlights the active economic role of older adults, whose income is important for the subsistence of millions of households. It is concluded that the narrowing of family support networks, combined with the persistent burden placed on women in care activities, requires the formulation of integrated public policies that ensure family sustainability and dignity in old age within a context of rapid social transition.
References
Alves, J. E. D. (2014). A dinâmica demográfica brasileira e os desafios do envelhecimento populacional. Revista Brasileira de Estudos de População, 31(2), 353–361.
Becker, G. S. (1993). A treatise on the family. Harvard University Press.
Berquó, E. (2003). Direitos reprodutivos de mulheres e homens face à nova legislação brasileira sobre planejamento familiar. Cadernos de Saúde Pública.
Berquó, E., & Cavenaghi, S. (2006). Fecundidade em declínio no Brasil: Uma análise das tendências recentes. Revista Brasileira de Estudos de População, 23(2), 301–314.
Brasil. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Bressan, P. R. M. M., Almeida, F. M. de, Santos, E. B. dos, Silva, B. N. da, & Oliveira, T. V. M. (2025). Análise econômica da família brasileira envolvendo as intervenções do Estado. ARACÊ, 7(1), 3593–3618. https://doi.org/10.56238/arev7n1-215
Camarano, A. A. (2004). Os novos idosos brasileiros: Muito além dos 60? IPEA.
Camarano, A. A., & Fernandes, D. (2014). Mudanças nos arranjos familiares e seu impacto nas condições de vida da população brasileira. In A. A. Camarano (Org.), Novo regime demográfico: Uma nova relação entre população e desenvolvimento? IPEA.
Camarano, A. A., & Pinheiro, L. S. (2010). Cuidados de longa duração para a população idosa: Um novo risco social a ser assumido? IPEA.
Campos, L. L., & Melo, A. K. (2022). Noção de família(s) no campo da saúde brasileira: Ensaio teórico-reflexivo. Escola Anna Nery, 26, e20210197.
Carvalho, A. A. de. (2025). Preferências reprodutivas e fecundidade não realizada no Brasil: Algumas reflexões a partir dos dados do relatório da ONU “A verdadeira crise de fecundidade”. Revista Brasileira de Estudos de População, 42, e0314.
Coelho, E. de A. C., Lucena, M. de F. G. de, & Silva, A. T. de M. (2000). O planejamento familiar no Brasil no contexto das políticas públicas de saúde: Determinantes históricos. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 34, 37–44.
Coutinho, R. Z., & Souza, I. V. M. (2024). A transição da fecundidade no Brasil: Investigação sobre os efeitos das crises exógenas nas tendências recentes de queda do número de nascidos vivos. Revista Brasileira de Estudos de População, 41, e0283.
Cunha, M. S. da, Rosa, A. M. P., & Vasconcelos, M. R. (2022). Evidências e fatores associados ao fenômeno de adiamento da maternidade no Brasil. Revista Brasileira de Estudos de População, 39, e0187.
Duarte, H. F. F. L., & Teixeira, E. C. (2021). Efeito do nível de escolaridade sobre a fecundidade no Brasil. Economia & Região, 9(1), 167–185.
Engels, F. (2008). A origem da família, da propriedade privada e do Estado (N. Schneider, Trad.). Expressão Popular.
Firmino, B. D. R. (2023). Mobilidade educacional e fecundidade: Uma análise pautada no status socioeconômico de origem.
Fundação Getulio Vargas, Instituto Brasileiro de Economia. (2024). Mulheres já são maioria entre responsáveis financeiros pelos domicílios brasileiros. FGV IBRE.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2023). Censo demográfico 2022: Características gerais da população e dos domicílios. IBGE.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2023). Indicadores sociais das mulheres no Brasil. IBGE.
Lima, A. M. S., Montiel, J. M., Ogassavara, D., Graeff, B., Silva Ferreira, T. da, & Costa, J. F. (2024). Direitos humanos e gerontologia: Breves reflexões sobre diálogos interdisciplinares para o envelhecimento digno. Interfaces Científicas-Direito, 9(3), 52–63. https://periodicos.set.edu.br/direito/article/view/11832
Lima, T. G. (2020). Avaliação multidimensional da pessoa idosa e interdisciplinaridade. Editora Senac São Paulo.
Maio, I. F. D. (2022). Expectativas em relação ao envelhecimento e dinâmica familiar: O suporte familiar influencia o que esperamos do envelhecimento [Dissertação de mestrado, Universidade da Beira Interior].
Miranda-Ribeiro, A., Garcia, R. A., & Faria, T. C. de A. B. (2019). Baixa fecundidade e adiamento do primeiro filho no Brasil. Revista Brasileira de Estudos de População, 36, e0080.
Nasri, F. (2008). O envelhecimento populacional no Brasil. Einstein (São Paulo), 6(Supl. 1), S4–S6.
Ogassavara, D., Silva-Ferreira, T. da, Ferreira-Costa, J., Bartholomeu, D., Tertuliano, I. W., & Montiel, J. M. (2023). Concepções e interlocuções das revisões de literatura narrativa: Contribuições e aplicabilidade. Ensino & Pesquisa, 21(3), 8–21. https://doi.org/10.33871/23594381.2023.21.3.7646
Ogassavara, D. et al. (2025). Trilhas metodológicas para a revisão narrativa: orientações pragmáticas para sua elaboração. Ensino & Pesquisa. 23(3). DOI: https://doi.org/10.33871/23594381.2025.23.3.10317.
Reis, J. R. T. (1984). Família, emoção e ideologia. Psicologia Social: O Homem em Movimento, 8, 99–124.
Rios-Neto, E. L. G., Miranda-Ribeiro, P., & Miranda-Ribeiro, A. (2018). Fecundidade no Brasil: Níveis, tendências e diferenciais socioeconômicos. Revista Brasileira de Estudos de População.
Risemberg, R. I. C. et al. (2026). A importância da metodologia científica no desenvolvimento de artigos científicos. E-Acadêmica, 7(1), e0171675. https://eacademica.org/eacademica/article/view/675
Santos, L. C., & Pereira, M. R. (2024). Família e sociedade no contexto brasileiro: Reflexões para a Psicologia. PLURAL - Revista de Psicologia UNESP Bauru, 2, e023010. https://doi.org/10.59099/prpub.2023.41
Silva, A., & Neves, M. (2023). Transformações nas estruturas familiares brasileiras e relações intergeracionais. Revista de Ciências Sociais.
Silva, C. M., & Neves, B. S. de C. (2023). Modificações na família contemporânea: Revisão do que é dito sobre família entre 2010 e 2019. Revista Gestão e Políticas Públicas, 13(1), 1–20.
Soares, C. (2024). Os desafios (para as mulheres) do trabalho reprodutivo no Brasil com o processo de envelhecimento populacional. In A. C. Abreu (Org.), Até onde caminhou a revolução de gênero no Brasil? (pp. 151–170). Brasília: Ipea.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Larissa Fernandes Camargo, Jeniffer Ferreira-Costa, Thais da Silva-Ferreira, Dante Ogassavara, José Maria Montiel

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Authors who publish with this journal agree to the following terms:
1) Authors retain copyright and grant the journal right of first publication with the work simultaneously licensed under a Creative Commons Attribution License that allows others to share the work with an acknowledgement of the work's authorship and initial publication in this journal.
2) Authors are able to enter into separate, additional contractual arrangements for the non-exclusive distribution of the journal's published version of the work (e.g., post it to an institutional repository or publish it in a book), with an acknowledgement of its initial publication in this journal.
3) Authors are permitted and encouraged to post their work online (e.g., in institutional repositories or on their website) prior to and during the submission process, as it can lead to productive exchanges, as well as earlier and greater citation of published work.
