Basic knowledge: An analysis based on biochemistry content in medical education
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v15i5.51112Keywords:
Medicine Courses, RUF, Curriculum, Higher Education.Abstract
The general objective of this article is to analyze the course content of basic biochemistry disciplines in medical programs at the ten best universities in Brazil, according to the Ranking Universitário Folha (RUF, 2024). The specific objective is to examine the pedagogical strategies employed in these courses. The expansion of medical education in Brazil has led to heterogeneous curricular structures, raising questions about the standardization of foundational knowledge. This qualitative, exploratory, and documentary study examined syllabi, teaching plans, and pedagogical projects using content analysis and word cloud techniques to identify thematic patterns. The results indicate that biochemistry remains a central component of medical education, essential for understanding physiological, pathological, and clinical processes. However, there is considerable variation in course organization, workload, terminology, and pedagogical approaches. The findings reveal a predominance of biomolecular content, with comparatively limited emphasis on clinical applications. Challenges identified include lack of transparency in curricular documentation, need for interdisciplinary integration, and faculty training gaps. It is concluded that the definition of “basic knowledge” remains dependent on epistemological and institutional choices, with implications extending beyond medical education to other academic fields.
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