Basic knowledge: An analysis based on biochemistry content in medical education

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v15i5.51112

Keywords:

Medicine Courses, RUF, Curriculum, Higher Education.

Abstract

The general objective of this article is to analyze the course content of basic biochemistry disciplines in medical programs at the ten best universities in Brazil, according to the Ranking Universitário Folha (RUF, 2024). The specific objective is to examine the pedagogical strategies employed in these courses. The expansion of medical education in Brazil has led to heterogeneous curricular structures, raising questions about the standardization of foundational knowledge. This qualitative, exploratory, and documentary study examined syllabi, teaching plans, and pedagogical projects using content analysis and word cloud techniques to identify thematic patterns. The results indicate that biochemistry remains a central component of medical education, essential for understanding physiological, pathological, and clinical processes. However, there is considerable variation in course organization, workload, terminology, and pedagogical approaches. The findings reveal a predominance of biomolecular content, with comparatively limited emphasis on clinical applications. Challenges identified include lack of transparency in curricular documentation, need for interdisciplinary integration, and faculty training gaps. It is concluded that the definition of “basic knowledge” remains dependent on epistemological and institutional choices, with implications extending beyond medical education to other academic fields.

References

Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. Editora Edicoes 70 – Almedina.

Erdem, S. S., et al. (2019). Compliance of medical biochemistry education in medical schools with national core education program 2014. Turkish Journal of Biochemistry, 44(5), 578–584.

Ferreira, M. M. dos S., et al. (2023). Diretrizes curriculares nacionais para os cursos de medicina no Brasil: Mudanças no processo de formação. Jornal de Políticas Educacionais, 17.

Folha de S. Paulo. (2024). Ranking Universitário Folha (RUF) 2024. https://ruf.folha.uol.com.br/2024

Mercês, A. A. D. das, & Maciel, J. C. (2018). Bioquímica para estudantes da área da saúde: Importância e alternativas de ensino. Revista Saúde & Diversidade, 2(2), 52–56.

Morandin, J. L. P. L., Silva, N. R. da, & Vanz, S. A. de S. (2020). O desempenho das universidades brasileiras no U-Multirank e Ranking Universitário Folha. Ciência da Informação em Revista, 7(2), 116–136.

Nelson, D. L., & Cox, M. M. (2018). Lehninger principles of biochemistry (7th ed.). W.H. Freeman.

OECD. (2020). Doctors (indicator). https://www.oecd.org/en/data/indicators/doctors.html

Oliveira, B. L. C. A. de et al. (2019). Evolução, distribuição e expansão dos cursos de medicina no Brasil (1808–2018). Trabalho, Educação e Saúde, 17(1), e0018317.

Oliveira, J. P. A., et al. (2024). Efeitos do Programa Mais Médicos na Atenção Primária e seus impactos na saúde: Uma revisão sistemática. Trabalho, Educação e Saúde, 22, e02635249.

Oliveira, M. F. (2011). Metodologia científica: Um manual para a realização de pesquisas em administração. UFG.

Pereira, A. S. et al. (2018). Metodologia da pesquisa científica. [free ebook]. Santa Maria: Editora da UFSM.

PROVMED. (2020). Expansão da oferta de graduação em medicina no Brasil: Informe técnico nº 2. Ministério da Saúde. https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sgtes/acoes-em-educacao-em-saude/provmed/14-informe-tecnico-provmed-no-2.pdf

Risemberg, R. I. C., Wakin, M., & Shitsuka, R. (2026). A importância da metodologia científica no desenvolvimento de artigos científicos. E-Acadêmica, 7(1), e0171675. https://eacademica.org/eacademica/article/view/675.

Righetti, S. (2016). Qual é a melhor?: Origem, indicadores, limitações e impactos dos rankings universitários (Doctoral dissertation, Universidade Estadual de Campinas).

Santos, C. J., et al. (2021). Expansão de vagas e qualidade dos cursos de medicina no Brasil: “Em que pé estamos?”. Revista Brasileira de Educação Médica, 45(2), e058.

Santos, J. N. F., & Souza, P. A. S. (2024). Metodologias ativas no ensino de bioquímica: Uma revisão integrativa. Revista Debates em Ensino de Química, 10(1), 125–137.

Schneider, M. H., de Mattos Dutra, Â., & Magalhães, C. R. (2018). Metodologias ativas no ensino de bioquímica: Abordagens articuladas ao cotidiano profissional.

Silva, A. D. A. G. da, et al. (2022). A abordagem dos conceitos de bioquímica celular no ensino por experimentação. In CONEDU - Ensino de Ciências. Realize Editora. https://www.editorarealize.com.br/index.php/artigo/visualizar/91282

Silva Carreiro, G. (2023). O mercado de trabalho médico no Maranhão: Interiorização de cursos de medicina, de profissionais formados e a constituição de um mercado de saúde privada. Redes: Revista do Desenvolvimento Regional, 28, 1–25.

Silveira, D. F., Hassmann, C. P. H., Souto, B. P., & de Souza, D. O. G. (2025). Avaliação da produção científica de pós-graduandos servidores da CAPES e CNPq em um Programa de Pós-Graduação. REVISTA DELOS, 18(70), e6142-e6142.

Solner, T. B., et al. (2019). O ensino de bioquímica no Brasil: Um olhar para a educação básica. Revista Debates em Ensino de Química, 5(2), 126–137.

Stern, P., et al. (2008). Studies of biochemistry and clinical biochemistry: Studies at sample medical schools in 13 EU countries regarding biochemistry and clinical biochemistry teaching. Clinica Chimica Acta, 393(1), 45–50.

Vieira, S. de P., et al. (2018). A graduação em medicina no Brasil ante os desafios da formação para a Atenção Primária à Saúde. Saúde em Debate, 42, 189–207.

Zeni, A. L. (2010). Conhecimento prévio para a disciplina de bioquímica em cursos da área da saúde da Universidade Regional de Blumenau-SC. Revista de Ensino de Bioquímica, 8(1), 16–29.

Downloads

Published

2026-05-22

Issue

Section

Teaching and Education Sciences

How to Cite

Basic knowledge: An analysis based on biochemistry content in medical education. Research, Society and Development, [S. l.], v. 15, n. 5, p. e8415551112, 2026. DOI: 10.33448/rsd-v15i5.51112. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/51112. Acesso em: 15 jun. 2026.