Diet in the treatment of anxiety disorder

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v11i14.36897

Keywords:

Food; Nutrition; Anxiety disorder; Tryptophan; Serotonin.

Abstract

Introduction: Interest in the subject arose from the need to disseminate food and the benefits and harms of treatment, due to the significant increase in individuals with anxiety disorder. Thus, there is a need to seek diets that, through food and its bioactive compounds, can provide improvements in eating behavior and nutritional intake. Methodology: Descriptive, which seeks to highlight the benefits and harms of eating in anxiety disorders recorded in the national literature. Results: The research contributes to further clarification of the effects of anxiety in adult individuals. Conclusion: it was found that eating behavior can be greatly affected by emotions, since their food choices, the amounts ingested and the frequency of meals depend on several factors, one of them being emotions and not just their physiological needs and when characterizing the anxiety and its symptoms; it also emphasizes the importance of the nutritionist in prescribing food and supplements in the treatment and prevention of anxiety; pointing out the effects of eating behavior on anxiety disorder.

References

Aleixo, M. V. A., & Yamamoto, M. P. (2020). Importância da microbiota intestinal e modificação do padrão alimentar no tratamento de ansiedade e depressão.

Alves, B. M. (2021). A influência dos alimentos no tratamento dos transtornos mentais: ansiedade, depressão e esquizofrenia.

Campos, A. L. C., et al. (2021). Efeito do Transtorno da Ansiedade sobre o Comportamento Alimentar: uma revisão sistemática.

American Psychiatric Association. (2014). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM5. Tradução Maria Inês Correa Nascimento et al. 5. ed. Porto Alegre: Artmed.

Baklizi, G. S., Bruce, B. C., & Santos, A. C. C. P. (2021). Neuronutrição na depressão e transtorno de ansiedade. Research, Society and Development, v. 10, n. 17, p. e52101724454-e52101724454, 2021.

Bener, A., & Kamal, M. (2013). Predict attention deficit hyperactivity disorder? Evidence-based medicine. Global Journal of Health Science, 6(2), 47-57

Calhoon, G., & Tye, K. Resolving the neural circuits of anxiety.Nat Neurosci 18,1394–1404 (2015).10.1038/nn.4101.

Carvalho, M. S., et al. (2017). Metabolismo do triptofano em transtornos mentais: Um enfoque na esquizofrenia. Vittalle, 29(2), 44-56.

Carvalho, P. H. B., Filgueiras, . F., Neves, C. M., Coelho, F. D., & Ferreira, M. E. C. (2013). Checagem corporal, atitude alimentar inadequada e insatisfação com a imagem corporal de jovens universitários. J Bras Psiquiatr., 62(2), 108–114. https://doi.org/10.1590/S004-208520130002000037

Cassia, L. Da S., & Barbosa, L. B. G. (2019). Identificação da presença de ansiedade em mulheres adultas e sua relação com a compulsão alimentar. J Health Sci Inst, 37(2), 134-139.

Costa, C. O., et al. (2019). Prevalência de ansiedade e fatores associados em adultos. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 68, 92-100.

Cury, A. (2013). Ansiedade: Como enfrentar o mal do século. São Paulo: Saraiva.

Da Rocha, A. C. B., Myva, L. M. M., & De Almeida, S. G. O papel da alimentação no tratamento do transtorno de ansiedade e depressão. Research, Society and Development, v. 9, n. 9, p. e724997890-e724997890, 2020.

De Andrade, E. A. F., et al. (2018). L-Triptofano, ômega 3, magnésio e vitaminas do complexo B na diminuição dos sintomas de ansiedade. Id on Line Revista de Psicologia, 12(40), 1129-1138.

De Carvalho Furtado, C; DA., Silva, A. L. B., Walfall, A. M. (2018). Psicobióticos: uma ferramenta para o tratamento no transtorno da ansiedade e depressão? UNILUS Ensino e Pesquisa15(40) 137-151.

de Lima, A. C. R., & Oliveira, A. B. (2016). Fatores psicológicos da obesidade e alguns apontamentos sobre a terapia cognitivo-comportamental. Mudanças-Psicologia da Saúde, 24(1), 1-14.

De Souza, A. S., et al. (2012). O comportamento alimentar e os distúrbios psicológicos. Estudantes de Psicologia. Universidade Vila Velha, Brasil.

De Souza, D. T. B., De Morais Lúcio, J., & Araújo, A. S. (2017). Ansiedade e alimentação: uma análise inter-relacional.

Desterro Figueiredo, M., Cunha, D. R., Araujo, A. I. G., Santos, C. M., Suplicy, H. L., Boguszewski, C. L., & Radominski, R. B. (2014). Comportamento alimentar e perfil psicológico de mulheres obesas. Revista PsicoFAE: Pluralidades em Saúde Mental, 3(1), 43-54.

Dinan, T.G., & Cryan, J.F. (2017). The Microbiome-Gut-Brain axis in health and disease. Gastroenterol Clin North Am, 46(1):77-89.

Dourado, D. M., Rolim, J. A., de Souza Ahnerth, N. M., Gonzaga, N. M., & Batista, E. C. (2018). Ansiedade e depressão em cuidador familiar de pessoa com transtorno mental. ECOS-Estudos Contemporâneos da Subjetividade, 8(1), 153-167.

Fernandes, Helder Matheus, Souza, Ingrid & Fernandes, Daniele. (2020). Neuronutrição na ótica da ansiedade e depressão: perspectivas durante o processo de envelhecimento. 1. 1-13.https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/73228.

Fernandes, M. A. et al. (2017). Transtornos de ansiedade: vivências de usuários de um ambulatório especializado em saúde mental. Revista de enfermagem: UFPE On Line, Recife, 11(10), 3836-3844, https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/25366.

Foster, J.A., & Neufeld, K, A, M. (2013). Gut-brain axis: how the microbiome influences anxiety and depression. Trends Neurosci; 36(5):305-12.

França, C. L., et al. (2012). Contribuições da psicologia e da nutrição para a mudança do comportamento alimentar. Estudos de Psicologia (Natal), 17, 337-345.

Fusco, S. F. B., et al. (2020). Ansiedade, qualidade do sono e compulsão alimentar em adultos com sobrepeso ou obesidade. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 54.

Gaspar, S. S. (2014). Avaliação do risco da exposição a substâncias estimulantes (cafeína, taurina e glucuronolactona) em adolescentes do Distrito de Lisboa. Tese de Doutorado

Gonçalves, P. F., Sousa, B. R.V. de Maracajá, B. R. V.de, & Veiga, D.K.E (2016). Alimentação funcional como suporte para melhor prognóstico da depressão. Anuais I CONBRACIS Campina Grande: Realize Editora, 0, 1-6. https://www.editorarealize.com.br/index.php/artigo/visualizar/18859.

Jacka, F. N., Cherbuin, N., Anstey, K. J., & Butterworth, P. (2015). Does reverse causality explain the relationship between diet and depression? Journal of Affective Disorders, 175, 248-250.

Lima, C. L. S., Lira, S. M., Holanda, M. O., da Silva, J. Y. G., Moura, V. B., Oliveira, J. D. S. M., & Guedes, M. I. F. (2020). Bases fisiológicas e medicamentosas dotranstorno da ansiedade.Research, Society and Development,9(9), e 808997780.

Lindseth, G., Helland, B., & Caspers, J. (2015). The effects of dietary tryptophan on affective disorders. Archives ofPsychiatric Nursing, 29(2), 102-107.

Lopes K. C. S. P., & Santos, W. L dos.(2022). Transtorno de ansiedade. Rev Inic Cient Ext [Internet]. 1(1):45-50. https://revistasfacesa.senaaires.com.br/index.php/iniciacao-cientifica/article/view/47.

Machado, M. B., Ignácio, Z. M., Jornada, L. K., Réus, G. Z, Abelaira, H. M., Arent, C. O., et al. (2016). Prevalência de transtornos ansiosos e algumas comorbidades em idosos: um estudo de base populacional. J Bras Psiquiatr. 65(1):28-35.

Marra Silva, B., Marcielly Mendonça, L., & Silva Andrade, M. C. (2021). A importância da alimentação balanceada para o controle da ansiedade e compulsão alimentar.

Maynard, D. C., Anjos, H. A. Dos., Magalhães, A. C. Das V., Grimes, L. N., Costa, M. G. O., & Santos, R. B. Food consumption and anxiety among the adult population during the COVID-19 pandemic in Brazil. Research, Society and Development, [S. l.], 9(11), p. e4279119905, 2020. DOI: 10.33448/rsd-v9i11.9905. https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/9905.

Mckean, J., Naug, H., Nikbakht, E., et al. (2016). Probiotics and subclinical psychological symptoms in healthy participants: a systematic review and meta-analysis. J Altern Complement Med; 1-10.

Moraes, R. W. D. (2014). Determinantes e construção do comportamento alimentar: uma revisão narrativa da literatura.

Mota, D. C. L. (2012). Comportamento alimentar, ansiedade, depressão e imagem corporal em mulheres submetidas à cirurgia bariátrica (Doctoral dissertation, Dissertação (Mestrado Psicologia), Universidade de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil).

Nolan, L. J.,Jenkins, S.M. (2019). Food Addiction Is Associated with Irrational Beliefs via Trait Anxiety and Emotional Eating. Nutrients,11(8), 1711. Doi

noschang, C. G. (2009). Cafeína e estresse: influências sobre o comportamento e sobre parâmetros bioquímicos avaliando estresse oxidativo no sistema nervoso central.

Oliveira, A. R., & Gadelha, B. A M. (2020). Avaliação do comportamento alimentar, qualidade do sono e sintomas da ansiedade em universitários do curso de nutrição. Tese de Doutorado.

Silva, M. A. (2021). Transtornos de ansiedade e impactos nutricionais: uma revisão integrativa.

Sousa Júnior, D. T., Verde, T. F. C. L., & Landim, L. A. S. R. Foods rich in tryptophan and its effect on serotonin release and possible benefits in anxiety disorder. Research, Society and Development, [S. l.], 10(14),

Souza, A. S. P., & Graça, R. A. (2020). O papel da nutrição e das práticas integrativas nos distúrbios de ansiedade e estresse: um estudo de caso.

Souza, K. F. (2018). Efeitos da suplementação crônica de cafeína sobre habilidades cognitivas, ansiedade e estresse em estudantes adultos saudáveis.

Souza, L. S. (2021). Os efeitos benéficos do triptofano na ansiedade: revisão integrativa da literatura

Steenbergen, L., et al. (2016). Tryptophan supplementation modulates social behavior: A review. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, 64, 346-358, Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.neubiorev.2016.02.022

Vedovato, K., et al. (2014). O eixo intestino-cérebro e o papel da serotonina. Arquivos de Ciências de Saúde da Unipar, Umuarama, v. 18, n. 1, p.33-42, abr. 2014.

Wilkinson, L. L., Rowe, A. C.,Robinson, E., & Hardman, C A. (2018). Explaining the relationship between attachment anxiety, eating behaviour and BMI. Appetite, 127,214–22. doi: 10.1016/j.appet.2018.04.029

World Health Organization. (‎2017)‎. Depression and other common mental disorders: global health estimates. World Health Organization. https://apps.who.int/iris/handle/10665/254610.

Published

05/11/2022

How to Cite

LEMOS, A. F. .; SILVA, A. da S. e .; COUTINHO, G. da C. .; FERREIRA, J. C. de S. .; FIGUEIREDO, R. S. Diet in the treatment of anxiety disorder. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 14, p. e547111436897, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i14.36897. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/36897. Acesso em: 9 dec. 2022.

Issue

Section

Review Article