Mapping of areas for coffee cultivation on terraces in Minas Gerais – Brazil

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v14i12.50251

Keywords:

Geoprocessing, QGIS, Coffee, Terracing, Minas Gerais.

Abstract

Brazil is the largest producer and exporter of coffee globally, with Minas Gerais accounting for over 50 % of national production. However, sustainable coffee production in the mountainous areas of Minas faces challenges such as soil erosion, low mechanization, and labor shortages. The use of agricultural terraces has emerged as a viable solution in these regions, helping to mitigate some of these issues. This study aimed to map areas in Minas Gerais with potential for cultivating Arabica coffee in terraces, considering technical factors such as altitude, slope, soil, temperature, precipitation, and humidity. Using QGIS and geoprocessing techniques, spatial data were integrated, and an analysis of the ideal, intermediate, and unsuitable ranges for cultivation was conducted. The process involved applying intersection and overlay commands on the layers to identify suitable areas. The results indicated that approximately 442,000 hectares fall within the ideal range, while 1.92 million hectares are within the intermediate range for implementing the terrace system. Additionally, in already cultivated areas, about 43,000 hectares are suitable for terrace cultivation in the ideal range, and 60,000 hectares in the intermediate range. These results expand management options for producers in mountainous regions, although further research is needed on the costs and environmental impacts of this practice.

References

Amarasinghe, U. A., Hoanh, C. T., D'haeze, D., & Hung, T. Q. (2015). Toward sustainable coffee production in Vietnam: More coffee with less water. Agricultural Systems, 136, 96–105.

ANA – Agência Nacional de Águas. (2010). Curvas de Nível. https://metadados.snirh.gov.br/geonetwork/srv/api/records/0e21c03b-fd46-4c9a-9a39-2537ac347214.

Bernardes, T., Moreira, M. A., Adami, M., & Rudorff, B. F. T. (2012). Diagnóstico físico-ambiental da cafeicultura no estado de Minas Gerais – Brasil. Coffee Science, 7(2), 139–151.

Bernardi, A. C. C., Machado, P. L. A., & Silva, C. A. (2022). Fertilidade do solo e demanda por nutrientes no Brasil. In C. V. Manzatto, E. de Freitas Junior, & J. R. R. Peres (Eds.), Uso agrícola dos solos brasileiros (pp. 63–63). Embrapa Solos.

Bertoni, J., & Lombardi Neto, F. (1999). Conservação do solo (4ª ed.). Editora Ícone.

Café Point. (2018). Minas Gerais tem área de 1,2 milhão de hectares de café. https://www.cooxupe.com.br/noticias/minas-gerais-tem-area-de-12-milhao-de-hectares-de-cafe/.

Camargo, M. B. P., Rolim, G. S., & Santos, M. A. (2007). Modelagem agroclimatológica do café: estimativa e mapeamento das produtividades. Informe Agropecuário, 28(241), 58–65.

Carducci, C. E., & Oliveira, G. C. D. (2021). Manejo do solo na cafeicultura: produtividade e sustentabilidade. In S. H. G. Silva & G. C. Oliveira (Eds.), Caracterização dos solos e ambientes utilizados na cafeicultura de sequeiro (pp. 135-135). Editora UFLA.

Carvalho, L. G., Scolforo, J. R., & Oliveira, A. D. (2008). Zoneamento ecológico-econômico do estado de Minas Gerais. In J. R. S. Scolforo, L. M. T. Carvalho, & A. D. Oliveira (Eds.), Editora UFLA (pp. 161).

Carvalho, M. (2023). Nome científico do café e suas espécies. https://www.graogourmet.com/blog/nome-cientifico-do-cafe-e-suas-especies/.

CIIAGRO. (2019). Zoneamento macro – Aptidão ecológica da cultura do café. https://www.ciiagro.sp.gov.br/znmt_macro_9.html.

CONAB. (2017). Mapeamentos agrícolas. https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/mapeamentos-agricolas.

CONAB. (2023). Acompanhamento da safra brasileira de café (Vol. 10, No. 4).

Dados Mundiais. (2024). Clima em Minas Gerais (Brasil). https://www.dadosmundiais.com/america/brasil/clima-minas-gerais.php.

Dorren, L., & Rey, F. (2004). A review of the effect of terracing on erosion. In C. Boix-Fayons & A. Imeson (Eds.), Briefing Papers of the 2nd SCAPE Workshop (pp. 97–108).

EMATER. (2023). Cafeicultura é um dos destaques da agenda estratégica da Emater-MG. https://www.mg.gov.br/agricultura/noticias/cafeicultura-e-um-dos-destaques-da-agenda-estrategica-da-emater-mg.

EMBRAPA. (2009). Fenologia do cafeeiro: Condições agrometeorológicas e balanço hídrico do ano agrícola 2004–2005. Embrapa Informação Tecnológica.

Faria, K. C. & Ribeiro, K. D. (2025). Declividade média do terreno determinada por diferentes métodos. Revista Foco, 18(2), 1–24.

Ferrão, M. A. G., Riva-Souza, E. M., Fonseca, A. F. A. D., Ferrão, R. G., Santos, W. G. D., & Spadeto, J. (2021). Indicação de cultivares de café arábica para o estado do Espírito Santo e avaliação comparativa com o conilon em altitude elevada (Circular Técnica nº 6). Embrapa.

Ferreira, C. C., Jaeggi, M. E. P. C., Moreira, T. B. R., Souza, M. N., Rodrigues, D. D., Fonseca, R. A., Zampieri, F. G., Moreira, C. G., Zacarias, A. J., & SOUZA, I. I. M. (2021). Cafeicultura: Recuperação de áreas degradadas e uso de práticas agroecológicas no manejo do café em região de montanhas. In Tópicos em recuperação de áreas degradadas (pp. 73–126). Mérida Publishers.

Ferreira, W. P. M., Santos Rufino, J. L. Fonseca, H. P., Queiroz, D. M. de, Fernandes Filho, E. I., Freitas Ribeiro, M. de, & Ferreira, C. D. F. S. (2022). Mapping the mountainous climate in the Matas de Minas region, Brazil, which influences top-quality coffee beverages. Research, Society and Development, 11(12), e261111233776.

Franco, L. (2024). Conheça os maiores produtores de café do mundo. https://sistemafaeb.org.br/conheca-os-maiores-produtores-de-cafe-do-mundo.

IBGE. (2022). Cidades e estados – Minas Gerais. https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/mg.html.

Júnior, M. A. C. F. (2022). Manejo para redução de danos de geada em cafeeiros arábica (Trabalho de Conclusão de Curso). UNOPAR.

Loura, D. S. (2011). Levantamento e conservação do solo: práticas conservacionistas de solo e água. Terraceamento agrícola. UF

LA.

Maia, I. F., & Oliveira, R. F. (2024). Análise da temperatura do ar para cafés especiais (Coffea arábica L.) no noroeste capixaba. Resumo apresentado no Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia – CONTECC.

Marques, M. V. A., Moreira, A. P., & Nery, C. V. M. (2017). Diagnóstico da desertificação na região Norte de Minas Gerais por meio de técnicas de geoprocessamento. Boletim de Geografia, 35(2), 99-116.

Matiello, J. B., Santinato, R., Garcia, A. W. R., Almeida, S. R., & Fernandes, D. R. (2015). Cultura de café no Brasil: Manual de recomendações (548 pp.). SARC/PROCAFÉ.

Mesquita, C. M., Melo, E. M. de, Rezende, J. E. de, Carvalho, J. S., Fabri Júnior, M. A., Moraes, N. C., Dias, P. T., Carvalho, R. M. de, & Araújo, W. G. de. (2016). Manual do café: Implantação de cafezais (50 pp.). EMATER-MG.

Ministério das Relações Exteriores. (2021). Cafés brasileiros com indicação geográfica.

Nechet, D. (1997). Variabilidade diurna de precipitação em Belém-PA: aplicação em planejamento a médio e longo prazo. Boletim Climatológico, 2(3), 223–227.

Oliveira, J. M. (2009). Atenuação de riscos em sistemas de terraceamento em Goiás (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Goiás.

Oliveira, L. P. C., Souza, S. Â., Reis, R. L. M., & Oliveira, M. A. C. (2022). Efeito do hidrogel e ureia no desenvolvimento de mudas de tomate cereja (Solanum lycopersicum var. cerasiforme). RACE Interdisciplinar: Revista Científica Eletrônica, 1, 1-8.

Pereira, A. S., Shitsuka, D. M., Parreira, F. J., & Shitsuka, R. (2018). Metodologia da pesquisa científica. Editora da UFSM.

QGIS. (2024). QGIS – A liderança do SIG de código aberto (Versão 3.34). https://www.qgis.org/pt_BR/site/about/index.html.

Reboita, M. S., Rodrigues, M., Silva, L. F., & Alves, M. A. (2015). Aspectos climáticos do estado de Minas Gerais. Revista brasileira de Climatologia, 11(17), 2016-226.

Reis, R. J., Guimarães, D. P., Coelho, C. W. G. A., Paixão, G. M., & Baptista, E. A. (2005). Análise espacial do período chuvoso em Minas Gerais. In Anais do XI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. Universidade de São Paulo.

Santos, H. G. dos, Jacomine, P. K. T., Anjos, L. H. C. dos, Oliveira, V. A. de, Lumbreras, J. F., Coelho, M. R., Almeida, J. A. de, Araújo Filho, J. C. de, Oliveira, J. B. de, Cunha, T. J. F., & Embrapa Solos. (2018). Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (5ª ed., 356 pp.). Embrapa.

Sediyama, G. C., Melo Junior, J. C., SANTOS, A. D., Ribeiro, A., Costa, M. H., Hamakawa, P. J., ... & Costa, L. C. (2001). Zoneamento agroclimático do cafeeiro (Coffea arabica L.) para o Estado de Minas Gerais. Revista Brasileira de Agrometeorologia, 9(3), 501-509.

SEMAD. (2018). ZEE-MG – Precipitação média anual. https://idesisema.meioambiente.mg.gov.br/geonetwork/srv/api/records/7fa14753-e577-4f61-b5bf-029c0377a886.

SEMAD. (2023). Mapa de declividade (em %). https://idesisema.meioambiente.mg.gov.br/geonetwork/srv/api/records/46b18109-06ab-4529-9401-5a662f1e39b2.

Silva, L. C. L., Oliveira, F. S., Ramos, V. D. V., & Schaefer, C. E. G. R. (2018). Pedodiversidade no estado de Minas Gerais – Brasil. Caderno de Geografia, 28(1), 18–38.

Silva, R. C. (2022). Clima de Minas Gerais. https://www.infoescola.com/geografia/clima-de-minas-gerais.

Tarifa, J. A., & Azevedo, T. (2001). Os climas na cidade de São Paulo. In Os climas naturais (4ª ed., pp. 34–47). Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP.

UFV, et al. (2021). Mapa de solos do estado de Minas Gerais (1:650.000). https://dps.ufv.br/softwares/.

Vieira, J. A., & Ponte, M. D. (2021). Potenciais usos do QGIS em práticas de conservação, ensino e turismo. In Práticas em ensino, conservação e turismo no Brasil (1ª ed.). Reconecta – Soluções Educacionais.

Wintgens, J. N (2012). Coffee: Growing, processing, sustainable production (2ª ed.). Wiley-VCH.

Zacharias, A. O. (2007). Modelo agrometeorológico de estimativa do início da florada plena do cafeeiro (Coffea arabica L.) (Dissertação de Mestrado). Instituto Agronômico de Campinas.

Published

2025-12-06

Issue

Section

Agrarian and Biological Sciences

How to Cite

Mapping of areas for coffee cultivation on terraces in Minas Gerais – Brazil. Research, Society and Development, [S. l.], v. 14, n. 12, p. e53141250251, 2025. DOI: 10.33448/rsd-v14i12.50251. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50251. Acesso em: 2 jan. 2026.