Evidencia del papel de enfermería en la atención a mujeres víctimas de infarto agudo de miocardio y paro cardiorrespiratorio
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v15i2.50240Palabras clave:
Enfermería, Urgencias, Cardiología, Enfermedades Cardiovasculares, Salud de la Mujer.Resumen
Introducción y objetivo: El infarto agudo de miocardio y la parada cardiorrespiratoria subsiguiente son cada vez más frecuentes en las enfermedades cardiovasculares, afectando con mayor frecuencia a las mujeres. La enfermería, responsable de la atención, debe prestar mayor atención a aspectos socioculturales, como el género, además de las consideraciones biológicas, para comprender la comorbilidad. Por lo tanto, el objetivo fue revisar la literatura sobre el papel de la enfermería en la atención a mujeres que han sufrido un infarto agudo de miocardio y una parada cardiorrespiratoria. Método: Se trata de una revisión bibliográfica integradora. Para realizar el estudio, se utilizaron las bases de datos vinculadas a la Biblioteca Virtual de Salud y PubMed como fuentes de investigación, con el fin de encontrar publicaciones de artículos científicos en el período comprendido entre 2013 y 2023 (últimos 10 años), utilizando el DeCS: "Equipo de enfermería", "Emergencias", "Infarto agudo de miocardio", "Paro cardiopulmonar" y "Mujeres". Se aplicaron criterios de elegibilidad para filtrar las publicaciones que respaldaron este estudio, las cuales se sometieron a análisis de contenido semántico. Resultados: Se elaboró una tabla sinóptica con la información básica de los artículos y, tras el análisis posterior, surgieron dos categorías: perspectivas y desafíos de la enfermería ante los servicios de urgencias cardíacas en IAM/RCP; y conocimientos de la enfermera ante situaciones de urgencias cardíacas. Conclusión: Se concluye que la enfermera es consciente de su rol en el equipo multidisciplinario y que su desempeño es indispensable para la recuperación y el mantenimiento de la salud de los pacientes.
Referencias
Almeida, A. B., Vanoni, N. B., & Zeferino, M. G. M. (2018). O papel da enfermagem no atendimento ao paciente em emergência e urgência hipertensivao. Revista Libertas, 8(1), 58-69. http://www.libertas.edu.br/revistas/index.php/riclibertas/article/view/98/110
Alves, T. E., Silva, M.G., Oliveira, L.C., Arrais, A.C., & Menezes Júnior, J. E. (2017). Atuação do enfermeiro no atendimento emergencial aos usuários acometidos de infarto agudo do miocárdio. Rev enferm UFPE on line, 7(1), 176-83. http://dx.doi.org/10.5205/reuol.3049-24704-1-LE.0701201324.
Araújo, A. M., Vomlel, A. L. A., & Lacerda, F. M. A. (2013). Benefícios do atendimento rápido e eficiente às vítimas de parada cardiorespiratória realizado pela equipe do SAMU de montes claros – mg. Rev Elet Polêmica, 12(1), 113-29.
https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/polemica/article/view/5280/3878.
Azevedo, B. R. M. D., Pinheiro, D. N., & Joaquim, M. J. M. (2017). Doenças cardiovasculares: fatores de risco e cognição. Rev SBPH, 20(2), 25-44. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582017000200003&lng=pt.
Barros, F. R.B., & Neto, M. L. (2018). Parada e reanimação cardiorrespiratória: conhecimento do enfermeiro baseado nas diretrizes da American Heart Association 2015. Enferm Foco, 9(3), 8-12. https://doi.org/10.21675/2357-707X.2018.v9.n3.1133.
Carvalho, M. H. R. D., Carvalho, S. M. R. D., Laurenti, R., & Payao, S. L. M. (2014). Tendência de mortalidade de idosos por doenças crônicas no município de Marília-SP, Brasil: 1998 a 2000 e 2005 a 2007. Epidemiol Serv Saúde, 23(2), 347-54. http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742014000200016.
Castro, A. T. B., & Rocha, S. P. (2020). Violência obstétrica e os cuidados de enfermagem: reflexões a partir da literatura. Enferm Foco, 11 (1), 176-181.
doi: https://doi.org/10.21675/2357-707X.2020.v11.n1.2798
Castro, D., Liberati, A., Tetzlaff, J., & Altman, D. G. (2015). Principais itens para relatar Revisões sistemáticas e Meta-análises: A recomendação PRISMA. Epidemiol Serv Saúd, 24(2), 335-342. https://www.scielo.br/pdf/ress/v24n2/2237-9622-ress-24-02-00335.pdf
Cavalcante, A. K. C. B. (2014). Perfil da equipe de enfermagem no serviço de urgência e emergência em um hospital público de Teresina. Rev Interdisciplinar, 7(2), 85-94.
Correia Muniz, M. L., Galindo Neto, N. M., Sá, G. G. de M., Pereira, J. de C. N., Nascimento, M. C. do., & Santos, C. S. dos. (2022). Construção e validação de vídeo educativo para estudantes de enfermagem sobre a parada cardiorrespiratória obstétrica. Escola Anna Nery, 26, e20210466. https://doi.org/10.1590/2177-9465-EAN-2021-0466pt
Diniz, M. A., & Tavares, D. M. S. (2013). Fatores de risco para doenças cardiovasculares em idosos de um município do interior de Minas Gerais. Texto contexto enferm, 22(4), 885-92. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-07072013000400003.
Gaskell, G. (2002). Entrevistas individuais e grupais. In: Bauer, M. W., Gaskell, G. (Org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Trad. Pedrinho A. Guareshi. Petropólis: Vozes.
Guida, C. M., Souza, E. J. de., Costa, L. M. A. da., Scudeler, T. L., Nunes, R. A. B., & Oliveira, G. B. de F. (2024). Fatores de Risco, Manejo e Evolução após Primeiro Infarto Agudo do Miocárdio: Um Estudo de Mundo Real Comparando Coortes de Mulheres e Homens na Rede TriNetX. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(10), e20230692. https://doi.org/10.36660/abc.20230692
Knebel, I. L., & Marin, A. H. (2018). Fatores psicossociais associados à doença cardíaca e manejo clínico psicológico: percepção de psicólogos e paciente. Rev SBPH, 21(1), 112-31. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582018000100007&lng=pt.
Massa, K. H. C., Duarte, Y. A. O., & Chiavegatto Filho, A. D. P. (2019). Análise da prevalência de doenças cardiovasculares e fatores associados em idosos, 2000-2010. Ciênc Saúde Coletiva, 24(1), 105-14. http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232018241.02072017.
Moraes, C. L. K., de Paula, G. M. A., da Silva, J. R., & Rodrigues, M. C. L. (2016). Desafios enfrentados pela equipe de enfermagem na reanimação cardiorrespiratória em uma unidade de emergência hospitalar. Rev Eletr Estácio Saúde, 5(1), 90-9. http://periodicos.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/article/viewFile/2231/1056.
Morais, A. S., & Melleiro, M. M. (2013). A qualidade da assistência de enfermagem em uma unidade de emergência: a percepção do usuário. Rev Eletr Enf, 15(1), 112-20. http://dx.doi.org/10.5216/ree.v15i1.15243.
Moura, M. A. A., Watanabe, E. M. M., Santos, A. T. R. D., Cypriano, S. R., & Maia, L. F. D. S. (2014). O papel do enfermeiro no atendimento humanizado de urgência e emergência. Revista Recien, 4(11), 10-17. https://doi.org/10.24276/rrecien2358-3088.2014.4.11.10-17.
Nascimento, M. V. F., Alvarenga, W. de A., Gouveia, M. T. de O., Jorge, H. M. F., Carvalho, M. R. D. de ., Amaral, J. V., & Rocha, S. S. da .. (2023). Construction and validity of educational technology in audiovisual media on premature newborn care. Revista Brasileira de Enfermagem, 76, e20220403. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2022-0403
Oliveira, A. D. S., Araújo, C. R. D. S., Cunha, D. S., Damasceno, K. E. P., & Gomes, K. S. M. B. (2013). Estratégia Saúde da Família: atendimento do enfermeiro à vítima em parada cardiorrespiratória. Rev Interd, 6(4), 68-74. https://revistainterdisciplinar.uninovafapi.edu.br/index.php/revinter/article/view/210/pdf_69
Oliveira, W. A., Brandão, E. C., Reis, M. C. G. D., & Giustina, F. P. D. (2017). A importância do enfermeiro na evolução do atendimento pré-hospitalar no Brasil. REFACI, 2(2), 2-12. http://revista.faciplac.edu.br/index.php/REFACI/article/view/268/87.
Ribeiro, R. M., Pompeo, D. A., Pinto, M. H., & Ribeiro, R. D. C. H. (2015). Estratégias de enfrentamento dos enfermeiros em serviço hospitalar de emergência. Acta Paul Enferm, 28(3), 216-23. http://dx.doi.org/10.1590/1982-0194201500037.
Santos, C. M. C., Pimenta, C. A. M., & Nobre, M. R. C. (2007). A estratégia PICO para a construção da pergunta de pesquisa e busca de evidências. Rev. Latino-Am. Enf, 15(3), 508-11. https://doi.org/10.1590/S0104-11692007000300023.
Santos, L. P., Rodrigues, N. A.M., Bezerra, A. L. D., Souza, M. N. A., Feitosa, A. N. A., & Assis, E. V. (2016). Parada cardiorrespiratória: principais desafios vivenciados pela enfermagem no serviço de urgência e emergência. Rev Interdis Saúde, 3(1), 35-53. http://www.interdisciplinaremsaude.com.br/Volume_9/Trabalho_03.pdf.
Santos, M. S., Toledo, L. V., Alves, K. R., Santana, M. M. R., Ribeiro, L., & Diaz, F. B. B. D. S. (2017). Conhecimento da equipe de enfermagem do setor de hemodiálise sobre o atendimento a parada cardiorrespiratória. HU Revista, 43(3), 375-81. https://doi.org/10.34019/1982-8047.2017.v43.2924.
Silva, A. B.,& Machado, R. C. (2013). Elaboração de guia teórico de atendimento em parada cardiorrespiratória para enfermeiros. Rev RENE, 14(4), 1014-1021. http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/3641/2883.
Silva, D. S., Bernardes, A., Gabriel, C. S., Rocha, F. L. R., & Caldana, G. (2014). A liderança do enfermeiro no contexto dos serviços de urgência e emergência. Rev Eletr Enferm, 16(1), 211-9. http://dx.doi.org/10.5216/ree.v16i1.19615.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Jonathan Donato de Oliveira Rocha, Matheus Pereira Fonseca

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores que publican en esta revista concuerdan con los siguientes términos:
1) Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo simultáneamente licenciado bajo la Licencia Creative Commons Attribution que permite el compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría y publicación inicial en esta revista.
2) Los autores tienen autorización para asumir contratos adicionales por separado, para distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicada en esta revista (por ejemplo, publicar en repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
3) Los autores tienen permiso y son estimulados a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) a cualquier punto antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y la cita del trabajo publicado.
