Estudio etnobotánico sobre plantas medicinales utilizadas por la comunidad quilombola de Rio do Sul, municipio de Nova Viçosa, Bahia, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v14i12.50448Palabras clave:
Etnobotánica, Hierbas, Pueblos Tradicionales, Quilombo.Resumen
Este estudio tuvo como objetivo investigar las plantas medicinales utilizadas por la comunidad quilombola de Rio do Sul, ubicada en el municipio de Nova Viçosa, Bahía. Para la selección de los participantes se utilizó la técnica de muestreo “bola de nieve”, además de entrevistas semiestructuradas, toma de muestras y documentación fotográfica de las plantas. Se realizaron quince entrevistas, en las que se identificaron 97 plantas medicinales. La mayoría de los encuestados fueron mujeres (86,7%), con edades comprendidas entre los 47 y los 93 años. Para evaluar la importancia de las especies, se empleó el índice de concordancia de uso principal (CUP), además del factor de corrección (CF), aplicando el índice de concordancia de uso corregido (CUPc) para una mayor precisión en los resultados. Los datos mostraron que las hojas eran la parte más utilizada de la planta, representando el 68% de las citas. El método de preparación más común fue el té, mencionado por el 77,3% de los participantes, seguido del uso en baños, indicado por el 35,1%. Un análisis reveló que el 99% de las plantas identificadas se utilizaban con fines medicinales, mientras que el 7,2% se utilizaba en prácticas espirituales y el 4,1% en la alimentación. Las especies con mayor concordancia de uso corregida fueron: albahaca (Ocimum gratissimum), con un CUPc de 75,0%; algodón (Gossypium hirsutum), con 80%; hierbabuena (Mentha x villosa) y melisa (Lipia alba), ambas con 77,8%; limoncillo (Cymbopogon citratus), con 85,7%; pimentero brasileño (Schinus terebinthifolius) y cilantro (Eryngium foetidum), ambos con un 75%; Además del marañón (Anacardium occidentale) y el plátano (Plantago major), que representan el 83,3%. Estos hallazgos resaltan la importancia de preservar el conocimiento tradicional transmitido de generación en generación en la comunidad quilombola.
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