Zoonosis parasitarias: Comprensión del riesgo para las comunidades indígenas de la región de Araquari – Santa Catarina
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v15i3.50723Palabras clave:
Diagnóstico de laboratório, Salud de poblaciones indígenas, Una Salud, Zoonosis.Resumen
Las enfermedades zoonóticas constituyen un relevante problema de salud pública, al impactar a las poblaciones humanas en diversos contextos socioambientales. Los grupos socialmente vulnerables, como los pueblos indígenas, se encuentran especialmente expuestos a los riesgos asociados a estas afecciones. La convivencia estrecha con animales, la ausencia de saneamiento básico, las condiciones precarias de vivienda y el acceso limitado a los servicios de salud contribuyen al mantenimiento y la diseminación de agentes zoonóticos en estas comunidades. En el estado de Santa Catarina, aproximadamente 21 mil habitantes se autodeclaran indígenas. En la región de Araquari, existen comunidades de la etnia Guaraní que enfrentan desafíos relacionados con la salud de sus animales de compañía. Ante este contexto, el presente estudio tuvo como objetivo evaluar la ocurrencia de parásitos con potencial zoonótico en perros que habitan en comunidades indígenas de la región, correlacionando aspectos parasitológicos, sanitarios y ambientales. Se realizaron análisis coproparasitológicos, exámenes dermatológicos y recolección de muestras sanguíneas de los animales, además de una evaluación de las condiciones ambientales y del saneamiento básico en las aldeas. Se detectaron helmintos y ectoparásitos de importancia zoonótica, tales como Ancylostoma sp., Toxocara canis, Dipylidium caninum, Dirofilaria immitis, Ctenocephalides felis, Tunga penetrans, Amblyomma ovale y Sarcoptes scabiei. También se identificaron otros parásitos que afectan la salud animal, con variaciones en la frecuencia entre las comunidades evaluadas. No se identificaron perros seropositivos para Leishmania infantum. La información obtenida refuerza la necesidad de políticas públicas intersectoriales, fundamentadas en el enfoque de Una Salud, que promuevan acciones de vigilancia epidemiológica, educación en salud y mejoras estructurales orientadas a la protección de la salud humana, animal y ambiental en comunidades indígenas.
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