Análisis espacial de la oferta de fisioterapia ambulatoria en el sistema público de salud de Brasil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v15i2.50710

Palabras clave:

Análisis Espacial, Fisioterapia, Inequidades en Salud, Sistema Único de Salud, Sistemas de Información en Salud.

Resumen

Objetivo: Identificar la presencia de conglomerados asistenciales y la existencia de diferencias según el tamaño poblacional de los municipios y el coeficiente de fisioterapeutas que atienden por el Sistema Único de Salud (CoFSUS). Métodos: Estudio con análisis cuantitativo y espacial de datos secundarios de los 5.570 municipios de Brasil. Se aplicaron pruebas no paramétricas y análisis de autocorrelación espacial (Índice de Moran global e Índice de Moran local) para identificar patrones y conglomerados. Resultados: El registro de servicios de fisioterapia en el SIA de los municipios brasileños fue del 58,9% (3.281 municipios). Este porcentaje fue menor en los municipios de pequeño porte I (47,1%); sin embargo, estos presentaron la mejor media [0,37 – DE (0,44)] y mediana 0,25 [Q1 (0,11)–Q3 (0,48)] para el coeficiente de atención ambulatoria (CoA). Se observó una correlación muy débil (r = 0,167, p < 0,01) entre el CoA y el CoFSUS por 1.000 habitantes en los municípios. El análisis espacial mostró una correlación positiva débil (Moran global = 0,11) y conglomerados de vacíos asistenciales. Conclusión: La oferta de servicios de fisioterapia ambulatoria en el sistema de salud es asimétrica y no depende del tamaño poblacional ni de la proporción de fisioterapeutas que atienden por el SUS.

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Publicado

2026-02-26

Número

Sección

Ciencias de la salud

Cómo citar

Análisis espacial de la oferta de fisioterapia ambulatoria en el sistema público de salud de Brasil. Research, Society and Development, [S. l.], v. 15, n. 2, p. e7515250710, 2026. DOI: 10.33448/rsd-v15i2.50710. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50710. Acesso em: 1 mar. 2026.