Producción de torta de algodón en el Semiárido paraibano
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v15i3.50746Palabras clave:
Torta de semilla de algodón, Semilla de algodón, Prensado, Semiárido, Alimento animal.Resumen
Este trabajo tiene como objetivo mostrar las formas que pueden mejorar los procedimientos de preparación de pepa de algodón con extracción de aceite para la producción de torta, destacando cada etapa de los procesos involucrados desde la llegada de las pepas de algodón a la agroindustria hasta que salen los productos finales. Para garantizar un incremento en la línea de producción de torta de algodón, la empresa Raça Forte de la ciudad de Patos - PB implementó un proceso mecánico automatizado con dos turnos de trabajo (diurno y nocturno), con el propósito de alcanzar una meta diaria de producción de torta de algodón de más de 6 toneladas, suficiente para satisfacer la demanda de sus compradores de torta de varios estados del noreste. Además, la eficiencia del proceso de producción de torta de algodón depende de la adquisición de algunos equipos requeridos en los procesos involucrados dentro del circuito de producción, principalmente la capacidad de la olla y el número y marca de la prensa trituradora de pepas de algodón. También es importante destacar que en la fábrica de algodón Godefroy, en Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, se ha obtenido torta de algodón de alta calidad directamente de la almendra en comparación con las otras dos opciones utilizadas en Paraíba: pepa y afrecho, especialmente cuando se pretende aumentar el porcentaje de proteína cruda en la torta, es necesario eliminar mecánicamente la cáscara de la pipa antes del prensado.
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