La permanencia de mujeres embarazadas en ambientes insalubres desde la perspectiva de la Acción Directa de Inconstitucionalidad (ADI) 5938/DF: Un análisis crítico de la reforma laboral
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v15i4.50842Palabras clave:
Ambiente de trabajo, Mujer embarazada, Insalubridad, Reforma laboral, ADI 5938, Retroceso social.Resumen
Este estudio examina, desde una perspectiva crítica, las modificaciones introducidas por la Ley nº 13.467/2017 respecto a la posibilidad de permanencia de mujeres embarazadas y lactantes en ambientes insalubres. El objetivo general del trabajo consiste en examinar la incompatibilidad constitucional de la permanencia de mujeres embarazadas y lactantes en ambientes insalubres, a la luz de la protección del medio ambiente de trabajo y de la prohibición del retroceso social. Se adopta el método lógico-deductivo, con enfoque cualitativo, mediante investigación bibliográfica, normativa y jurisprudencial, con especial énfasis en el juicio de la ADI 5938/DF por el Supremo Tribunal Federal de Brasil. Los resultados evidencian que la reforma laboral implicó un retroceso social al trasladar a la trabajadora la carga de probar la nocividad del ambiente laboral. Se concluye que la decisión del STF reafirma la centralidad de los derechos fundamentales y establece límites materiales a la actuación legislativa, al impedir la flexibilización de garantías esenciales para la protección de la salud de la trabajadora.
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