Libras no mundo dos vinhos: Um estudo qualitativo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v15i4.50843

Palavras-chave:

Língua de Sinais, Acessibilidade Comunicacional, Etnoturismo, Inclusão.

Resumo

O objetivo geral é investigar a importância da acessibilidade comunicacional para pessoas surdas no setor de vinhos, analisando o impacto da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na experiência de degustação, aprendizado, consumo e enoturismo. O universo do vinho, embora rico em experiências sensoriais, apresenta barreiras que excluem a comunidade surda. Esta pesquisa, de natureza exploratória e descritiva, fundamenta-se em uma revisão narrativa sobre acessibilidade e enologia. A hipótese central é que a implementação de estratégias inclusivas, como treinamentos em Libras e materiais acessíveis, pode transformar esse cenário, proporcionando uma experiência enriquecedora para a comunidade surda. Conclui-se que a integração da Libras é um imperativo ético e social que promove um ambiente mais diverso. A adoção de soluções como cardápios com QR Codes e a capacitação de equipes pode não apenas democratizar o acesso, mas também representar um diferencial competitivo, ampliando o mercado consumidor.

Referências

Brasil. Lei nº 10.098. (2000). Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L10098.html

Brasil. Lei nº 10.436. (2002). Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10436.htm

Brasil. Lei nº 13.146. (2015). Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm

Brasil. Ministério do Turismo. (2014). Turismo Acessível: incluindo pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Carvalho, J. C. & Mota, K. C. N. (2017). Turismo e Acessibilidade: uma análise da produção científica brasileira. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo. https://revistas.usp.br/rta/article/view/180245#:~:text=Resumo,%2C%20de%20fato%2C%20como%20turistas

Fenandes, J. M. B., Vieira, L. T. & Castelhano, M. V. C. (2023). Revisão narrativa enquanto metodologia científica significativa: reflexões técnico-formativas. REDES – Revista Educacional da Sucesso. 3(1), 1-7. ISSN: 2763-6704.

IFRS. Guia de Acessibilidade no Enoturismo. (2024). Organização de Anderson Dall Agnol, Bruna Poletto Salton.

https://cta.ifrs.edu.br/guia-de-acessibilidade-no-enoturismo/

Kotler, P. (2000). Administração de marketing: análise, planejamento e controle, (10. ed.). Editora Arara Azul.

Pereira, A. S. et al. (2018). Metodologia da pesquisa científica. [free ebook]. Santa Maria: Editora da UFSM.

Peynaud, É. (1998). O Gosto do Vinho: O grande livro da degustação. Martins Fontes.

Quadros, R. M. de & Karnopp, L. B. (2004). Língua de Sinais Brasileira: Estudos Linguísticos. Editora Artmed.

Risemberg, R. I. C. et al. (2026). A importância da metodologia científica no desenvolvimento de artigoscientíficos. E-Acadêmica, 7(1), e0171675. https://eacademica.org/eacademica/article/view/675.

Sassaki, R. K. (2009). Inclusão: construindo uma sociedade para todos. WVA.

Souza, T. A. F. de. & Monteiro, M. S. (2005). Libras em Contexto: Curso Básico. LSB Vídeo.

Yin, R. K. (2015). O estudo de caso. Editora Bookman.

Downloads

Publicado

2026-04-02

Edição

Seção

Ciências Humanas e Sociais

Como Citar

Libras no mundo dos vinhos: Um estudo qualitativo. Research, Society and Development, [S. l.], v. 15, n. 4, p. e0215450843, 2026. DOI: 10.33448/rsd-v15i4.50843. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50843. Acesso em: 18 abr. 2026.