Profile of pregnant women with syphilis in public maternity

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i11.10106

Keywords:

Syphilis; Health profile; Epidemiology.

Abstract

Syphilis in pregnant women persists in Brazil, between 2005 and June 2016, a total of 169,546 cases of syphilis in pregnant women was reported in the Information System for Notifiable Diseases, with a higher rate in the Southeast region 169,546 cases of syphilis in pregnant women, with a higher rate in the Southeast region. Failure to adequately treat syphilis can lead to an increase in the public health problem, with hospital admissions, public spending and an increase in the rate of congenital syphilis in Brazil. The objective of the work was to characterize the profile of pregnant women admitted to the Reception and Risk Classification sector. This is a quantitative, descriptive, cross-sectional study. Program R® version 3.5.1 was used. Statistical analysis of this article was carried out by making hypothesis tests to make reliable inferences, such as mathematically probable and making graphs to elucidate the distribution of variables. We chose to adopt 0.05 as the level of significance. As for the results and discussions, there was a higher incidence of pregnant women with syphilis in the age group between 20 and 29 years old, with schooling up to complete elementary school and black. The data analyzed in this research allowed to characterize the profile of women at the time of the diagnosis of syphilis with schooling, age, race, those who performed and did not perform prenatal care, and with which they did and did not undergo treatment. It is noticed that the lack of adherence to education has a strong influence on the lives of these women with regard to syphilis in pregnant women.

Author Biographies

Inês Maria Meneses dos Santos, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Professor Associado do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Alexandre Sousa da Silva, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Professor adjunto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Luan Claudio de Oliveira Silva, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Discente de graduação em Enfermagem da Universidade Federala do Rio de Janeiro

Vinícius Ferreira dos Santos, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Discente de Graduação em Enfermgem da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Patzy Dias Rebello, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestranda de Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro

References

American Academy of Pediatrics – committee on infectious disease. Syphilis. In: Pickering LK, ed. 200 Red book: report of the Committee on Infectious Diseases. 25th ed. Elk Grove Village, Ill: American Academy of Pediatric, 2000.

Anacleto, J. J. Cruz, D. S. L. & Damião, R. (2010). Planejamento familiar. Rev. do Hospital Universitário Pedro Ernesto: Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Brasil. (2010). Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. Manual Técnico para Diagnóstico da Sífilis. Brasília.

Brasil. (2010). Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso. 8. ed. Rev. Brasília: Ministério da Saúde; (Série B. Textos Básicos de Saúde).

Brasil. (2015). Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. Departamento de DST, aids e Hepatites virais. Protocolo clínico e Diretrizes Terapêuticas a Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis. Brasília.

Brasil. (2005). Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Diretrizes para o Controle da Sífilis Congênita. Brasília: Ministério da Saúde, (Série Manuais, nº 62).

Brasil. (2016). Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV)/SVS/MS: Brasil, 2016. Recuperado de //www.aids.gov.br/pt-br/pub/2016/boletim-epidemiologico-de-sifilis-2016.

Brasil. (2017). Ministério da saúde. Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Sífilis, 2017. Recuperado de http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/novembro/13/BE-2017-038-Boletim-Sifilis-11-2017-publicacao-.pdf.

Brasil. (2008). Ministério da saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução Nº 36, de 3 de junho de 2008. Dispõe sobre Regulamento Técnico para Funcionamento dos Serviços de Atenção Obstétrica e Neonatal. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2008/res0036_03_06_2008_rep.html.

Koche, J. C. (2011). Fundamentos de metodologia científica. Petrópolis: Vozes. Recuperado de http://www.brunovivas.com/wp-content/uploads/sites/10/2018/07/K%C3%B6che-Jos%C3%A9-Carlos0D0AFundamentos-de-metodologia-cient%C3%ADfica-_-teoria-da0D0Aci%C3%AAncia-e-inicia%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-pesquisa.pdf

Lafetá, K.R.G; Junior, H; Silveira, M.F; & Paranaíba, L.M.R. (2016). Sífilis materna e congênita, subnotificação e difícil controle. Rev. bras. epidemiol. Vol. 19. n. 1. São Paulo, jan./mar. 2016. Recuperado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-790X2016000100063&lng=pt&nrm=iso.

Lanetzki, C. S., Oliveira, C. A. C. Bass, L. M., Abramovici, S., & Troster, E. J. (2012). O perfil epidemiológico do Centro de Terapia Intensiva Pediátrico do Hospital Israelita Albert Einstein. Einstein: São Paulo, v. 1. n. 10. p. 16-21. Recuperado de https://www.scielo.br/pdf/eins/v10n1/pt_v10n1a05.pdf.

Magalhães, D. M. S;. Kawaguchi, I. A. L., Dias, A., & Calderon, I. M. P. (2013). Sífilis materna e congênita: ainda um desafio. Cad. Saúde Pública: Rio de Janeiro, 29 (6): 1109-1120.

Minayo, M. C. S. (2010). O Desafio do Conhecimento. Pesquisa Qualitativa em Saúde. 12. ed, São Paulo: HUCITEC.

Nanda International. (2018). Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2018-2020 - Porto Alegre: Artmed.

Polit, D. F. & Beck, C. T. (2019). Fundamentos de pesquisa em enfermagem: avaliação de evidencias para a prática de enfermagem. 9ª ed. Porto alegre: Artmed.

Scochi, C. G. S., Gelbcke, F. L. Ferreira, M. A., & Alvarez, Â. M. (2015). Mestrado Profissional: potencial contribuições para a Enfermagem de Prática Avançada. Rev. Bras. Enferm. Brasília. V.68, n.6, p.1186-1189, Dec. Recuperado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672015000601186&lng=en&nrm=iso.

Published

21/11/2020

How to Cite

Zuzarte, J. D. S. ., Santos, I. M. M. dos ., Silva, A. S. da ., Silva, L. C. de O., Santos, V. F. dos ., & Rebello, P. D. . (2020). Profile of pregnant women with syphilis in public maternity. Research, Society and Development, 9(11), e46091110106. https://doi.org/10.33448/rsd-v9i11.10106

Issue

Section

Health Sciences