Profile of pre-term newborn mothers in a municipality in the cearense semiarid

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i3.12769

Keywords:

Infant Premature; Risk Factors; Women's health.

Abstract

Objective: To outline the socioeconomic and obstetric profile of mothers with preterm children in a municipality in the semi-arid region of Ceará. Methods: This is a descriptive, documentary, retrospective study, with a quantitative approach. The source used for the collection was the database of a municipality in the northern region of the State of Ceará, fed from interviews applied to all mothers who gave birth in local maternity hospitals in 2015. The information was processed using the EPI INFO 6.0 software and Excel 2007 program. Data were analyzed using descriptive statistics. The principles of Resolution 466/2012, approved by the Ethics Committee under protocol number 1.590.501, were respected. Results: The socioeconomic profile of the puerperal women in 2015 was 74.6% in the age group of 20 to 35 years old and 45.7% with an income below the minimum wage 37.8% with complete high school education. As for the obstetric profile, 88.1% had 1 to 3 pregnancies and 51.1% had seven or more prenatal consultations. The prevalent type of delivery was cesarean (69.8%). The complications observed were: urinary tract infection, threat of premature birth and vaginal infection, associated with premature birth. Low-income mothers had higher percentages of urinary tract infection and vaginal infection. Conclusions: The characteristics found in women with premature birth in this study do not differ from the findings in the literature, however, the relationship between urinary infection and prematurity and the influence of socioeconomic conditions on this neonatal outcome was evident.

References

Albuquerque, I. M. N. (2016). O compromisso com as políticas públicas de saúde: experiências exitosas em Sobral-CE. Sanare Revista de Políticas Públicas. 10(1): 06-07. https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/view/922/551.

Auger, N., Abrahamowicz, M., Park, A. L., & Wynant, W. (2013). Extreme maternal education and preterm birth: time-to-event analysis of age and nativity-dependent risks. Ann Epidemioly, 23(1):01-06. https://doi.org/10.1016/j.annepidem.2012.10.007

Balbi, B., Leite, M. A. B., & Parada, C. G. L. (2016). Tendência temporal do nascimento pré-termo e de seus determinantes em uma década. Ciência & Saúde Coletiva. 21 (1). https://doi.org/10.1590/1413-81232015211.20512015.

Beeckman, K., Louckx, F., & Putman, K. (2010). Determinants of the number of antenatal visits in a metropolitan region. BMC Public Health. https://doi.org/10.1186/1471-2458-10-527.

Brasil, Ministério da Saúde. (2012). Atenção ao pré-natal de baixo risco. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atenc ao_basica_32_prenatal.pdf

Brasil, Ministério da Saúde. (2013). Uma análise da situação de saúde e das doenças transmissíveis relacionadas à pobreza. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_brasil_2013_analise_situacao _saude.pdf

Carvalho, J. B. L., Teixeira, G. A., Morais, P. C., Sena, A. V., & Alves, T. R. M. (2018). Condições socioeconômicas da gestação de bebês prematuros. Revista enfermagem UFPE on line, 12 (2): 386-90. https://doi.org/10.5205/1981-8963-v12i2a15294p386-390-2018.

Ceará - Governo do Estado do Ceará. (2017). Linha-Guia Nascer no Ceará Gestante e Criança Menor de 2 Anos. https://www.saude.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/9/2018/06/linha_guia_nascer_no_ceara_2017.pdf

Ferreira, J. A. R., Albuquerque, R. A. S., Aragão, S. R., & Rodrigues, M. E. N. G. (2018). Perfil epidemiológico de mães e recém-nascidos prematuros. Revista Enfermagem Contemporânea.7(1):6-12. https://doi.org/10.17267/2317-3378rec.v7i1.1159

Guimarães, E. A. A., Vieira, C. S., Nunes, F. D. D., Januário, G. C., Oliveira, V. C., & Dibúrcio, J. D. (2017). Prevalência e fatores associados á prematuridade em Divinópolis, Minas Gerais, 2008-2011: análise do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Revista Epidemiologia e Serviços de. Saude. 26 (1): 91-98. https://doi.org/10.5123/s1679-49742017000100010

Gonzaga, I. C. A., Santos, S. L. D., Silva, A. R. V., & Campelo, V. (2016). Atenção pré-natal e fatores de risco associados à prematuridade baixo peso ao nascer em capital do nordeste brasileiro. Revista Ciência & Saúde Coletiva. 21 (6). https://doi.org/10.1590/1413-81232015216.06162015.

Hackbarth, B. B., Ferreira, J. A., Carstens, H. P., Amaral, A. R., Silva, M. R., Silva, J. C, & França, P. H. C de. (2015). Preterm birth susceptibility: investigation of behavioral, genetic, medical and sociodemographic factors. Revista Brasileira Ginecologia e Obstetrícia. 37 (8). https://doi.org/10.1590/SO100-720320150005338

Madi, J. M., Araújo, B. F., Zatti, H., Rombaldi, R. L., Lorencetti, J., Pinson, G. Tonezer, J., & Caron, F. (2016). Avaliação dos fatores associados à ocorrência de prematuridade em um hospital terciário de ensino. Revista da AMRIGS. 56 (2). https://docplayer.com.br/29411891-Avaliacao-dos-fatores-associados-a-ocorrencia-de-prematuridade-em-um-hospital-terciario-de-ensino.html

Oliveira, L. L., Gonçalves, A. C., Costa, J. S. D., & Bonilha, A. L. L. (2016). Maternal and neonatal factors related to prematurity. Revista Escola de Enfermagem. 50(3):382-389. https://doi.org/10.1590/S0080-623420160000400002

Paganoti, C. F., Bittar, R. E., Carvalho, M. H. B., Francisco, R. P. V., & Zugaib, M. (2015). As infecções genitais podem alterar os resultados dos testes preditivos do parto prematuro? Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 37(1). https://doi.org/10.1590/SO100-720320140005202

Pereira, A. S., Shitsuka, D. M., Parreura, F.J., & Shitsuka, R. (2018). Metodologia da pesquisa científica. https://repositorio.ufsm.br/bitstream/há ndle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=1.

Salge, A. K. M., Vieira, A. V. C., Aguiar, A. K. A., Lobo, S. F., Xavier, R. M., Zatta, L. T., Correa, R. R. M., & Silva, R. C. R e. (2017). Fatores maternos e neonatais associados à prematuridade. Revista Eletrônica de Enfermagem.11(3). https://www.revistas.ufg.br/fen/article/view/47198/23139.

Santos, N. L., Costa, M. C., Amaral, M. T., Vieira, G. O., Bacelar, E. B., & Almeida, A. H. (2014). Gravidez na adolescência: análise de fatores de risco para baixo peso, prematuridade e cesariana. Revista Ciência Saúde Coletiva.19 (3). https://doi.org/10.1590/1413-81232014193.18352013

Teixeira, G. A., Carvalho, J. B. L. D., Rocha, B. G. D., Pereira, S. A., & Enders, B. C. (2018). Perfil de mães e o desfecho do nascimento prematuro ou a termo. Revista Cogitare Enfermagem. 23 (1). https://doi.org/10.5380/ce.v23i1.51409.

Teixeira, G. A., Carvalho, J. B. L. D., Sena, A. V. D., Morais, P. C. D., & Alves, T. R. D.M. (2019). Características maternas de partos prematuros. Revista Enfermagem Atual In Derme. 81(19). https://revistaenfermagematual.com.br/index.php/revista/article/view/317

Veiga, S. P., Boeira, V. L., Silva, C. M., & Peder, L. D. (2017). Incidência de infecções do trato urinário em gestantes e correlação com o tempo de duração da gestação. Revista Acta Biomedica Brasiliensia. 8(1). https://doi.org/10.18.571/acbm.125

Witt, W. P., Cheng. E. R., Wisk, L.E., Litzelman. K., Chatterjee, D., Mandell, K., & Wakeel, F. (2014). Pretermbirth in the United States: the impact of stress ful life events prior to conceptionand maternal age. American Journal Public Health. 104 (73). https://doi.org/10.2105 / AJPH.2013.301688

Who, World Health Organization. (2018). Preterm birth. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs363/en/

Published

03/03/2021

How to Cite

OTAVIANO, M. D. A.; SILVA, M. A. M. da; SOUSA, F. J. dos S.; MESQUITA, A. L. M. .; PORTELA , T. de J. A.; BRANDÃO, M. G. S. A. .; SOUSA, F. E. L. Profile of pre-term newborn mothers in a municipality in the cearense semiarid. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 3, p. e2710312769, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i3.12769. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/12769. Acesso em: 12 apr. 2021.

Issue

Section

Health Sciences