Abdominal obesity in adults: Prevalence and associated factors

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.15708

Keywords:

Obesity; Body Weight; Lifestyle; Chronic Disease; Risk factors.

Abstract

Abdominal obesity is associated with an exponential increase in the risk of morbidity and mortality, since the pattern of body fat distribution is the most significant risk factor in morbid processes than generalized obesity. Estimate the prevalence of abdominal obesity and identify the associated factors. Pilot, descriptive cross-sectional study with a quantitative approach. The convenience sample consisted of 50 individuals aged 18 to 50 years. Initially, an anthropometric assessment of the participants was carried out and then a questionnaire was applied to define the profile and habits of the population with altered waist circumference (≥ 88 cm for women or ≥ 102 cm for men). The data were analyzed using descriptive statistics and linear regression using the Epi Info™ software. Among the participants, 58% (n = 29) had abdominal obesity. The variables that showed significance (p-value ≤ 0.05) with abdominal obesity were: being married, not being white, having 8 or more years of schooling; having BMI indicative of overweight and generalized obesity and not consuming alcoholic beverages. Abdominal obesity, as well as generalized obesity, constitutes a major challenge to be addressed by health professionals, considering that a significant fraction of the population is in this circumstance. In this perspective, the prevention and control of abdominal obesity should provide actions that assist individuals in adopting a healthy lifestyle.

References

Aprelini, C. M. O., Luft, V. C., Meléndez, G. V., Schmidt, M. I., Mill, J. G., Molina, M. D. C. B. (2019). Consumo de carne vermelha e processada, resistência insulínica e diabetes no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). Revista Panamericana de Salud Pública, 43: e40. doi: https://doi.org/10.26633%2FRPSP.2019.40

Barroso, T. A., Marins, L. B., Alves, R., Gonçalves, A. C. S., Barroso, S. G. & Rocha, G. S. (2017). Associação entre a obesidade central e a incidência de doenças e fatores de risco cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(5): 416-424. doi: http://doi.org/10.5935/2359-4802.20170073

Braga, V. A. S., Jesus, M. C. P., Conz, C. A., Tavares, R. E., Silva, M. H. & Merighi, M. A. B. (2017). Intervenções do enfermeiro às pessoas com obesidade na Atenção Primária à Saúde: revisão integrativa. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 51:e03293. doi: https://doi.org/10.1590/s1980-220x2017019203293

Brasil. (2014). Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: obesidade. 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde. Recuperado de: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estrategias_cuidado_doenca_cronica_obesidade_cab38.pdf

Brasil. (2017). Agência Nacional de Saúde Suplementar. Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos. Gerência-Geral de Regulação Assistencial. Gerência de Monitoramento Assistencial. Coordenadoria de Informações Assistenciais. Manual de diretrizes para o enfrentamento da obesidade na saúde suplementar brasileira. Rio de Janeiro: Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANSS). Recuperado de: https://www.ans.gov.br/images/Manual_de_Diretrizes_para_o_Enfrentamento_da_Obesidade_na_Sa%C3%BAde_Suplementar_Brasileira.pdf

Brasil. (2017). Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436/2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde. Recuperado de: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html

Brasil. (2019). Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. VIGITEL BRASIL 2019: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico [recurso eletrônico]. 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde. Recuperado de: https://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2020/April/27/vigitel-brasil-2019-vigilancia-fatores-risco.pdf

Carvalho, C. A., Fonseca, P. C. A., Barbosa, J. B., Machado, S.P., Santos, A.M. & Silva, A. A. M. (2015). Associação entre fatores de risco cardiovascular e indicadores antropométricos de obesidade em universitários de São Luís, Maranhão, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 20(2): 479-490. doi: https://doi.org/10.1590/1413-81232015202.02342014

Chuang, H. H., Li, W. C., Sheu, B. F., Liao, S. C., Chen, J. Y., Chang, K. C. & Tsai, Y. W. (2012). Correlation between body composition and risk factors for cardiovascular disease and metabolic syndrome. Biofactors, 38(4): 284-291. doi: https://doi.org/10.1002/biof.1027

Czernichow, S., Kengne, A. P., Stamatakis, E., Hamer, M. & Batty, G. D. (2011). Body mass index, waist circumference and waist-hip ratio: which is the better discriminator of cardiovascular disease mortality risk? Evidence from an individual-participant meta-analysis of 82.864 participants from nine cohort studies. Obesity Reviews, 12(9): 680-687. doi: https://doi.org/10.1111/j.1467-789x.2011.00879.x

Eickemberg, M., Amorim, L. D. A. F., Almeida, M. C. C., Pitanga, F. J. G., Aquino, E. M. L., Fonseca, M. J. M. & Matos, S. M. A. (2020). Obesidade abdominal no ELSA-Brasil: construção de padrão-ouro latente e avaliação da acurácia de indicadores diagnósticos. Ciência & Saúde Coletiva, 25(8): 2985-2998. doi: https://doi.org/10.1590/1413-81232020258.20992018

Elffers, T. W., Mutsert, R., Lamb, HJ, Roos, A., Dijk, K. W. V., Rosendaal, F. R., Jukema, J. W. & Trompet, S. (2017). Body fat distribution, in particular visceral fat, is associated with cardiometabolic risk factors in obese women. PLOS ONE, 12(9), e0185403. doi: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0185403

Estrela, C. (2018). Metodologia Científica: Ciência, Ensino, Pesquisa. 3ª ed. São Paulo: Artes Médicas.

Hsie, Y. H., Wu, M. F., Yang, P. Y., Liao, W. C., Hsieh, Y. H., Chang, Y. J. & Lin, I. C. (2019). What is the impact of metabolic syndrome and its components on reflux esophagitis? A cross-sectional study. BMC Gastroenterology, 19(1): e33. doi: https://doi.org/10.1186/s12876-019-0950-z

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2010). Censo demográfico: resultados preliminares do município de Paranavaí, PR. Brasília: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Recuperado de: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pr/paranavai/panorama

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2013). Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Pesquisa Nacional de Saúde 2013: Manual de Antropometria. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Recuperado de: https://www.pns.icict.fiocruz.br/arquivos/Novos/Manual%20de%20Antropometria%20PDF.pdf

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2013). Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013. Brasília: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Recuperado de: https://www.pns.icict.fiocruz.br/ 5

International Diabetes Federation - IDF. (2006). The IDF consensus worldwide definition of the metabolic syndrome. Brussels: International Diabetes Federation. Recuperado de: https://www.idf.org/e-library/consensus-statements/60-idfconsensus-worldwide-definitionof-the-metabolic-syndrome.html

International Food Policy Research Institute - IFPRI. (2014). Global nutrition report 2014: actions and accountability to accelerate the world's progress on nutrition. Washington: International Food Policy Research Institute. Recuperado de: https://ebrary.ifpri.org/digital/collection/p15738coll2/id/128484

Katzmarzyk, P. T., Bray, G. A., Greenway, F. L., Johnson, W. D., Newton Junior, R. L., Ravussin, E., Ryan, D. H., Smith, S. R. & Bouchard, C. (2010). Racial differences in abdominal depot-specific adiposity in white and African American adults. The American Journal of Clinical Nutrition, 91(1): 7-15. doi: https://doi.org/10.3945/ajcn.2009.28136

Massa, K. H. C., Duarte, Y. A. O. & Chiavegatto Filho, A. D. P. (2019). Análise da prevalência de doenças cardiovasculares e fatores associados em idosos, 2000-2010. Ciência & Saúde Coletiva, 24(1): 105-114. doi: http:// doi.org/10.1590/1413-81232018241.02072017

Meller, F. O., Ciochetto, C. R., Santos, L. P., Duval, P. A., Vieira, M. F. A. & Schäfer, A. A. (2014). Associação entre circunferência da cintura e índice de massa corporal de mulheres brasileiras: PNDS 2006. Ciência & Saúde Coletiva, 19(1): 75-82. doi: https://doi.org/10.1590/1413-81232014191.2000

Oliveira, L. C., West, L. E. M., Araújo, E. A., Brito, J. S. & Sobrinho, C. L. N. (2015). Prevalência de adiposidade abdominal em adultos de São Francisco do Conde, Bahia, Brasil, 2010. Epidemiologia & Serviços de Saúde, 24(1): 135-144. doi: https://doi.org/10.5123/S1679-49742015000100015

Sabóia, R. S., Araújo, A. P., Barbosa, J. M. A., Galvão, C. E. P., Cruvel, J. M. S. & Ferreira, S. C. N. (2016). Obesidade abdominal e fatores associados em adultos atendidos em uma clínica escola. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 29(2): 259-267. doi: https://doi.org/10.5020/18061230.2016.p259

Sedentary Behavior Research Network - SBRN. (2017). Final definitions, caveats and examples of key terms from the Sedentary Behavior Research Network Terminology Consensus Project. Ontario: Sedentary Behavior Research Network. Recuperado de: https://www.sedentarybehaviour.org/sbrn-terminology-consensus-project/portuguese-brazil-translation/

Silva, J. P. B. C. (2016). Modelos de regressão linear e logística utilizando o software R. Dissertação [Mestrado em Estatística, Matemática e Computação]. Lisboa: Universidade Aberta; 2016. Recuperado de: https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/6129

Turuchima, M. T., Ferreira, T. N. & Bennemann, R. M. (2015). Associação entre indicadores antropométricos (IMC e CC) em relação ao risco para doenças cardiovasculares. Saúde e Pesquisa, 8: 55-63. Recuperado de: https://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/saudpesq/article/view/3847

World Health Organization - WHO. (2000). Obesity: preventing and managing the global epidemic. WHO Technical Report Series 894. Genebra: World Health Organization. Recuperado de: https://www.who.int/nutrition/publications/obesity/WHO_TRS_894/en/

World Health Organization - WHO. (2017). Cardiovascular diseases (CVDs). Genebra: World Health Organization. Recuperado de: https://www.who.int/es/news-room/fact-sheets/detail/cardiovascular-diseases-(cvds)

World Health Organization - WHO. (2020). Obesity and overweight. Genebra: World Health Organization (Who); 2020. Recuperado de: https://www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight

Published

06/06/2021

How to Cite

SASAKI, T.; CHRISTINELLI, H. C. B.; STEVANATO, K. P.; TESTON, E. F.; SILVA, V. L. da; COSTA, M. A. R. .; FERNANDES, C. A. M. Abdominal obesity in adults: Prevalence and associated factors. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 6, p. e45110615708, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i6.15708. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/15708. Acesso em: 23 jun. 2021.

Issue

Section

Health Sciences