The influence of urinary incontinence on the quality of life of Young women: literature review

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i13.21033

Keywords:

Urinary incontinence; Women's health; Quality of life.

Abstract

Urinary incontinence (UI) is among the situations that reduce the quality of life of women, due to impairment in various areas of life, which leaves women vulnerable to various problems due to the restrictions that limit them. Urinary incontinence is not a specific pathology of elderly women, as the number of young women with this disorder has become relevant, affecting women at different stages of the life cycle. UI is among the situations that reduce the quality of life of women, due to impairment in various areas of life, such as physical, social and especially psychological, which leads to limitation of social and family activities. Due to lack of information, many women think that there is no treatment and imagine that this leakage of urine is normal. As a study methodology, we sought to gather articles that were important in the scientific field on the proposed topic. Despite the few studies found, we can conclude that urinary incontinence negatively affects the quality of life of women, especially with regard to the psychological sphere, making them unable to adequately perform their daily activities.

References

Abrams, P,. Cardozo, L,. Khoury S. & Wein A. (2013). Incontinence.5th Edition ICUD-EAU eds. Layout: SMART-DOT marketing & web consultants, www.smart-dot.com.

Berghmans, B,. Morkved, S. & Van Kampen, M. (2015). Evidence-based Physical Therapy for the pelvic floor: Bridging science and clinical practice. 2nd ed. London: Churchill Livingstone.

Dantas, M.A., Dias, C. & Nascimento, E. G. C. (2020). Frequência da incontinência urinária em mulheres na idade produtiva. Revista Enfermagem Atenção Saúde. Rio Grande do Norte. P.16-27.

Dedicação, A. C., Haddad, M., Saldanha M. E. S. & Driusso, P. (2018). Comparação da qualidade de vida nos diferentes tipos de incontinência urinária feminina. Revista Brasileira de Fisioterapia.

Delarmelindo, R. D. C. A., Parada, C. M. G. D. L., Rodrigues, R. A. P., & Bocchi, S. C. M. (2012). Estratégias de enfrentamento da incontinência urinária por mulheres. Revista da escola de enfermagem da usp, 47(2), 296-303.

Fernandes, C. & Ognibeni, L. C.R. (2020). Prevalência e Fatores de risco associados a incontinência urinária em acadêmicas do curso de fisioterapia. Revista Uningá. Paraná. V.58.

Fernandes, S,. Coutinho, E., Duarte, J., Nelasp., Chaves, C. & Amaral, O. (2015). Qualidade de vida em mulheres com incontinência urinária. Revista de Enfermagem.

Leroy, L., Lopes M. & Shimo A. (2012). A incontinência urinária em mulheres e os aspectos raciais: uma revisão de literatura. Revista Literária. Florianópolis. p.692-700.

Liao, Y. M,. Yang, C. Y,. Kao, C. C,. Dougherty, M. C,. Lai, Y. H. & Chang Y. (2009). Prevalence and impact on quality of life of lower urinary tract symptoms among a sample of employed women in Taipei: aquestionnaire survey. Int J Nurs Stud.46(5):633-44

Marques, F. K. & Freitas, C. P. (2017). A cinesioterapia como tratamento da incontinência urinária na unidade básica de saúde. Revista Fisioterapia em Movimento. v. 18, n. 4.

Mourão, L. F, et al. (2017). Caracterização e fatores de risco de incontinência urinária em mulheres atendidas em uma clínica ginecológica. Revista Estima.Teresina, Pi, v. 15 n.2, p. 82-91.

Naves, P. P,. Letieri, R. V,. Simon, I. S. L,. Leite, S. N. & Letieri, M. (2016). Avaliação da qualidade de vida em mulheres com sintomas de incontinência urinária de esforço praticantes de atividade física. Revista Inspirar, movimento & saúde. Minas Gerais. Edição 37- vol. 8 – n.1.

Oliveira, J,. Gracia, R. (2011) Cinesioterapia no tratamento de incontinência urinária em mulheres idosas. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro. v. 14, n. 2, p. 343-351.

Ozdemir, K., Sahin, S., Ozerdogan, N. & Unsal, A. (2018). Evaluation of urinary incontinence and quality of life in married women aged between 20 and 49 years. Turkish jornal of Medical Sciencs. V48: 100-109.

Patrizzi, L. J, Viana, D. A, Silva, L. M. A & Pegorari, M. S. (2014). Incontinência urinária em mulheres jovens praticantes de exercício físico. Revista Bras. Ci. e Mov. Franca- SP 22(3): 105-110.

Pedro, A,. Ribeiro, J,. Soler, Z. & Bugdan A. (2011). Qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária. Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.) São Paulo-SP,

Rett, MT., Simões,. J. A., Herrmann, V., Gurcel, M. S. C. & Morais, S. S. (2007). Qualidade de vida em mulheres após tratamento da incontinência urinária de esforço com Fisioterapia. Rev Bras Ginecol Obstet. 29(3):134-40.

Saboia, D.M,. Firmiano, M. L.V,. Bezerra, K. C,. Vasconcelos, J. A,. Oriá, M. O. B. & Vasconcelos, C. T. M.(2017). Impact of urinary incontinence types on women’s quality of life. Revists Escola de Enfermagem USP. 2017;51:e03266. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1980-220X2016032603266.

Salama, S,. Boitrelle, F,. Gauquelin, A,. Malagrida, L,. Thiounn, N. & Desvaux P. (2015). Natureza e origem de “esguichar” na sexualidade feminina. J Sex Med. 2015; 12: 661-6.

Silva, S. C. S,. et al. (2017). Análise eletromiográfica e da qualidade de vida na incontinência urinária. Revista Fisioterapia Brasil. Parnaíba. 18(5): 608-615.

Published

03/10/2021

How to Cite

SOUZA, B. R. de .; DANTAS, I. dos S. .; SOUZA, J. S. de .; ALENCAR, I. de . The influence of urinary incontinence on the quality of life of Young women: literature review . Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 13, p. e23101321033, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i13.21033. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/21033. Acesso em: 6 dec. 2021.

Issue

Section

Health Sciences