La Importancia del Cribado Neonatal para la Detección Precoz de la Anemia Falciforme
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v10i8.17539Palabras clave:
Hemoglobina S; Anemia de células falciformes; Cribado neonatal.Resumen
La anemia drepanocítica es una enfermedad genética, transmitida por herencia autosómica recesiva, representada por la existencia de eritrocitos falciformes, y de alta prevalencia en Brasil. Los portadores de esta patología se encuentran asintomáticos en los primeros seis meses de vida. El diagnóstico precoz se logra mediante el cribado neonatal, permitiendo el seguimiento de los pacientes ante de las manifestaciones y síntomas y, con ello, la prevención de posibles secuelas y complicaciones. Este estudio se realizó mediante una investigación bibliográfica cualitativa y cuantitativa, con el objetivo de demostrar, señalar y correlacionar las principales características de esta patología con el diagnóstico precoz. Destacando los principales puntos de los artículos relacionados con la anemia falciforme y sus complicaciones, utilizando publicaciones nacionales e internacionales, de las bases de datos: SCIELO (Scientific Electronic Library Online), PubMed, Academic Google y VHL, en los que 21 trabajos formaron parte de la construcción de los resultados. Entre estos, 4 se encontraron en PubMed, 9 en Sciello, 7 en Google Scholar y 1 en la plataforma BVS. Respondiendo a los objetivos descritos, podemos concluir que el diagnóstico precoz es fundamental, ya que cuanto antes se detecte la anemia falciforme hay más posibilidades de que aumente la calidad y esperanza de vida del paciente, por lo que el cribado neonatal juega un papel fundamental en esta detección.
Citas
Aguirre, M., Araujo, M. V., Castro, A., Trujillo, L. F., & Sua, L. F. (2020). Importancia De La Detección Temprana De Hemoglobinopatias En La Población Pediátrica En Países En Desarrollo. Revista Chilena Pediatria. 91, 568-572.
Biomedicina Padrão: Alterações Morfológicas Das Hemácias. Https://Www.Biomedicinapadrao.Com.Br/2012/01/Alteracao-Morfologica-Das-Hemacias.Html.
Brasil, Ministério Da Saúde. Secretária De Vigilância Em Saúde (2015). Doença Falciforme: Conhecer Para Cuidar.
Brasil, Ministério Da Saúde, Secretária De Atenção Á Saúde (2015). Doença Falciforme: Diretrizes Básicas Da Linha De Cuidado. Brasília.
Brasil, Portaria Nº 1.321, De 21 De Dezembro De 2015. Https://Www.Brasilsus.Com.Br.
Brasil, Ministério Da Saúde, Portaria Nº 822, De 06 De Junho De 2001.
Bessoni, T., & Federige, M. A. F. Anemia Falciforme: Um Problema De Saúde Pública, O Papel Da Triagem Neonatal No Diagnóstico E O Acompanhamento Terapêutico. Atas De Ciências Da Saúde, 2
Botler, J., Camacho, L. A. B., & Cruz, M. M. (2013). Avaliação Das Unidades De Coleta Do Programa De Triagem Neonatal No Estado Do Rio De Janeiro. Revista Brasileira Saúde Materno Infantil, 12
Bruzeguini, V. M. (2018). Doença Falciforme E O Teste Do Pezinho: Implicações Para A Saúde Pública. Revista Brasileira De Pesquisa Em Saúde, Vitória.
Bruniera, P. (2007). Crise De Sequestro Esplênico Na Doença Falciforme. Revista Brasileira De Hematologia E Hemoterapia, 29, 259-261.
Cavalcanti, J. M., & Maio, M. C. (2011). Entre Negros E Miscigenados: A Anemia E O Traço Falciforme No Brasil Nas Décadas De 1930 E1940. História, Ciência, Saúde-Manguinhos, 18
Camargo, C. C. Fernandes, G. M. A. & Chiepe, K. C. M. B. (2020). Diseases Indentified In Extended Neonatal Screening . Brazilian Jornal Of Health Review, 2019
Conran, N., & Belcher, J. (2019) D.Inflammation In Sickle Cell Disease. The New England Journal Of Medicine, 2-3, 263-299, 20.
Crespo, M. S., Triquero, Y. H., Rodríguez, D. L. O, & Niurka C. (2016). Programa De Prevención De Anemias Por Hematíes Falciformes: Estratégia Preventiva. Revista Ciencias Médicas De Pínar Del Rio, 24.
De Oliveira, P. K., Figueiredo, J. T. R., Vargas, I. C., Souza, L. S. M., Toledo, L. G. S., & Paludo, R. L. R. (2020). A Importância Da Triagem Neonatal Para Diagnóstico Da Anemia Falciforme No Brasil.
De Souza, I. M., & De Araújo, E. M. (2016). Doença Falciforme E Triagem Neonatal: Um Debate Necessário. Revista De Saúde Coletiva Da Uefs, 5, 59-61.
Diniz, D., & Guedes, C. (2010). Informação Genética Na Mídia Impressa: A Anemia Falciforme Em Questão.
Di Nuzzo, D. V. P. & Fonseca, S. F. (2004) Anemia Falciforme E Infecções. Jornal De Pediatria.
Fernandes, A. P. P. C., Januário, J. N., Cangussu, C. B., Macedo, D. L, & Viana, M. B. (2010). Mortalidade De Crianças Com Doença Falciforme: Um Estudo De Base Populacional. Jornal De Pediatria, 86, 1-6.
Felix, A. A., Souza, H., & Ribeiro, S. B. (2010) Aspectos Epidemiológicos E Sociais Da Doença Falciforme. Revista Brasileira De Hematologia E Hemoterapia, 32, 203-208.
Figueiredo, A. B., Vieira, S., F., Soares E Sá, L., & Lopes De Sousa, N. (2014). Anemia Falciforme: Abordagem Diagnóstica Laboratorial. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 12, 98 - 105
Frédéric B. P., Martin H. S. M. D., & David C. R. (2017). Sickle Cell Disease. The New England Journal Of Medicine.4, 111-116
Glaustone, A. (2015). Anemia Falciforme. Campina Grande-Pb. .
Governo Do Brasil. O Teste Do Pezinho Será Ampliado E Detectará Até 50 Novas Doenças. Disponível Em: Https://Www.Gov.Br/Pt-Br/Noticias/Saude-E-Vigilancia-Sanitaria/2021/05/Teste-Do-Pezinho-Sera-Ampliado-E-Detectara-Ate-50-Novas-Doencas.
Jesus, J. A. (2020) Doença Falciforme No Brasil. Gazeta Médica Da Bahia, N. 3.
Leão, L. L., & Aguiar, M. J. B. (2008) Triagem Neonatal: O Que Os Pediatras Deveriam Saber. Jornal De Pediatria. 84
Lopes, W. S., & Gomes, R. (2020). A Participação Dos Conviventes Com A Doença Falciforme Na Atenção À Saúde: Um Estudo Bibliográfico. Ciência & Saúde Coletiva Vol 25.
Lervolino, L. G., Baldin, P. E. A., Picado, S. M., Calil, K. B., Viel, A. A., & Campos, L. A. F. (2011). Prevalence Of Sickle Cell Disease And Sickle Cell Trait In National Neonatal Screening Studies. Revista Brasileira De Hematologia E Hemoterapia. 33, 49-54.
Lorenzi, T. F. (2006) Manual De Hematologia: Propedêutica E Clínica. (4a ed.), Editora Guanabara Koogan.
Ima, K, T. L. L, Ferreira, P. J. O, Melo, P. R, Correia, K. A, & Rodrigues, F. M. (2019). Qualidade De Vida Dos Portadores De Doença Falciforme. Revista De Enfermagem Ufpe.
Menezes. A. S. O.P., Len, C. A., Hilário, M. O. E., Terreri, M. T. R. A., & Braga, J. A. P. (2013). Qualidade De Vida Em Portadores Da Doença Facilforme.
Machado, P., Mendes, C., Rosário, V. E., Arez, A. P. A. (2010). Contribuição Do Polimorfismo Humanos Do Eritrócito Na Proteção Contra A Malária. Revista Pan-Amazônica De Saúde.
Maia, A. O., Gomes, K. K. A., Silva, I. R. L., & Almeida, M. M. C. (2017). A Importância Do Diagnóstico Precoce Da Anemia Falciforme. Journal Of Medicine And Health Promotion. 670-675. 03.
Mendonça, A. C., Garcia, J. L., Almeida, C. M., Megid, Thiago B. C., & Júnior, A. F. (2009). Muito Além Do ´´Teste Do Pezinho´´. Revista Brasileira De Hematologia E Hemoterapia, 31, P. 66.
Martins, P. R. J., Souza H. M., & Silveira, T. B. (2010). Morbimortalidade Em Doença Falciforme. Revista Brasileira De Hematologia E Hemoterapia. Vol. 32 No. 5 São Paulo.
Nugo, D, & Steinberg, M. (2014). Sickle Cell Disease. Hematology Clinic, 1-6, 19.
Nogueira, K. D. A., Silva, W. D. L., & Paiva, S. G. (2013). Diagnóstico Laboratorial Da Anemia Falciforme. Revista Científica Do Itpac.
Nupad, Faculdade De Medicina Da Ufmg: Doença Falciforme. Https://Www.Nupad.Medicina.Ufmg.Br/Topicos-Em-Saude/Doenca-Falciforme/.
Piel, F.B., Steinberg, M. H., & Rees, D. C. (2017). Sickle Cell Disease. New England Journal Of Medicine: Review Article. P. 1561-1573.
Rodrigues, D. O. W., Ferreira, M. C. B., Campos, E. M. S., Pereira P. M., Oliveira, C. M., & Teixeira M. T. (2010). Diagnóstico Histórico Da Triagem Neonatal Para Doença Falciforme. Rev. Aps, 13, 34-45.
Rodrigues, D. O. W., Ferreira, M. C. B., Campos, E. M. S., Pereira P. M., Oliveira C. M., & Teixeira M. T. (2012). História Da Triagem Neonatal Para Doença Falciforme No Brasil – Capítulo De Minas Gerais. Revista Médica De Minas Gerais.
Rosenfeldl, L. G. (2019). Prevalência De Hemoglobinopatias Na População Adulta Brasileira: Pesquisa Nacional De Saúde 2014 – 2015. Revista Brasileira De Epidemiologia. 22.
Reis, M. A., Silva, C. T. X., Souza, N. M. Ca., & Silva, M. M. Teste Do Pezinho: Conhecimento Da Gestante Quanto A Sua Importância, Anápolis-Go- Brasil, 2019.
Santos, I. N., Damião, J.J., Freitas V. M., Rodrigues, C. S., & Aguiar, O. B. (2020). Condições Clinicas, Nutricionais E Sociais De Crianças Com Doença Falciforme Acompanhadas Em Um Centro De Referencias: Estudo Descritivo, Revista Demetria Alimentação E Nutrição Em Saúde Coletiva.
Silva Rs, Borges Rc. (2019). O Papel Do Biomédico No Diagnóstico Da Anemia Falciforme. Anais Do 18° Simpósio De Tcc E 15° Seminário De Ic Do Centro Universitário Icesp.
Silva, N. C. H, Silva, J. C. G, Melo, M. G. N. De, & Souza, I. F. A. C. (2017). Principais Técnicas Para O Diagnóstico Da Anemia Falciforme: Uma Revisão De Literatura. Caderno De Graduação - Ciências Biológicas E Da Saúde - Unit – Pernambuco.
Souza, C. F. M., Schwartz, I. V., & Giugliani, R. (2002). Triagem Neonatal De Distúrbios Metabólicos. Ciência E Saúde Coletiva. 7
Souza, A. P., & Oliveira, E. F. (2017). A Importância Da Realização Precoce Do Teste Do Pezinho: O Papel Do Enfermeiro Na Orientação Da Triagem Neonatal. Revista Multidisciplinar De Psicologia. 11
Soares, L. F, Lima, E. M. Slva, J. A. Fernandes, S. S. Silva, K. M. C. Lins, S. P. Damasceno, B.P.G.L. Verde, R. M. C. & Gonçalves, M. S. (2017). Prevalência De Hemoglobinas Variantes Em Comunidades Quilombolas No Estado Do Piauí, Brasil. Revista Ciência E Saúde Coletiva.
Zuniga, C. P., Martínez, G. C., González, R. L. M., Rendón, C. D. S., Rojas, R. N., Barriga, C. F., & Wietstruck, P. M. A. (2018). Enfermedad De Células Falciformes: Un Diagnóstico Para Tener Presente. Revista Chilena De Pediatría, P. 1-6.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Carolina Dias Reis; Maisa de Lima Barbosa; Manoele Sousa Araújo; Murilo Tavares Amorim; Michele Amaral da Silveira
Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores que publican en esta revista concuerdan con los siguientes términos:
1) Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo simultáneamente licenciado bajo la Licencia Creative Commons Attribution que permite el compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría y publicación inicial en esta revista.
2) Los autores tienen autorización para asumir contratos adicionales por separado, para distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicada en esta revista (por ejemplo, publicar en repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
3) Los autores tienen permiso y son estimulados a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) a cualquier punto antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y la cita del trabajo publicado.