Embarazo en adolescencia: perfil socio demográfico y comportamiento de una población en un barrio periférico de Acre
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v10i16.24199Palabras clave:
Atención básica de salud; Embarazo en la adolescencia; Impactos relacionados.Resumen
El embarazo adolescente es un fenómeno ampliamente discutido en Brasil, y este debate está impulsado por las consecuencias de quedar embarazada en este ciclo de vida. Objetivo: Identificar el perfil sociodemográfico y conductual de adolescentes embarazadas de un suburbio bajo de Acre. Método: Se trata de un estudio transversal con abordaje cuantitativo, realizado con 30 adolescentes embarazadas. Resultados: La mayoría tenía 17 años (40%), casada (47%), color de piel morena (50%), no sabía cómo informar el ingreso familiar (53%), bachillerato incompleto (47%), no tenía un trabajo remunerado (97%), eran evangélicos (53%) y vivían en pareja (53%). La mayoría comenzó la actividad sexual a los 15 años (30%) y quedó embarazada por primera vez a los 17 años (23%). Para la mayoría, el embarazo no fue planeado (73%) y tuvieron de 5 a 7 consultas prenatales (30%). Todos manifestaron contar con el apoyo del padre del bebé (100%) y la mayoría recibió apoyo de la familia (94%). Todas continuaron sus estudios después del embarazo (100%), ya que este era el principal proyecto de vida que tenían antes de quedar embarazadas (73%). El principal cambio que se produjo después del embarazo fue el hecho de que debían dar prioridad al bebé (47%). Conclusión: El embarazo adolescente se asocia a factores socioeconómicos, culturales y conductuales, destacando la necesidad cada vez más frecuente de implementar medidas efectivas para prevenir y reducir las conductas de riesgo.
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