Evaluación del consumo de medicamentos adelgazantes dispensados en una farmacia

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i6.3315

Palabras clave:

Obesidad; Anoréxico; Asistencia farmacêutica.

Resumen

La obesidad se clasifica como un problema de salud pública que afecta a millones de personas en todo el mundo. Por lo tanto, las drogas anorexigénicas se consideran aliadas para combatir la enfermedad, sin embargo, el consumo abusivo e irracional puede generar riesgos para la salud. Por lo tanto, el objetivo era investigar los resultados de los principales dispensadores de pérdida de peso, abordando los riesgos que puede causar este medicamento. Este estudio es un modelo de investigación cuantitativo, descriptivo, retrospectivo llevado a cabo de septiembre a octubre de 2019 en una farmacia ubicada en Teresina Piauí. En cuanto a la dispensación de los principales productos de pérdida de peso desde enero de 2017 hasta diciembre de 2018, los resultados apuntan a la sibutramina como el único anorexígeno psicotrópico dispensado, obteniendo una reducción del 7% en los años evaluados, lo que demuestra un mayor control en la venta. Por otro lado, hubo un aumento en la pérdida de peso comercializada sin restricción de prescripción médica. Luego hay una reducción en el consumo de sibutramina en la farmacia, lo que refleja el control que impone RDC No. 52. Por lo tanto, el papel del farmacéutico en la dispensación de estos medicamentos es fundamental, alertando los riesgos que esta clase puede causar a la salud del consumidor.

Citas

ABESO. (2010). Diretrizes brasileiras de obesidade (2009-2010). Associação brasileira para o estudo da obesidade e da síndromemetabólica - abeso. Acesso em 13 de março, em https://abeso.org.br/wp-content/uploads/2019/12/Atualizacao-das-Diretrizes.pdf

Azevedo, F. R. & Brito, B. C. (2012). Influência das variáveis nutricionais e da obesidade sobre a saúde e o metabolismo. Revista da Associação Médica Brasileira (English Edition). 58(6): 714-23.

Borsato, D. M et al (2008). O papel do farmacêutico na orientação da obesidade. Visão Acadêmica, Curitiba, 9(1): 33-38.

Brasil (2017). Vigitel Brasil: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2017. Brasília: Ministério da Saúde; 2018.

Brasil (2019). Obesidade cresce 60% em dez anos no Brasil. Acesso em 05 de março, em https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/25/vigitel-brasil-2018.pdf

Brasil (1998). Ministério da Saúde. Portaria nº. 344, de 12 de maio de 1998. Aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. Brasília, DF, Diário Oficial da União.

Caldeira, S. D (2014). Terapêutica farmacológica para controle da obesidade. 91 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Farmácia, Ciências Farmacêuticas, Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, Almada.

Carlini, E. A. et al (2009). Fluoxetina: indícios de uso inadequado. J. Bras. Psiquiatr., Rio de Janeiro, 58(2): 97-100.

Coutinho, W. F., Cabral, M. D (2000). A Farmacoterapia da Obesidade nos Consensos. Arquivo Brasileiro Endocrinologia Metabolismo. 44(2): 91-94.

Dias, P. C, et al (2017). Obesidade e Políticas Públicas: Concepções e Estratégias Adotadas Pelo Governo Brasileiro. Cad. Saúde Pública (Online).

Ferreira, R. A. B., Benicio, M. H. D. A (2015). Obesidade em mulheres brasileiras: associação com paridade e nível socioeconômico. Rev Panam Salud Publica.;37(4/5):337–42.

Ferreira, J. L (2014). Novos avanços no tratamento farmacológico da obesidade.61 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Medicina, Endocrinologia, Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Coimbra.

Gerhardt, T. E., Lopes, M. J. M., Roese, A., Souza, A. (2005). A construção e a utilização do diário de campo em pesquisas científicas. International Journal of Qualitative Methods.

Hurst, Y., Fukuda, H. (2018).Effects of changes in eating speed on obesity in patients with diabetes: a secondary analysis of longitudinal health check-up data. BMJ open. Rev Caderno de Medicina.;8(1) p. e 019589.

Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (JIFE). Relatório anual 2006. [Internet]. Disponível em: http://www.unodc.org/brazil/pt/pressrelease_20070103.html

Luz, F, et al (2018). Obesity with Comorbid Eating Disorders: Associated Health Risks and Treatment Approaches. Nutrientes, 10 (7): 829.

Mancini, M. C., Halpern. (2002). Tratamento farmacológico da obesidade. Arquivos brasileiros de endocrinologia e metabologia, 50 (2).

Mathus-Vliegen, E. M. (2005). Balance Study Group. Long-term maintenance of weight loss with sibutramine in a GP setting following a specialist guided very-low-calorie diet: a double-blind, placebo-controlled, parallel group study. Eur J Clin Nutr. 2005; 59(Suppl 1):S31-8.

Marston, O. J., Heisler, L.K. (2009). Targeting the Serotonin 2C Receptor for the Treatment of Obesity and Type 2 Diabetes. Hot Topics Neuropsychopharmacology; 34, 252-253

Marcuzzo, M. et al. (2012). A construção da imagem corporal de sujeitos obesos e sua relação com os imperativos contemporâneos de embelezamento corporal. Scielo Brasil, Botucatu, vol.16, n. 43, out. / dez.

Melo, C. M., Oliveira, D. R. (2011). O uso de inibidores de apetite por mulheres: um olhar a partir da perspectiva de gênero. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 16 (5): 2523-2532.

Melo, V. A (2015). Mídia e Risco à Saúde: O caso dos emagrecedores. 182 f. Dissertação (Pós Graduação em Informação, Comunicação e Saúde) - Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica, Rio de Janeiro, 2015.

Moretzsohn, M. A.; Rocha, H. F., Caetano, R. R. (2016). Pediatria: Nutrologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 184 p. (Série SOPERJ).

Ministério da Saúde (2012). Uso off label: erro ou necessidade? Rev. Saúde Pública: Informes Técnicos Institucionais, Brasília, 46 (2): 398-399.

Moreira, F.; Alves, A. A. (2015). Utilização de anfetaminas como anorexígenos relacionas à obesidade. Revista Científica da FHO UNIARARAS v. 3, n. 1. Araras – SP,

Pereira, A. S. et al (2018). Metodologia da pesquisa científica. [e-book]. Santa Maria. Ed. UAB/NTE/UFSM. Acesso em 23 de março, em https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=1

Rosa, S. P (2010). Análise de prescrições de medicamentos anorexígenos sujeitos a notificação B2 em farmácia em Brasília: associações medicamentosas e conformidade com a legislação. 37 f. Monografia (Especialização) – Curso de Farmácia, Universidade Educacional do Planalto Central, Brasília.

Saponaro, F.et al (2016). Improved diastolic function in type 2 diabetes after a six month liraglutide treatment. Journal Elsevier. Italia, 118 (1): 21-28.

Schulz, T. J.,Tseng Y-H. (2013). Systemic control of brown fat thermogenesis: integration of peripheral and central signals. Ann NY Acad Sci; 1302:35-41.

Silva, L. F. O., Silva, F.V. M. & Oyama, S. M. R. (2013). Prevalência do uso de medicamentos para emagrecer entre universitárias. Revista Científica de Enfermagem, São Paulo, 7 (3):19-26.

Silva, M. C., Mella, E. A. C. (2008). Avaliação do uso de anorexígenos por acadêmicas de uma instituição de ensino superior em Maringá, PR. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, Umuarama, 12(1): 43-50.

Vargas, E. G. A. (2014). A influência da mídia na construção da imagem corporal. Rev Bras Nutr Clin, 29 (1): 73-75.

WHO. (2018). Obesity and overweight [internet]. Genebra: World Health Organization (WHO). Acesso em 10 de março, em http://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight

WHO. (2011). Regional Office for South-East-Asia. National Essential Drug Policyincluding Rational Use of Medicines (SEA/RC64/16). Índia; Sep 6-9. [Internet]. World Health Organization (WHO).

Yeh, J. (2016). Obesity and Management of weight loss. N Engl J Medrlin; 375;12:1187-1189.

Zaros, K.J.B. (2018). O uso off label de medicamentos para obesidade. Centro de informação sobre medicamentos do conselho. Regional de farmácia do estado do paraná, 2.d, abr.

Publicado

15/04/2020

Cómo citar

MARTINS, J. S.; MOURA, M. B. da S.; BRITTO, M. H. R. M. Evaluación del consumo de medicamentos adelgazantes dispensados en una farmacia. Research, Society and Development, [S. l.], v. 9, n. 6, p. e78963315, 2020. DOI: 10.33448/rsd-v9i6.3315. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/3315. Acesso em: 4 jul. 2024.

Número

Sección

Ciencias de la salud