Lixiviación de diferentes formulaciones de clomazona em residuos de caña de azúcar

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i11.9768

Palabras clave:

Densidad de lapaja; Herbicida; Capa de agua.

Resumen

El objetivo del presente estudio fue evaluar la lixiviación de diferentes formulaciones de clomazona en función de la densidad de la paja y las diferentes profundidades de riego. Los experimentos se realizaron en un diseño completamente al azar, en un esquema factorial de 2 x 6, con cuatro repeticiones. En el experimento utilicé dos herbicidas Gamit (1.260 g ha-1 de clomazona) y Gamit 360 CS (1.260 g ha-1 de clomazona microencapsulada), seis densidades de paja (0, 5, 10, 15, 20, 25 t ha- 1). Para el experimento II se utilizaron dos herbicidas Gamit (1.260 g ha-1x de clomazona) y Gamit 360 CS (1.260 g ha-1 de clomazona microencapsulada), seis profundidades de riego (5, 10, 15, 20, 25 y 30 mm). Se realizaron evaluaciones visuales del porcentaje de intoxicación a los 7, 14, 21 y 28 días, la materia seca se determinó a los 28 días. El porcentaje de intoxicación en suelos contaminados con lixiviados de herbicidas a diferentes densidades de paja (0 y 5 t ha-1) permaneció igual para los herbicidas de clomazona en la formulación convencional y microencapsulada. Sin embargo, cuando en formulación microencapsulada se observó un nivel de intoxicación cercano al 90%, demostrando la capacidad que tiene para superar la capa de paja. El aumento de la profundidad del agua proporcionó una mayor transposición del herbicida por la barrera física impuesta por la paja, lo que se reflejó en el aumento del porcentaje de control. Se concluyó que la lixiviación de clomazona cuando está en formulación microencapsulada es mayor que en formulaciones convencionales, independientemente de la barrera física impuesta por la paja y la capa de agua aplicada.

Biografía del autor/a

Rafaella Gouveia Mendes, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro

Mestranda em Produção Vegetal pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Campus Uberaba; Engenheira Agrônoma pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Unidade Ituiutaba; Técnica em Agroindústria pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Campus Ituiutaba. Foi bolsista de iniciação científica Júnior do CNPq (2014-2015) na área de Ciência e Tecnologia dos Alimentos. Foi bolsista de iniciação científica do FAPEMIG/UEMG (2016-2017) na área de Recursos Naturais, Ciências e Tecnologias e bolsista de extensão PAEx/UEMG (2017) no Departamento de Ciências Agrárias da UEMG. Atuou como Analista de meio ambiente e sustentabilidade na BP Bioenergia Ituiutaba Ltda., desenvolvendo atividade relacionadas ao Reflorestamento; Viveiro; Gestão de contratos ambientais; Sistemas, Aplicativos e Produtos para Processamento de Dados. Atua e possui experiência nas linhas de pesquisa de Desenvolvimento de novos produtos; Tecnologia de leite; Alimentos funcionais; Qualidade Fisiológica de Sementes; Reflorestamento; Sementes de Espécies Florestais; Sementes de Espécies Frutíferas; Sementes de Espécies do Cerrado.

Amanda Fialho, Universidade do Estado de Minas Gerais

Professora da Universidade do Estado de Minas Gerais, na cidade de Ituiutaba no curso de Agronomia. Concluiu o pós-doutorado no Departamento de Biologia / Ecologia Setorial da UFLA. Doutora em Entomologia pela Universidade Federal de Lavras / UFLA em março de 2014_ MG, Brasil. Com a conclusão do Doutorado Sanduíche no Exterior - PDSE, no INECOL, Xalapa, VC (Estágio Internacional) México (outubro de 2012 a junho de 2013). Mestre em Ciências Agrárias / Área de Concentração em Agroecologia (UFMG). Formada em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa / UFV, em 2006. Desenvolveu projetos de pesquisa como bolsista de iniciação científica pela Fapemig, CNPq e Fundecitrus. Áreas de atuação: entomologia, agricultura familiar, ecologia comunitária, controle alternativo de pragas e doenças, educação de campo / educação continuada de professores de escolas públicas. Trabalhou como professora no curso de ciências biológicas da UAB / Montes Claros (2009-2010). Trabalhou como professor associado do curso Técnico em Meio Ambiente da UNIPAC / Montes Claros (disciplina de biodiversidade de seres vivos). Foi professora formadora na distância no curso de Especialização em Produção de Material Didático (UAB / UFLA) em 2011 e Educação Ambiental (2016). Coordenadora de Pesquisa da UEMG Ituiutaba (2018-2019).

Antônio dos Santos Júnior, Universidade do Estado de Minas Gerais

Possuo graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2011), Mestrado em Fitotecnia (2013) e Doutorado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (2017). Colaborou como Perito junto a Justiça Federal em diversos processos. Coordenou a Fazenda Experimental da Universidade do Estado de Minas Gerais - FAEXP (2018-2019). Tem experiência na área de Fitotecnia, com ênfase na biologia e manejo de plantas daninhas, integração-lavoura-pecuária-floresta, tecnologia de aplicação de agrotóxicos e nas culturas de Café, Sorgo, Cana-de-açúcar, Forragem e Eucalipto.

Izabela Thais dos Santos, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"

Doutoranda e bolsista Capes pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoCampus Botucatu, pela mesma instuição foi bolsista CNPq no Mestrado em Agricultura (2019/2). Engenheira Agrônoma pela Universidade Federal de Minas Campus Montes Claros (2016) e Intercâmbista pela Universidade do Algarve (2015/2). Tem experiência na área de Fitotecnia, com ênfase na biologia e manejo de plantas daninhas, Anatomia Vegetal, integração-lavoura-pecuária-floresta, tecnologia de aplicação de agrotóxicos e nas culturas de Cana-de-açúcar, Mogno-Africano e Eucalipto.

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Publicado

22/11/2020

Cómo citar

MENDES, R. G. .; FIALHO, A.; GASTL FILHO, J.; SANTOS JÚNIOR, A. dos .; SANTOS, I. T. dos . Lixiviación de diferentes formulaciones de clomazona em residuos de caña de azúcar. Research, Society and Development, [S. l.], v. 9, n. 11, p. e5009119768, 2020. DOI: 10.33448/rsd-v9i11.9768. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/9768. Acesso em: 27 jul. 2024.

Número

Sección

Ciencias Agrarias y Biológicas