Teaching strategies for high school with the use of native flora in the Municipality of Esperantina-PI

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.15591

Keywords:

Vegetation of Piauí; Learning; Botany teaching.

Abstract

It is noticed among students a certain lack of interest in Botany, that can be caused by “botanical blindness”, defined as the difficulty of perceiving the plants around you. One of the factors that contributes to this situation is the distance between what is taught at school and the student's daily life. Thus, this work sought to analyze the use of native flora, of the region in which the school community is inserted, as a didactic tool that arouses this interest. To this end, diversified strategies were applied to students in the 2nd grade of high school at a school located in the municipality of Esperantina-PI. Studies on the vegetation of the municipality were searched in the literature. strategies were developed to associate these plants with themes of study of Botany. Data collection was performed using questionnaires with a qualitative and quantitative approach, seeking information about previous knowledge about Botany and the native flora of the region. The results obtained show that several activities with the use of flora increase the interest in the discipline. The students stated that they got to know more about Botany more generally, in addition, they stated to have more knowledge about native plants in the region.

Author Biography

Patrícia Silva Carvalho, CEEP Leonardo das Dores

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Piauí (2004). Atualmente é professora - Secretaria de Educação e Cultura - PI. Tem experiência na área de Biologia Geral, especialista em Desenvolvimento com o Meio Ambiente pela Universidade Vale do Acaraú (2011). Mestre profissional em Ensino de Biologia pela Universidade Estadual do Piaui (PROFBIO).

References

Amadeu, S. O. & Maciel, M. D. (2014). A dificuldade dos professores de educação básica em implantar o ensino prático de botânica. Rev. Produção Discente em Educ. Matemática, 3(2), 225-235. https://revistas.pucsp.br/ pdemat/article/view/21269/15549

Araújo, J. L. L. et al. (2010). Atlas Escolar Piauí Geo-histórico e Cultural. Grafset.

Arrais, M. G. M.; Sousa, G. M. & Masrua, M, L. (2014). O ensino de Botânica: investigando dificuldades na prática docente. Revista SBEnBio, (7), 5409-5418. http://www.sbenbio.org.br/wordpress/wp-content/uploads/2014/11/R0115-2.pdf.

Brasil (1998). Resolução CEB nº 3, de 26 de junho de 1998. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rceb03_98.pdf

Brito, L. P, de. et al. (2016). O uso de jogos didáticos e o ensino de biologia: aprendendo botânica. In. III Congresso Nacional de Educação. Natal. http://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/trabalho_ev056_md4_sa18_id487_150 82016122237.pdf

Castro, V. M. (1999). Aspectos de Esperantina. Esperantina-PI: Prefeitura Municipal de Esperantina.

Cepro, Fundação. (2004). Diagnóstico e Diretrizes para o Setor Mineral do Estado do Piauí. http:// www.cepro.pi.gov.br/ download/200804/CEPRO16_6695f7c23c.pdf

Corrêa, B. J. S. et al. (2016). Aprendendo Botânica no ensino médio por meio de atividades práticas. Revista da SBEnbio, 6 (9), 4314-4324.

Corte, V. B.; Saraiva, F. G.; Perin, I. T. D. A. L. (2018). Modelos didáticos como estratégia investigativa e colaborativa para o ensino de Botânica. Revista Pedagógica, 20(44), 172- 2018. https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/3871/2520

Dutra, A. P. & Güllich, R. I. C. (2014). A Botânica e suas metodologias de ensino. Revista SBEnBio, (7), 493-503. https://sbenbio.org.br/wp-content/uploads/edicoes/revista_sbenbio_n7.pdf

Evangelista, C. de S. & Barros, M. A. de M. (2018). Produção de modelos didáticos: uma possibilidade facilitadora no ensino de botânica. Revista Vivências de Ensino de Ciências, v. 2, 69-75. https://periodicos.ufpe.br/revistas/vivencias/article/view/238689/30427

Farias, R. R. S & Castro, A. A. J. F. (2004). Fitossociologia de trechos da vegetação do Complexo de Campo Maior, PI, Brasil. Acta Botânica Brasilica, 18 (4), 949-963. Acesso em 02 feb., 2018, http://www.scielo.br/pdf/abb/v18n4/23229.pdf

Figueiredo, J. A. (2009). O ensino de Botânica em uma abordagem ciência, tecnologia e sociedade: propostas de atividades didáticas para o estudo das flores nos cursos de Ciências Biológicas. (Dissertação de Mestrado ). Pontifícia Universidade Católica de Minas. Belo Horizonte.

Franco, E. A. P; Barros, R. F. M. (2006) Uso e diversidade de plantas medicinais no Quilombo Olho D’água dos Pires, Esperantina, Piauí. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, 8(3), 78-88. http://www.sbpmed.org.br/download/issn_06_2/artigo12_v8_n3.pdf

Freitas, D. et. al. (2012). Uma abordagem interdisciplinar da Botânica no Ensino Médio. IESDE Brasil.

Gerhart, T. E. ; Ramos, I . C. A; Riquinho, D. L., & Santos, D. L. (2009) Estrutura do projeto de pesquisa.. In: Gerhart, T. E & Silveira, D. T (Orgs). Métodos de Pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS. 65-88. http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf.

Krasilchik, M. (2016). Prática de ensino de Biologia. EDUSP.

Luque, R.; Sousa, H. C. de, & Kraus, J. E. (1996). Métodos de coloração de Roeser (1972): modificado - e Kropp (1972) visando a substituição do azul de astra por azul de alcião 8GS ou 8GX. Acta Botanica Brasilica, 10(2), 199–212. http://www.scielo.br/pdf/abb/v10n2/v10n2a01.pdf

Macedo, M. et al. (2012). Concepções de professores de Biologia do ensino médio sobre o ensinoaprendizagem de Botânica. In: Encontro Ibero-Americano Sobre Investigação Em Ensino De Ciências, 4, Anais...Porto alegre: UFRGS, 2012. p. 387-401. http://www.if.ufrgs.br/ienci/uploaded/ ATA_EIBIEC_IV.pdf.

Matos, G. M. A. et al. (2015). Recursos didáticos para o ensino de botânica: uma avaliação das produções de estudantes em Universidade Sergipana. Holos, 5, 213-230. http://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/HOLOS/article/view/1724/1157

Milach, E. M.; et al (2015). A ilustração científica como uma ferramenta didática no ensino de Botânica. Acta Scientiae, 17(3), 672-683. http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/acta/article/view/1115/1312

Nascimento, B. M. et al. (2017). Propostas pedagógicas para o ensino de Botânica nas aulas de ciências : diminuindo entraves. Reec.Uvigo. Es, 16(2), 298–315. http://reec.uvigo.es/volumenes/volumen16/REEC_16_2_7_ex1120.pdf

Peixoto, A. L.; Luz, J. R. P. & Brito, M. A. de (org). (2016). Conhecendo a biodiversidade. MCTIC, CNPq, PPbio. https://ppbio.inpa.gov.br/sites /default/files/conhecendo_a_biodiversidade_livro.pdf

Sales, A. B. S. & Landim, M. F. (2009). Análise da abordagem da flora nativa em livros didáticos de biologia usados em escolas de Aracaju – SE. Experiências em Ensino Ciências-UFMT, 4(3), 17-29. http://if.ufmt.br /eenci/artigos/Artigo_ID86/v4 _n3_a 2009.pdf

Seniciato, T. & Cavassan. (2009). O. Aulas de campo em ambientes naturais e aprendizagem em ciências: um estudo com alunos do ensino fundamental. Ciência & Educação, 10(1), 133–147. http:// www.scielo.br/pdf/ciedu/v10n1/10.pdf"

Silva, B. I. A.et al. (2019). O saber botânico através da seringueira: como conservar o que não conhecemos? Biota Amazônia, 9(2), 11–15. https://periodicos.unifap.br /index.php/biota/article/download/4439/v9n2p11-15.pdf

Silva, C. G. B. (2008). Estado de conservação dos fragmentos florestais na Área de Proteção Ambiental-APA estadual Cachoeira do Urubu (PI) e avaliação de indicadores para monitoramento ambiental. (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal do Piauí, Teresina-PI.

Silva, L. S. A. da.; Cândido, S. A. & Lima, L. R de (2018). Botânica no ensino médio e o uso de metodologias alternativas no seu processo de ensino-aprendizagem. In: V Congresso Nacional De Educação, 5, 2018, [Olinda-PE]. Anais ...[S.I]: Editora Realize. 2018. 12p. http://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/trabalho_ev117_md1_sa16_id10121_17092018223428.pdf

Soares, J. P. R. (2020). A prática no ensino de botânica: o que dizem os principais congressos?. Revista Cruzeiro do Sul. REnCiMa, 11(6), 73-93, http://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/index.php/rencima/article/view/2360/1361

Souza, K. R., & Kerbauy, M. T. M. (2017). Abordagem quanti-qualitativa: superação da dicotoamia quantitativa-qualitativa na pesquisa em educação. Educação e filosofia, 31(61), 21-44. https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.issn.0102-6801.v31n61a2017-p21a44

Torquato, T. G. M. (2006). Potencial da vegetação melitófila e abelhas associadas da área Olho d’água dos pires, Esperantina, Piauí, Brasil. (Dissertação de Mestrado).Universidade Federal do Píaui, Teresina-PI. http://livros01.livrosgratis.com.br/cp114386.pdf

Ursi, S. et al. (2018). Ensino de Botânica: Conhecimento e encantamento na educação científica. Estudos Avançados, 32(94), 7-.24. http://www.scielo.br/pdf/ea/v32n94/0103-4014-ea-32-94-00007.pdf

Wandersee, J.H. & Schussler, E. (2001) Toward a theory of plant blindness. Plant Science Bulletin, 47(1), 2-9. https://botany.org/bsa/psb/2001/psb47-1.pdf

Wiggers, I. & Stange, C. E. B. (2008). Manual De Instruções Para E Herborização De Material. Laranjeiras do Sul, PR: Programa de Desenvolvimento Educacional – SEED – PR, p.45. http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals /pde/arquivos/733-2.pdf

Published

23/05/2021

How to Cite

CARVALHO, P. S. .; MENDES, M. R. de A. . Teaching strategies for high school with the use of native flora in the Municipality of Esperantina-PI. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 6, p. e13210615591, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i6.15591. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/15591. Acesso em: 18 jun. 2021.

Issue

Section

Education Sciences