Identity, culture and environmental practices among descendants of Pomeranians in western Paraná

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v11i7.29671

Keywords:

Pomeranian people; Family agriculture; Marechal Cândido Rondon; Immigration; Traditional peoples and communities.

Abstract

The nature of this article is qualitative. The objective was to discuss in an exploratory way the identity characteristics and the environmental practices of the Pomeranians in the municipality of Marechal Cândido Rondon-PR. The methodology consists of the use of Logical Matrix and qualitative data analysis, with the help of the MAXQDA tool. A questionnaire composed of twenty open and closed questions was individually applied to nine Pomeranians who live in the municipality in question. The results revealed similar occurrences especially in relation to language competence, where the majority of the interviewees spoke Pomeranian, Portuguese and German (Hunsrück). Furthermore, it is noticeable that in relation to agriculture, the interviewees demonstrate a high degree of knowledge, in a socioeconomic logic of subsistence and achievement of life purposes. The struggle for their identity culture is kept alive, based on cultural rites, community, generational, and religious relations. According to the sample of interviewees, it was found that the Pomeranians of Rondon have a specific way of living and acting environmentally, however, they tend to suffer influences of the agricultural technological package.

References

Assis, R. L. & Assis, R. L. (2018). Memória e identidade no processo de territorialização pomerana nas montanhas de Santa Maria de Jetibá – ES. Revista GeoPantanal, 1 (24), 17-34.

Bardin, L. (1977). Análise de conteúdo. Portugal: Presses Universitaires de France.

Brasil. (2007). Decreto nº 6.040, de 7 de fevereiro de 2007. Institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. Brasília, Diário Oficial.

Brasil. (2016). Decreto nº. 8.750, de 9 de maio de 2016. Institui o Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais. Brasília, Diário Oficial.

Brasil. (2021). Portaria nº 2.619, de 26 de julho de 2021. Designa os representantes da sociedade civil, titulares, 1º e 2º suplentes, eleitos para comporem o Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais, no biênio 2021-2023. Brasília, Diário Oficial.

Buss, L. (2018). Centro de informação da cultura e arte pomerana: a arquitetura na preservação da cultura de um povo. Vila Velha: UVV.

Brose, M. (2010). Metodologia participativa: uma introdução a 29 instrumentos Porto Alegre: Tomo Editorial. 328 p.

Cidade Brasil. (2021). Município de Marechal Cândido Rondon. Recuperado de: https://www.cidade-brasil.com.br/municipio-marechal-candido-rondon.html

Dettmann, V. H. (2016). Pomeranos, povo de cultura tradicional. Alemanha: KoBra.

Diegues, A. C., Arruda, R. S. V., Silva, V. C. F., Figols, F. A. B. & Andrade, D. (1999). Os Saberes Tradicionais e a Biodiversidade no Brasil. São Paulo: NUPAUB.

Exime, E., Reis, CM dos, Costa, ML., Gonzalez, AC., Costa Junior, JM., & Zonin, WJ. (2021). Agricultura familiar e desenvolvimento sustentável: uma caracterização da feira do produtor rural no município de Marechal Cândido Rondon – Paraná, Brasil. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 10 (1), e20310111462. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i1.11462.

Fehlberg, J. & Menandro, P. R. M. (2011). Terra, família e trabalho entre descendentes de pomeranos no Espírito Santo. Barbaroi, 1 (34), 80-100.

Fernandes, B. M., Welch, C. A. & Gonçalves, E. C. (2013). Os usos da terra no Brasil. São Paulo: Editora da UNESP.

Foerste, E., Dettmann, V. H. & Jacob, J. K. (2016). Povo tradicional pomerano: lutas coletivas por direitos sociais. In: Anais do IV Colóquio Internacional Povos e Comunidades Tradicionais Estado, Capital e Territórios Tradicionais: dinâmicas territoriais em justiça. Montes Claros: UEMC. p. 113-116.

Foerste, E. & Foerste, G. M. S. (2017) Língua, cultura e educação do povo tradicional pomerano. Educação em Revista, 1 (33), 1-24.

Granzow, K. (2009). Pomeranos: sob o Cruzeiro do Sul. Vitória: Arquivo Público do Estado do Espírito Santo.

Heinemann, C. (2016). Uma síntese da história do povo tradicional pomerano. In: Seibel, I. et al. O povo pomerano no Brasil. Santa Cruz do Sul: Edunisc. p. 38-45.

Hitz, N. D. (2017). Crenças linguísticas de descendentes pomeranos em três localidades paranaenses. 211f. Tese (Doutorado em Letras) – Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Cascavel.

Ibge. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2010). Censo Brasileiro de 2010. Rio de Janeiro: IBGE.

Investparaná. (2021). Invista no Paraná o Estado mais inovador do Brasil. Recuperado de: http://www.investparana.org.br/

Ipardes. Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. (2021). Caderno estatístico Município de Marechal Cândido Rondon. Recuperado de: http://www.ipardes.gov.br/cadernos/MontaCadPdf1.php?Municipio=85960&btOk=ok

Isa. Instituto Socioambiental. (2008). Pontões Capixabas são o primeiro Monumento Natural a ser administrado pelo ICMBio. Recuperado de: https://uc.socioambiental.org/noticia/57085

Jacob, J. K. (2012). População pomerana no estado do Espírito Santo - Brasil. Vila Pavão: Secretaria Municipal de Cultura.

Little, P. E. (2004). Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade. Anuário Antropológico, 28 (1), 251-290.

Manske, C. M. R. (2015). Pomeranos no Espírito Santo: história de fé, educação e identidade. Vila Velha: Gráfica e Editora GSA.

Maxqda. (2021). Qualitative Data Analysis Software. Recuperado de: https://www.maxqda.com/what-is-maxqda#

Mazurana, J., Dias, J. E. & Laureano, L. C. (2016). Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa. Porto Alegre: Fundação Luterana de Diaconia.

Nunomura, E. (2005). Quando preservar a mata atlântica se tornou caro. Recuperado de: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/306279/complemento_1.htm?sequence=2

Oit. Organização Internacional do Trabalho. (1989). Convenção n° 169 sobre Povos Indígenas e Tribais. Genebra: OUT.

Patarra, N. L. & Fernandes, D. M. (2011). Brasil: país de imigração? Revista Internacional em Língua Portuguesa, 3 (24), 65-96.

Retz, S. (2006). Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em Pancas celebra 75 anos de memória, vivência e testemunho. Recuperado de: https://www.luteranos.com.br/conteudo/paroquia-evangelica-de-confissao-luterana-em-pancas-celebra-75-anos-de-memoria-vivencia-e-testemunho

Rölke, H. R. (1996). Descobrindo Raízes: aspectos geográficos, históricos e culturais da Pomerânia. Vitoria: UFES.

Rölke, H. R. (2016). Raízes da imigração alemã: história e cultura alemã no Estado do Espírito Santo. Vitória: Arquivo Público do Estado do Espírito Santo.

Santos, A. F. P. R. & Azevedo, R. S. (2017). O Processo histórico de (Re)conhecimento da identidade dos Pomeranos como povo tradicional no Brasil. Quaestio Iuris, 10 (04), 2482 -2500.

Schmidt, A. (2015). A comida na cultura Pomerana: simbolismo, identidade e sociabilidade. 190 f. Dissertação (Mestrado em Economia doméstica) – Universidade Federal de Viçosa, Viçosa.

Seibel, I. (2016). Os pomeranos pelo mundo. In: Seibel, I. et al. O povo pomerano no Brasil. Santa Cruz do Sul: Edunisc. p. 10-37.

Seyferth, G. (2011). A dimensão cultural da imigração. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 26 (77), 47-62.

Spamer, H. & Silva, A. T. R. (2018). Territorialidade e identidade pomerana no processo de criação e regulamentação do Monumento Natural dos Pontões Capixabas em Pancas/ES. Revista Tecnologia e Sociedade, 14 (31), 125-139.

Sparemberger, R. F. L. & Colaço, T. L. (2011). Direito e identidade das comunidades tradicionais – do direito do autor ao direito à cultura. Liinc em Revista, 7 (2), 681-700.

Suporte Geográfico. (2021). Mapa de Marechal Cândido Rondon. Recuperado de: https://suportegeografico77.blogspot.com/2019/11/mapa-de-marechal-candido-rondon-pr.html

Thum, C. (2014). A paisagem pomerana: análises sócio-econômica-cultural da Serra dos Tapes. In: Anais do VII Congresso Brasileiros de Geógrafos. Vitória: UFES. p. 1-12.

Thum, C. (2009). Educação, História e Memória: silêncio e reinvenções pomeranas na Serra dos Tapes. 383 f. Tese (Doutorado em Educação) - Unisinos, São Leopoldo.

Thum, C. (2017). Povos e Comunidades Tradicionais: aspectos históricos, conceituais e estratégias de visibilidade. Revista Eletrônica Do Mestrado Em Educação Ambiental, 1 (edição especial), 162-179.

Treichel, S. Z., Bosenbecker, V. P., Thum, G. U. & Thum, C. (2017). Patrimônio material vernacular: tipos arquitetônicos produzidos pelos descendentes de pomeranos na região da Serra dos Tapes - RS. In: Anais do I Simpósio Científico ICOMOS Brasil. Belo Horizonte: ICOMOS. p. 1-14.

Tressmann, I. (2006). Dicionário Enciclopédico: Pomerano e Português. Santa Maria de Jetibá: SEDU-ES.

Verdejo, M. E. (2003). Diagnóstico rural participativo: una guía práctica. Santo Domingo: Centro Cultural Poveda.

Weiduschadt, P. & Castro, R. B. (2015). Instituições escolares e imigração na região colonial de Pelotas/RS (1928-1953). História Unicap, 2 (4), 170-185.

Published

20/05/2022

How to Cite

EXIME, E.; NEPOMOCENO , T. A. R. .; SILVESTRE, R. P. .; RODRIGUES , E.; SCHNEIDER, E. L. .; FREITAG, C. . .; FEIDEN , A.; HITZ, N. D.; THUM, G. Ücker .; THUM , C. Identity, culture and environmental practices among descendants of Pomeranians in western Paraná . Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 7, p. e17311729671, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i7.29671. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/29671. Acesso em: 6 jul. 2022.

Issue

Section

Human and Social Sciences