Contribution of peer instruction in understanding knowledge in morphology classes for Medicine students

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v11i10.32890

Keywords:

Peer Instructions; Active Methodology; Teaching-Learning.

Abstract

The objective will be to analyze from the literature how the Peer Instruction (PI) technique can increase the performance and understanding of students in morphology classes. Qualitative, exploratory and interventionist research. The research will be in the morphology classroom, at the Faculty of Medicine - Centro Universitário Integrado, Campo Mourão - PR. Students will be in the sixth period of medicine. The estimated sample will be 80 students. Initially, an expository class will be administered with the help of powerpoint, and after applying questions based on clinical cases regarding the subject already taught, by the Socrative Student platform. Students will answer the multiple choice questions individually, after discussing among themselves why they chose this alternative without knowing the correct answer. The same will be reapplied to evaluate the income gain. Data collection will be carried out through a questionnaire. The questions will be open for participants to express themselves freely. For the analysis, the Iramuteq software will be used. The IP has been adopted as an alternative for collaborative learning, being considered a teaching method that aims at greater interaction between students during classroom discussions, providing a space for arguments and relationships between students. In this perspective, the diversity of results found shows that the IP is a highly recommended proposal, especially when seeking to engage the student in the learning process. It is believed that the PI can be a timely intervention to develop skills and abilities during morphology classes.

Author Biography

Carlos Alexandre Felício Brito, Universidade Municipal de São Caetano do Sul

 

 

References

Andrade, F., & Vieira, C. (2012). Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência Ensino por Investigação e Aprendizagem Significativa Crítica: análise fenomenológica do potencial de uma proposta de ensino. Universidade Estadual Paulista - UNESP “Júlio de Mesquita Filho".

Berbel, N. A. N. (1998). Saúde, undefined, & Educação, undefine. A problematização e a aprendizagem baseada em problemas: diferentes termos ou diferentes caminhos? SciELO Brasil. https://www.scielo.br/j/icse/a/BBqnRMcdxXyvNSY3YfztH9J

Berbel, N. A. N. (2011). As metodologias ativas e a promoção da autonomia de estudantes. Semina: Ciências Sociais e Humanas, 32(1), 25–40. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011V32N1P25

Bordenave J. & Pereira, 1982. A. Estratégias de ensino aprendizagem. 4. ed., Petrópolis: Vozes.

Brito, C., de, M. de C.-R. I.-A., & (2019). Facilitando o processo de aprendizagem no ensino superior: o papel das metodologias ativas. Periodicos.Fclar.Unesp.Br, 2, 371–387. https://doi.org/10.21723/riaee.v14i2.11769

Camargo, B. V., & Justo, A. M. (2013). IRAMUTEQ: um software gratuito para análise de dados textuais. Temas em psicologia, 21(2), 513-518.

Chiapetti, R. J. N.(2010). Pesquisa de campo qualitativa: uma vivência em geografia humanista. GeoTextos. https://periodicos.ufba.br.

Crouch, C. H., & Mazur, E. (2001). Peer instruction: Ten years of experience and results. American journal of physics, 69(9), 970-977.

da Silva, L. I. L., da Educação, M., & Haddad, F. (2003). Presidente da República Federativa do Brasil.

Emmel, R. & Krul, A. J. (2017). A docência no ensino superior: reflexões e perspectivas. Revista Brasileira de Ensino Superior. 3(1), 42–55. https://doi.org/10.18256/2447-3944/rebes.v7n1p42-55.

Ferreira, R., & Morosini, M. (2019). Metodologias ativas: as evidências da formação continuada de docentes no ensino superior. Revista Docência do Ensino Superior, 9, 1-19.

Franco, M. L. P. B. (2008). Análise de conteúdo. 3. ed. Brasília: Liber Livro Editora.

Garcia, I. M., Borges, T. A. P., da Silva Pimentel, R. R., & Vannuchi, M. T. O. (2019). Percepção do discente de enfermagem na construção do seu conhecimento no contexto da metodologia ativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 11(2), e127-e127.

Garcia, M. B. D. O., Oliveira, M. M. D., & Plantier, A. P. (2019). Interatividade e mediação na prática de metodologia ativa: o uso da instrução por colegas e da tecnologia na educação médica. Revista Brasileira de Educação Médica, 43, 87-96.

Gil, A. C. 2008. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas.

Godoi, A. F., & Ferreira, J. V. (2017). Metodologia ativa de aprendizagem para o ensino em administração: relatos da experiência com a aplicação do peer instruction em uma instituição de ensino superior. REA-Revista Eletrônica de Administração, 15(2), 337-a.

Machado, M. D. F. A. S., Monteiro, E. M. L. M., Queiroz, D. T., Vieira, N. F. C., & Barroso, M. G. T. (2007). Integralidade, formação de saúde, educação em saúde e as propostas do SUS: uma revisão conceitual. Ciência & saúde coletiva, 12, 335-342.

Meirelles, Tatiana & Brito, Carlos. (2021). Efeito do peer instruction no ensino de estudantes de medicina. 10.22533/450210208.

Müller, M. G., Araujo, I. S., Veit, E. A., & Schell, J. (2017). Uma revisão da literatura acerca da implementação da metodologia interativa de ensino Peer Instruction (1991 a 2015). Revista Brasileira de Ensino de Física, 39.

Oliveira, N. A. D., Meirelles, R. M. S. D., Cury, G. C., & Alves, L. A. (2008). Mudanças curriculares no ensino médico brasileiro: um debate crucial no contexto

do Promed. Revista Brasileira de Educação Médica, 32, 333-346.

Pereira, C. C. D. S. B., & Afonso, R. T. L. (2020). Percepção discente sobre aprendizagem baseada em equipes (TBL) e instrução em pares (PI). Brazilian Journal of Development, 6(1), 4057-4065.

Peres, C. M., Vieira, M. N. C. M., Altafim, E. R. P., de Mello, M. B., & Suen, K. S. (2014). Abordagens pedagógicas e sua relação com as teorias de aprendizagem. Medicina (Ribeirão Preto), 47(3), 249-255.

Piana, M. C. (2009). A construção do perfil do assistente social no cenário educacional.

Piovesan, A., pública, E. T.-R. de saúde, & 1995, undefined. (n.d.). Pesquisa exploratória: procedimento metodológico para o estudo de fatores humanos no campo da saúde pública. SciELO Brasil. https://www.scielo.br/j/rsp/a/fF44L9rmXt8PVYLNvphJgTd/?fo

Piovesan, J., Ottonelli, J., Bordin, J., & Piovesan, L. (2018). Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. https://repositorio.ufsm.br/handle/1/18336

Prince, M. (2004). Does active learning work? A review of the research. Journal of engineering education, 93(3), 223-231.

Ribeiro, J. B. P., Teles, S. M., Montenegro, M. D. A. P., & Moreira, J. R. (2016). Intervenção pedagógica e metodologia ativa: o uso da instrução por colegas na educação profissional. Outras palavras, 12(2).

Silva, A. H. & Fossa, M. I. T. 2015 Análise de conteúdo: exemplo de aplicação da técnica para análise de dados qualitativos. Qualitas Revista Eletrônica.

Superior, E. Resolução Nº. 3 de 20 de junho de 2014. Institui diretrizes.

Published

06/08/2022

How to Cite

BELETATO, C. K.; BRITO, C. A. F. . Contribution of peer instruction in understanding knowledge in morphology classes for Medicine students. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 10, p. e428111032890, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i10.32890. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/32890. Acesso em: 5 dec. 2022.

Issue

Section

Teaching and Education Sciences