El programa de formación y gestión de la calidad del mediador judicial y el derecho fundamental de acceso a la justicia
DOI:
https://doi.org/10.33448/rsd-v11i1.24665Palabras clave:
Métodos apropiados; Mediación judicial; Formación de mediadores; Gestión de la calidad; Competencias del mediador.Resumen
La nueva percepción del acceso a la justicia está vinculada al derecho de toda persona a participar en procedimientos que sean compatibles con el ordenamiento jurídico nacional y protejan los derechos fundamentales. El nuevo enfoque de acceso a la justicia se asocia a métodos consensuados de resolución de conflictos, incluida la mediación en un método de autocomposición de resolución de conflictos, ya que el poder de decisión en relación al tema controvertido pertenece a las partes en conflicto y no a un tercero. Así, para que exista una apertura plena en la obtención de justicia a través de este método adecuado, la formación del mediador debe estar orientada y orientada para que exista una calificación teórica y práctica en su desempeño, apuntando efectivamente a la propagación de la cultura de paz. en la sociedad. Este artículo científico estudiará la formación de mediadores judiciales que trajo el manual de mediación judicial elaborado por el CNJ en 2016, con el fin de concluir con la respuesta a la pregunta "el programa de formación y gestión de calidad de mediadores judiciales tiene potencial para asegurar el acceso a la justicia?”. La metodología de trabajo es una revisión de literatura narrativa con búsqueda, análisis y síntesis de conocimientos científicos sobre el programa de formación y gestión de la calidad del mediador judicial. De esta manera, toda la organización que rodea al mediador está esencialmente calificando en lo que respecta a la búsqueda del desarrollo del pleno acceso a la justicia por parte de la sociedad de manera igualitaria y satisfactoria.
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