Decolonialidad al hacer ciencia en un club de ciencia

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v9i7.4053

Palabras clave:

Decolonialida; Enseñanza de investigación; Club de ciências.

Resumen

Este texto analiza la descolonialidad en un club de ciencias basado en el análisis del cuestionario aplicado a maestros docentes, donde se verificó cómo clasifican la ciencia que se realiza en este entorno, el uso de materiales y el acuerdo sobre el uso de estos materiales en experimentos Investigación científica realizada en este espacio educativo. La metodología del enfoque cualitativo tiene como objetivo analizar el contenido obtenido en el cuestionario con monitores y diagnosticar si la descolonialidad está presente en la ciencia a través de la secuencia de enseñanza investigativa - SEI. El texto presenta una discusión sobre los conceptos de descolonialidad en las prácticas educativas y en hacer ciencia, hacer ciencia a través de la enseñanza de investigación en el club de ciencias. Los resultados indican que las actividades de iniciación científica llevadas a cabo en el club difieren de las ciencias, según el modelo eurocéntrico. Y con eso, se concluye que el estudio demostró que hay una descolonialidad presente en SEI en el club de ciencias.

 

Biografía del autor/a

Raimunda Ediane da Silva Cabral, Universidade Federal do Pará

Graduada em Matemática pela Universidade Federal do Pará (2009), graduada em Licenciatura em Pedagogia pela Faculdade de Ciências Humanas de Vitória (2012). Pós - graduada em Matemática Fundamental pela UFPA e Educação Especial Inclusiva pela FATED. Mestranda em Estudos Antrópicos na Amazônia pela Universidade Federal do Pará - UFPA.

Citas

Almeida, W. N. C. (2017). A Argumentação e a Experimentação Investigativa no Ensino de Matemática: O Problema das Formas em um Clube de Ciências. Dissertação de mestrado em Docência em Educação em Ciências e Matemáticas - Universidade Federal do Pará, Belém.

Andrade, A. F. D. (2018). Surdocegueira, cartografia e decolonialidade. Psicologia: Ciência e Profissão, 38(3), 595-610. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci _arttext&pid=S141498932018000300595&lng=pt&nrm=iso. acessos em 06 ago. 2020.

Baldi, N. C. (2017). Para pensar o aprenderensinsar dança a partir de uma perspectiva decolonial. Revista Interinstitucional Artes de Educar, 3(3), 293-315.

Barbosa, D. F. S., da Rocha, C. J. T., & Malheiro, J. M. S. (2019). As perguntas do professor monitor na experimentação investigativa em um Clube de Ciências: Classificações e organização. Research, Society and Development, 8(4), 12.

Bourdieu, P. (2013). A Escola conservadora: as desigualdades frente à escola e à cultura. IN: nogueira, M. A; catani, A (orgs.). Escritos de Educação, 4, 41-64.

Caraça, J. (2004). Um discurso sobre as ciências passadas e presentes. Santos B.S, (org.). Conhecimento prudente para uma vida decente: um discurso sobre as ciências revisitado. São Paulo: Cortez, 183-189.

Carvalho, A. D. (2013). O ensino de ciências e a proposição de sequências de ensino investigativas. Ensino de ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 1-20.

Carvalho, A. M. P. (2009). AMP et al. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico. São Paulo: Scipione.

Coelho, A. E. F. & Malheiro, J. M. S. (2019). Sequência de ensino investigativo em um clube de ciências: o problema da água que não derrama. Experiências em Ensino de Ciências, 14(1).

Pozo, J. I., & Crespo, M. Á. G. (2009). A aprendizagem eo ensino de ciências: do conhecimento cotidiano ao conhecimento científico. Artmed.

Freire, P. (2013). Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 46ª edição–Rio de Janeiro. Paz e Terra.

Gago, J. M. (2004). O exercício prático da cultura científica. SANTOS, B. de S. Conhecimento prudente para uma vida descente: “Um discurso sobre as ciências” revisitado, 2, 601-611.

Gohn, M. D. G. (1999). Terceira via, terceiro setor e ONGs: espaços de um novo associativismo. Gohn, M. D. G.. Educação não formal e cultura política: impactos sobre o associativismo do terceiro setor. São Paulo: Cortez, 65-90.

Gomes, C. D. M. (2018). Gênero como categoria de análise decolonial. Civitas-Revista de Ciências Sociais, 18(1), 65-82. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script= sci_arttext&pid=S151960892018000100065&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 21 ago. 2019.

Gramsci, A. (1999). Introdução ao estudo da filosofia. A filosofia de Benedetto Croce. Cadernos do cárcere. Trad. Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

Lévi-Strauss, C. (1989). O pensamento selvagem; tradução. Tânia Pellegrini,-Campinas, SP: Papirus.

Maldonado-Torres, N. (2016). Transdisciplinaridade e decolonialidade. Sociedade e estado, 31(1), 75-97. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script= sci_ arttext&pid=S010269922016000100075&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 21 ago. 2019.

Malheiro, J. M. S.(2016). Atividades experimentais no ensino de ciências: limites e possibilidades. Actio: Docência em Ciência, 1 (1), 107-126, jul./dez. Acesso em 06 março, 2020, https://periodicos.utfpr.edu.br/actio/article/view/4796/3150.

Marandino, M. (2017). Faz sentido ainda propor a separação entre os termos educação formal, não formal e informal?. Ciência & Educação (Bauru), 23(4), 811-816.

Marx, K., Schneider, N., & Brant, W. C. (2010). Sobre a questão judaica. Boitempo Editorial.

Mignolo, W. (2008). Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Cadernos de Letras da UFF–Dossiê: Literatura, língua e identidade, 34, 287-324.

Mignolo, W. (2003). Os esplendores e as misérias da “ciência”: colonialidade, geopolítica do conhecimento e pluri-versalidade epistêmica. Conhecimento prudente para uma vida decente: um discurso sobre as ciências revisitado, 2.

Muradas, D., & Pereira, F. S. M. (2018). Decolonialidade do saber e direito do trabalho brasileiro: sujeições interseccionais contemporâneas. Revista Direito e Práxis, 9(4), 2117-2142. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2179-89662018000402117&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 21 ago. 2019.

Oliveira, L. F. D., & Candau, V. M. F. (2010). Pedagogia decolonial e educação antirracista e intercultural no Brasil. Educação em Revista, 26(1), 15-40.

Ortegal, L. (2018). Relações raciais no Brasil: colonialidade, dependência e diáspora. Serviço Social & Sociedade, (133), 413-431. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci _arttext&pid=S010166282018000300413&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 21 ago. 2019.

Rocha, C. J. T., & Autor3 (2018). Interações dialógicas na experimentação investigativa em um clube de ciências: proposição de instrumento de análise metacognitivo. Amazônia: Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, 14(29), 193-207.

Rocha, C. J. T., Altarugio, M. H., & Malheiro, J. M. S. (2018). Indicadores de ensino investigativo para a prática de ensino em escolas públicas do Pará. Research, Society and Development, 7(8), 6.

Ruivo, M. D. C. (2004). A ciência tal qual se faz ou tal qual se diz. Conhecimento prudente para uma vida decente, 2, 585-599.

Santos Filho, J. C. D. (1997). Pesquisa quantitativa versus pesquisa qualitativa: o desafio paradigmático. Pesquisa educacional: quantidade-qualidade, 3, 13-59.

Santos, B. D. S. (2004). Introdução. Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências. Conhecimento prudente para uma vida decente: um discurso sobre as ciências revisitado. São Paulo: Cortez, 17-56.

Santos, V. M. D. (2018). Notas desobedientes: decolonialidade e a contribuição para a crítica feminista à ciência. Psicologia & Sociedade, 30. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo. php ?scrip t=sci_arttext&pid=S010271822018000100242&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 21 ago. 2019

Schlesener, A. H., Masson, G., & Subtil, M. J. D. (2016). Marxismo (s) e educação. Editora UEPG.

Severino, A. J. (2017). Metodologia do trabalho científico. Cortez editora.

Silva, T. H. C., Sousa, R. P. B. D., Novaes, F. F., Neto, G., & da Cruz, J. (2019). Entre o desenvolvimento ea decolonialidade: Santarém, os portos e os conflitos. Interações (Campo Grande), 20(1), 125-140. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid =S151870122019000100125&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 21 ago. 2019

Publicado

06/05/2020

Cómo citar

CABRAL, R. E. da S.; SILVA, L. E. da; MALHEIRO, J. M. da S. Decolonialidad al hacer ciencia en un club de ciencia. Research, Society and Development, [S. l.], v. 9, n. 7, p. e193974053, 2020. DOI: 10.33448/rsd-v9i7.4053. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/4053. Acesso em: 5 jul. 2024.

Número

Sección

Ciencias de la educación